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Casos de Polícia - Ed. 502

Causos de Polícia Comentários 16 de janeiro de 2015

Notas Gerais


Casal complicado
Policiais militares pararam em um posto do Bairro Anápolis City e começaram a observar o Carlos. Ele estava na loja de conveniências. Quando viu que era monitorado, começou a ficar tenso. Logo adiante estava a Priscila que, sorrateiramente, colocava algumas latinhas de energético em uma sacola. Pegou seis e foi saindo sem pagar. Os policiais, só olhando. Foi quando os PMs perguntaram ao Carlos se ele não ia pagar a conta da moça. Ele disse que sim. Era a senha que faltava para se saber se os dois estavam juntos. Feita a abordagem, descobriu-se que Carlos e Priscila estavam em um carro, com placas de Brasília, estacionado no pátio do posto. Dentro do carro, algumas mercadorias, ainda com etiquetas e os sensores da loja de um shopping da Cidade. Ligaram para a loja e o gerente confirmou o furto de vários artigos esportivos. Assim sendo, o casal foi em cana.

Roubado na rua
Três e meia da tarde, solzão rachando mamona e o Adilson fazia entregas de bebidas no Bairro Itamaraty. Foi quando se aproximou uma moto preta, com dois homens em cima. “Chefia, não faça nenhuma bobagem, a gente só quer o dinheiro. Se você reagir, vai morar no paraíso celeste hoje mesmo...”, disse um dos malfeitores. Adilson respondeu que o cofre era lacrado e que a chave ficava na empresa. Aí, um dos assaltantes perguntou: “Quanto você tem aí no bolso?”. Adilson respondeu: “Coisa pouca, uns 200 reais, mais o celular”. O outro assaltante retrucou: “Só essa merreca? Tem vergonha não?”. Mesmo assim, levaram a grana e o telefone do Adilson. Ele disse “Graças a Deus não morri”.

Garoto esperto
Os soldados Wesley e Caldeira patrulhavam as ruas da Vila União, quando depararam com um sujeito e resolveram abordá-lo. Era o menor de inicial G., de 16 anos. Ele estava com 40 pedras de crack embaladinhas, prontas para a venda no mercado regional. “De onde trouxe esse bagulho, garoto?”, perguntaram. Ele respondeu: “Vou levar vocês lá...”. E saiu em companhia dos policiais. Mas, ao chegar em frente a uma casa, o menor começou a gritar: “mamãe..., mamãe...”. Dalí saiu sua genitora e foi com ele para o plantão. Lá mesmo, na mesma hora, assinaram alguns papéis e o G. foi “entregue” à mãe.

Brigas de amor
Lucélia, 40 anos, entrou em rota de colisão com seu ex, o pintor Adriano. Segundo ela, seu antigo amor deu-lhe vários socos no rosto, puxou seus cabelos e disse que se ela chamasse a polícia, iria matá-la. Lucélia correu e se escondeu na casa de uma vizinha. De manhã, voltou por causa dos filhos que ficaram na casa. Lá, foi ameaçada, de novo, pelo Adriano. Então, ligou para o 190. Foi ao plantão e registrou a ocorrência, dizendo que o Adriano não é flor que se cheire. Lucélia quer proteção, temendo o ex-marido.

Andarilhos ladrões
Seis e quinze da manhã, ainda escuro, o Éber vinha pela Avenida Contorno, cantarolando uma música do Amado Batista, quando deparou com dois moradores de rua. Cada um com um pedaço de pau maior do que o outro na mão. “Corre não, tio... corre não, dá o dinheiro aí...”, gritou um deles. O Éber tinha 50 reais, mais o celular e o relógio. Foi tudo embora com os dois bandidos que, segundo ele, aparentavam ter uns 20 anos. Ele disse que caso se encontre com os dois, será capaz de identificá-los.

A grande surpresa
Sara foi casada com o Edivan por cinco anos. Dessa união, nasceu uma criança que tem, praticamente, esta idade. Um dia, acharam que não serviam mais um para o outro e resolveram se separar. Só que, combinaram de cuidar do filho com as mesmas responsabilidades. Assim, quando Sara ia para o trabalho, deixava o menino com o Edivan. Mas, nestas idas e vindas, um dia o amor falou mais forte e os dois acabaram “ficando”. Esta semana, ela ia com o Edivan no carro dele e disse: “Tenho uma surpresa pra te contar... você não vai nem acreditar...”. E, ele todo curioso: “Conta... conta...”. Ela, diante da insistência, disse: “Estou grávida de você, outra vez...”. O Edivan virou bicho e começou a esbofetear a Sara. Ela, temendo o pior, pegou uma chave de fenda no porta-luvas do carro e ameaçou desparafusar o umbigo do Edivan. Confusão total, às seis e meia da tarde, na Rua Marechal Gouveia, Vila Jaiara. A Polícia chegou e levou o casal brigão para conversar com o delegado.

As abobrinhas
Antônio, dono de um box no Mercado do Produtor, chegou para trabalhar esta semana e viu que faltava alguma coisa. Foi conferir e, de fato, notou a ausência de duas caixas de abobrinhas. Ele ficou furioso e começou a investigar. “Foi o Willian, foi o Willian...,”, alguém dedou. Então, ele foi atrás do Willian e disse: “Cadê minhas abobrinhas, seu safado...”. O Willian respondeu: “Que abobrinhas, cê tá louco?” Aí, começou um bate boca e foi preciso chamar a polícia que já estava no local. Todo mundo para a delegacia. Lá, o delegado foi dizendo: “Não digam abobrinhas, falem logo o que querem aqui...”. E, ficou nisso: um acusando, o outro se defendendo.

Bate na mãe
Lúcia tem, apenas, 33 anos. E, um filho de 17, o B. Ela disse aos policiais que a atenderam esta semana, que o filho sempre a agride, desde que era adolescente. “Ele me bate, me joga na parede, me ameaça. Eu não aguento mais”, disse ela toda chorosa. “Ele mexe com droga, dona?”, perguntou o policial. “Não senhor... Ele é agressivo assim mesmo...” respondeu ela. Os policiais ficaram sem saber o que fazer, mas disseram que vão ter uma conversinha mais reservada com o B.

Autor(a): Nilton Pereira

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