(62) 3317 5500 • comercial@jornalcontexto.net

Casos de Polícia - Ed. 499

Causos de Polícia Comentários 19 de dezembro de 2014

Notas Gerais


Dois assaltos
No dia 15, dois elementos armados com revólveres entraram na loja Ricardo Eletro, na Avenida Goiás, Praça Bom Jesus, e anunciaram um assalto. Não era nem quatro da tarde. A funcionária Júlia foi a escolhida para receber a ameaça. Sem ter o que fazer, ela entregou a bolsa com seus documentos e R$ 65,00 em grana viva. Os bandidos, ainda, ficaram na loja por alguns minutos e saíram na maior tranquilidade. E, não foi só isso. No dia seguinte, 16, outro assalto, no mesmo endereço, na mesma hora. De novo, dois homens armados (não se sabe se foram os mesmos do dia anterior) chegaram e apontaram uma arma para as moças do caixa. O gerente, João Batista, disse que foram levados R$ 1.895,00 que estavam na gaveta. Ato seguinte, a dupla assaltante foi embora sem ser incomodada.

Roubada na rua
A Ana Cristina ia chegando em casa, na Vila Formosa, por volta de nove da noite. Despreocupada, nem prestou atenção em dois homens que estavam simulando o conserto de uma moto. “Deve ser algum vizinho novo”, pensou ela. Mas, não era nada disso. Os dois eram ladrões e cercaram a Ana Cristina, com cara de poucos amigos. “Vai passando a bolsa, celular, tudo o que a senhora tem aí. E, anda logo!”, disse um dos bandidos. Com uma faca encostada na barriga, Ana foi obrigada a entregar a bolsa, com documentos e uma pequena quantia em dinheiro.

Médico assaltado
O Doutor Eron deixou seu carro em frente ao Hospital de Psiquiatria e foi participar de uma reunião naquele estabelecimento. Ao sair, por volta de sete e meia da noite, foi abordado por dois elementos que lhe deram voz de assalto. Ele entregou as chaves do carro Chevrolet Cruze, com o qual os bandidos fugiram rumo à Avenida Brasil. Dentro do veículo estavam os uniformes do SAMU e da Base Aérea, onde ele trabalha.

Estressou no plantão
O Soldado Jefferson estava no Plantão registrando a apreensão de um menor de 16 anos por porte de droga. Nisto, apareceu o Júlio César. Então, o militar exibiu a foto do menor em seu celular e perguntou se o Júlio o conhecia. Ao que Júlio, rispidamente, respondeu: “É meu irmão e, se aconteceu alguma coisa com ele, não vai ficar assim...”. O militar entendeu aquilo como uma ameaça e, já que estava no Plantão, aproveitou e registrou um boletim de ocorrência por ameaça. O Júlio disse aos policiais que não ameaçou ninguém, mas confirmou que se, de fato, houvesse acontecido algo com seu irmão, a coisa não ficaria daquele jeito. “Em, que sentido?”, perguntou um agente. Ele respondeu: “Só Deus sabe...”.

Encarou a polícia
“Tira a mão de mim. Num incosta ni mim não...”, esbravejava o Cristiano contra os policiais que o abordaram no Residencial Copacabana. Já ia dando meia noite. Mas, os militares, no cumprimento do dever, queriam revistá-lo, pois suspeitavam que ele estivesse armado. O Cristiano engrossou mais ainda e passou a xingar os militares de tudo que era nome feio. Então, diante das circunstâncias, com muito jeito e muita conversa, na base da psicologia, os militares o convenceram a entrar na viatura e o levaram para bater um papo com o delegado. Lá chegando, o bacharel arbitrou uma fiança de R$ 300 para soltá-lo. O problema é que o Cristiano estava liso. Não tinha uma moeda sequer no bolso. Assim sendo, ficou por ali mesmo.

Celular da discórdia
O Jefferson chegou em casa, deixou o celular carregando e foi tomar banho. Estava, até, assoviando uma música do Luan Santana, quando viu que sua companheira, a Laís, virou uma fera. “Quem são essas sirigaitas que você fotografou e deixou no celular?”. Ela gritava tão alto que a vizinhança toda escutou. “Fui eu não, amor... Foi meu colega lá do serviço...”, disse ele todo sem graça. Só que a Laís não acreditou e partiu para cima dele. A primeira coisa que ela achou foi um vaso, o qual arremessou em direção ao Jefferson. Este correu e Laís disse: “Seus dias estão contados, suas horas estão contadas. Meu irmão vai te matar...”, gritava ela descontroladamente. Jefferson correu para a delegacia e registrou a queixa.

Fogo no caminhão
Depois de oito meses em verdadeira lua de mel, Sidney e Flávia já não se entendem mais. Esta semana, ele estava carregando seu caminhão em uma cerâmica nas proximidades da Vila Fabril, quando a Flávia chegou. E estava muito zangada. Tão zangada que, antes de dizer qualquer coisa, deu logo um sopapo no Sidney, acertando-lhe o nariz. Ele, ao descer do caminhão, esbarrou nela e a atingiu com a chave da ignição. A Flávia ficou mais brava ainda, pegou um pedaço de pano em chamas e jogou dentro da cabine. O Sidney foi apagar e ainda queimou o braço. As pessoas que estavam no local ajudaram a apagar o fogo. Sidney, então, colocou a Flávia no caminhão, indo embora para casa. Mas, resolveu registrar o ocorrido no Plantão.

Baita susto
A Aparecida vinha com sua moto pelas ruas do Bairro Alexandrina, levando a filha de cinco anos na garupa. Nisso, foi cercada por um sujeito com uma faca suja de sangue na mão e mandou que ela parasse e lhe entregasse a moto. Ela, temendo maiores consequências, obedeceu. Depois ficou sabendo que o elemento acabara de esfaquear um homem apelidado de “Romarinho” e usou a moto para fugir.
(Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

Comentários


Deixe seu comentário Dê sua opinião a respeito desta notícia. Seu e-mail não será publicado.


Código Anti Span Incorreto!
Obrigado! Seu comentário foi postado com sucesso!
Falhou! Preencha todos os campos obrigatórios (*)

+ de Notícias Causos de Polícia

Causos de Polícia

16/11/2017

Moto complicada O Gabriel estava todo prosa, circulando em uma moto novinha pelas ruas do Jardim dos Ipês. Mas, foi inter...

Causos de Polícia

09/11/2017

Bateu na mãe O Roberto, morador da Vila Jaiara, tem 45 anos, mas é muito esquentado. Qualquer coisinha ele quer bater. E,...

Causos de Polícia

03/11/2017

Maldade pura I O Eurípedes tinha uma perua FIAT Elba que era o seu maior xodó. Era, porque, esta semana, um embaixador do ...

Causos de Polícia

26/10/2017

Ladrão folgado Um homem (identidade preservada) foi assaltado por dois elementos que estavam em um Celta preto. Ele chamou ...