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Casos de Polícia - Ed. 491

Causos de Polícia Comentários 23 de outubro de 2014

Notas Gerais


Trio assalta casal
Onze e meia da noite e, Daniel, acompanhado de Camila, seguia pelas ruas do Polocentro, no maior papo. E, nem perceberam quando deles se aproximaram três marmanjões, com cara de poucos amigos. Além disso, queriam tudo de valor que o casal portava. E, tudo de valor que Camila e Daniel conduziam eram seus celulares. Estes foram levados pelo trio que, ainda, ficou com os documentos pessoais das vítimas. O Sargento Fábio foi quem atendeu a esta ocorrência.

O passado condenou
Em tempos passados, Vinicius andou praticando alguns furtos em Anápolis. E, pensou que a polícia havia se esquecido disso. Mero engano. Esta semana ele estava na maior folga pelas ruas do Residencial Copacabana, quando foi interceptado pelo Sargento Alessandro Martins e pelo Soldado Raihon. “Meu chapa, já passa de uma e meia da manhã e o que você está fazendo na rua?”, perguntou o policial. “Nada não, chefia. Eu estou com calor e resolvi dar uma andada por aí”, disse o Vinicius. “Parece que eu te conheço, gente fina. Vamos checar aqui no sistema”, alegou o PM. E, a casa caiu. Vinicius estava com um mandado de prisão em aberto. Os militares abriram a porta traseira da viatura e, ainda o ajudaram a se acomodar confortavelmente.

Dançou bonito
Pedro estava em atitudes suspeitas em um bar do Bairro Jundiaí. Alguém desconfiou e chamou a polícia. Lá foram o Cabo Mesquita e o Soldado Wesley. Quando chegaram, o Pedro já não estava mais lá. Mas, com a descrição feita pelos presentes, não foi difícil encontrá-lo. Quase duas horas da manhã. Ele estava com uma boa quantidade de maconha e os policiais foram informados que em sua casa havia mais um pouco. Resultado: Pedro foi 'em cana'.

Ameaça de morte
“Vou manda você conversar com São Pedro. E, é hoje...” disse Danilo para o Sandro. A confusão foi no Summerville, às dez da manhã. Danilo estava com um revólver cheinho de balas e Sandro se escondeu. Alguém chamou a polícia e o Sargento Vilson e o Cabo Flávio chegaram bem na hora. Foi todo mundo para o plantão policial.

Assaltados
Onze da noite e um grupo de estudantes voltava da escola na Avenida Bandeirantes, Bairro de Lourdes. De repente, surgiram dois elementos, um deles com uma baita peixeira na mão. Queiram dinheiro, documentos, celulares o que fosse. Então, sobrou para a menor de inicial T. Ela ficou sem seu celular novinho O Cabo Célio e o Soldado Wagner chegaram minutos depois e ainda fizeram uma ronda pelas ruas do bairro, mas não conseguiram localizar os assaltantes.

Menor mesmo?
O menor de inicial G. tem 17 anos. Mas, é menor só no documento. Ele é velho conhecido das autoridades por estar incurso nos artigos 14 (porte ilegal de arma de fogo) e 157 (roubo qualificado). Esta semana ele pulou a catraca do Terminal Urbano e disse que não iria pagar a passagem, alegando ser menor de idade. Mesmo assim, com sua extensa ficha criminal, foi levado pelo Sargento Márcio e pelo Soldado Parreira para bater um papo com o delegado..

Muito folgado
Os soldados Cláudio e Pereira chegaram a uma residência no Bairro Santo André e depararam com Luiz Antônio deitado ao lado do muro, com vários objetos, como máquina fotográfica; celulares, roupas e perfumes, embrulhados em um cobertor. Não deu para ele correr. Os policiais perguntaram aonde ele havia encontrado os produtos e Luiz Antônio, na maior cara de pau, respondeu: “Uai... eu ia passando e bati na porta. Não tinha ninguém, então, resolvi entrar. Daí, peguei estes bagulhos que iria vender, mas vocês chegaram bem na hora de me atrapalhar”. Simples assim. Então os policiais, na maior gentileza, disseram: “Cavalheiro, se não for muito incômodo para vossa senhoria, nós gostaríamos de acompanhá-lo até o plantão policial, pois o delegado gostaria, muito, de ter um minuto de prosa contigo”. Luiz Antônio foi...

O valentão
Paulo é casado com Fabiane há quatro anos. Ela é surda-muda. E, há quatro, anos ele bate na Fabiane. Moram no Residencial Arcoverde. Esta semana, além da mulher, ele bateu, também, na sogra, Dona Nazaré. Aí, foi demais... Passava das dez da noite quando a polícia foi acionada e lá compareceu o Sargento Holanda. “Cadê o valentão?”, perguntou o militar. Paulo havia se escafedido. Mas, minutos depois, o Sargento recebeu uma mensagem via telefone celular da Fabiane dizendo que o Paulo havia voltado e, mais valente ainda. O Sargento Holanda retornou na hora. Desta vez, encontrou o Paulo. De fato ele estava muito nervoso e quis encarar o policial. Mas, com muito cuidado, o Sargento deu alguns conselhos e ele se acalmou. Depois, foi levado para o plantão policial.

Noite azarada
Pouco mais de oito da noite e Paulo Silva, em companhia de Rafael Antônio, dava um giro pelas ruas da Cidade. Eles estavam a bordo de uma moto Suzuki. O Cabo Ferreira e o Soldado Carvalho resolveram conversar com eles. No bate papo, puxaram a ficha de ambos pelo sistema. Paulo era foragido da Justiça. Contra ele pesam, pelo menos, dois crimes: um de homicídio e um de lesão corporal. Foi preso na hora. E, a moto, com documento atrasado, recolhida ao Central Pátio.

Autor(a): Nilton Pereira

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