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Casos de Polícia - Ed. 476

Causos de Polícia Comentários 04 de julho de 2014

Notas Gerais


Briga animal
Ailton ia conduzindo sua carroça pelas ruas da Vila Jaiara, por volta de cinco da tarde. De repente, surgiu um cachorro da raça Pitt-bull parecendo um demônio. O cão é de propriedade do Luiz e foi mordendo o cavalo de Ailton, ferindo-o nas patas e em outras partes do corpo. Chamaram a polícia e o Soldado Fabrício apareceu na hora. No local, o dono do cachorro e o dono do cavalo entraram em acordo, com o primeiro se comprometendo a arcar com as despesas do tratamento veterinário do equino.

Na barraquinha
Já passava da meia noite e os frequentadores de uma barraquinha no Bairro Maracanãzinho já estavam indo embora. De repente, surgiu uma confusão e, no meio dela, estava o Jeander, que já tem passagem pela polícia. Chamaram a PM e o cabo Frederik, acompanhado pelo Soldado Rangel chegaram em cima da hora. Ao ver os policiais, Jeander, ao invés de baixar a bola, ficou foi mais bravo. “Tenho medo de polícia não... Eu sou muito macho”, disse. Os policiais responderam: “Também não temos medo de bêbado metido a valentão”, já partindo para cima e imobilizando o Jeander. Mas, não localizaram a faca de cabo branco com a qual ele estava ameaçando as pessoas. Foi em cana assim mesmo.

Confusão
Renata não é flor que se cheire. Tem várias passagens pela polícia. Mas, esta semana, ela pediu socorro afirmando que fora surrada por seu companheiro, de nome Wagner. Isto, já quase duas da manhã, no Recanto do Sol. E, lá foram o Cabo Hélio e o Soldado Sandro. Ao chegarem, depararam com o valentão, mais bravo que Pitt-bull ensinado a atacar. E, encarou os policiais, dizendo que ninguém o levaria dali. Puro engano. Foi levado sim. A contragosto, mas, foi. Chegando ao plantão ele recebeu alguns conselhos e tratou de se acalmar.

Correu, dançou
No Calixtolândia, uma e pouco da manhã, José Roberto estava em uma moto vermelha ziguezagueando pelas ruas. Até que deu de cara com o Cabo Mota, que patrulhava o setor. O militar acionou a sirene e mandou que ele encostasse. Mas, ao invés disso, ele arrancou, tentando fugir. Cerca daqui, cerca dali, foi até que José Roberto acabou encurralado. Quando viu que não tinha saída, jogou um objeto em um lote vago. O policial, depois de imobilizá-lo, foi ao local e encontrou um revólver. Perguntado sobre a origem da arma, ele desconversou. Por conta disso, foi levado para bater um papo com o delegado de plantão.

Desacato
“Pode parar aí não, doutor...” disse o Sargento Rodrigo ao Antônio Carlos. Este havia estacionado no meio da rua, no Conjunto Raul Balduíno. “Ah, vai prender ladrão. Eu sou gente boa. Não estou atrapalhando nada e paro onde eu quiser”, respondeu o condutor do Toyota Corolla. Desacato puro. Assim sendo, o policial resolveu descer e notou que Antônio Carlos exalava um forte cheiro de suco de cana destilado. Ato seguinte, ele foi conduzido ao Posto da Polícia Rodoviária Federal para soprar o aparelhinho que revela se o sujeito bebeu, ou não. O policial estava certo. O teste revelou alto teor alcoólico em Antônio Carlos que, por isso, e outras coisas, foi conduzido ao plantão policial.

Brinquedo perigoso
Aos 28 anos, Diego parece que não tem o que fazer. Fazer coisa certa, é claro. Mas, é muito hábil para soltar pipas com cerol. Esta semana ele estava praticando este perigoso procedimento no Residencial Leblon. Sem contar que tinha como acompanhantes o menor de inicial V., de 13 anos e o Diogo, seu irmão, este com 23 anos. O Cabo Hercílio ia passando e resolveu bater um papo com o trio. “Tem cerol, não, seu guarda, estamos só divertindo”, disse ele. Mas, o policial não acreditou e resolveu checar. A linha parecia uma navalha de tanto cerol. Os três foram levados para a delegacia.

Ficou sem o Gol
Ivanilda vinha com seu carro Gol pela via que dá acesso à Igrejinha de São Vicente. Quando diminuiu a velocidade para passar pelo quebra-molas, viu que emparelhou-se com ela uma dupla a bordo de uma moto de cor vermelha. “Dona, eu não quero matar a senhora. Então é melhor a senhora parar aí mesmo, entregar a chave do carro e não gritar”, disse um dos bandidos. Ainda não tinha dado sete da noite. Ela, sem ter o que fazer, parou, entregou as chaves e ficou em pé na beira da estrada, vendo seu carro ser levado pelos bandidos. Depois, acionou a polícia e foi atendida pelo Sargento Figueiredo.

Moto versus moto
“Paraí, meu chapa!”, disse um elemento que estava na garupa de uma moto de cor preta ao Cícero, que, também, estava em sua moto Yamaha. No começo ele achou que fosse brincadeira. Mas, viu que o elemento que o mandara estacionar portava uma arma de fogo. Então, a fim de evitar coisa pior, ele parou. Parou e ficou sem a sua motoca. O elemento desceu da outra moto, subiu na de Cícero e desapareceu na escuridão. O relógio marcava dez da noite em ponto, no Setor Santa Clara.

Jogo duro
Marcos e Ismael estavam jogando uma pelada no Jardim Primavera. Dentro de campo a coisa esquentou, mas a turma do deixa-disso entrou no meio e apaziguou os ânimos. Só que, a querela continuou depois do jogo, até que, em dado momento, os dois resolveram ira para mais uma disputa. Só que, no braço. E o pau comeu. Bateram, e apanharam mutuamente, até que a polícia chegou. Os soldados Mesquita e Lusimar levaram ambos para a delegacia. Engraçado que, lá, os dois não quiseram brigar.

Autor(a): Nilton Pereira

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