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Casos de Polícia - Ed. 475

Causos de Polícia Comentários 26 de junho de 2014

Notas Gerais


Precocidade
Menores de idade, os garotos de iniciais H e F são velhos conhecidos da Polícia. Eles, sabendo da impunidade, são comerciantes. Vendem drogas no Jardim Santana. Esta semana foram abordados, mais uma vez. Desta feita pelos sargentos Mundim, Pikhardt e Inácio. Como sempre, portando drogas: 12 pedras de crack. Também, como sempre, foram levados ao plantão onde, como sempre, foi feito um Boletim de Ocorrência. Só isso.

Roubados na rua
Já ia dando oito da noite quando Matheus e o menor L transitavam pelas ruas da Vila Jaiara. Batiam o maior papo, falando sobre a Seleção Brasileira, os gols de Neymar e coisas assim. Nem notaram quando surgiu uma moto e, em cima dela, dois elementos de roupas pretas. Na mão de um deles, uma pistola que não tinha mais tamanho. “Botem o dinheirinho que a mamãe deu aqui na mão do titio, não gritem, não chorem nem façam escândalo”, disse um dos bandidos. Os garotos, então, entregaram os telefones celulares e alguns trocados que tinham nos bolsos. Os bandidos agradeceram, subiram na moto e sumiram. O Sargento Luiz Carlos foi quem atendeu a esta ocorrência.

Entregou o filho
Oito da noite, Residencial Veneza. Uma senhora ligou para o 190 e se identificou como sendo mãe de Vinicius. Queria saber os motivos pelos quais seu filho havia sido abordado pela polícia naquela tarde. A Soldado Sara, educadamente, anotou o nome do rapaz e acionou o sistema. E, não é que havia um mandado de prisão contra o dito cujo? Explicando: pela tarde, Vinicius foi abordado por estar na companhia de um elemento acusado de tráfico de drogas. Como, na hora, não fora encontrado nenhum registro de mandado contra ele, os policiais do plantão o liberaram. Mas, à noite, quando sua mãe ligou, o tal mandado de prisão foi encontrado. Então, ele foi preso. Ocorrência coordenada pelo Sargento Guerra, pelo Cabo Santos e pelo Soldado Jair.

Briga de casal
Ainda nem tinha amanhecido direito no Residencial Copacabana e os soldados Maycon e Caio foram acionados para atenderem a uma ocorrência de agressão. Em chegando lá, viram que Rosiane estava com a cara toda amassada. E, quem amassara fora seu amásio, de nome Fábio. “Vai em cana agora!” disse um dos militares. Fábio se encolheu todo e começou a chorar e a pedir perdão. Nem parecia o valentão que acabara de dar uma sova na companheira. “Ah, seu guarda, vamos deixar isso de lado. Vou dar mais uma chance pra ele. A gente se ama”, disse toda sem graça a Rosiane. Os policiais entraram na viatura e deram meia volta. Mas, com a quase certeza de que daqui a mais alguns dias vão ser chamados novamente naquele endereço.

Quintal alheio
Marcos e Matheus, moradores do Polocentro, sem ter coisa mais importante para fazer, resolveram pular o muro da residência do Thiago. Mas, não esperavam que o dono da casa fosse chegar na hora. “Vocês poderiam fazer a gentileza de explicar o que estão fazendo aqui no meu quintal?”, indagou Thiago. Mas, a dupla não teve explicação. Thiago chamou a polícia e lá estiveram o Sargento Jeremias e o Soldado Jayme. Ao chegarem, os policiais notaram que uma das janelas estava quebrada. Por certo, os dois queriam entrar na casa.

Coisas do amor
Larissa resolveu deixar o Kennedy. Para tanto, esperou que ele saísse de casa e começou a retirar a mobília, isto no Residencial Cachoeira Dourada. Mas, o Kenedy chegou e a confusão foi armada. Chamaram a polícia e lá estiveram os soldados Marcos Pereira e Ramos Júnior. Conversa vai, conversa vem, os ânimos se exaltaram. Foi quando a mulher resolveu abrir a “caixa de ferramentas”. E, foi logo dizendo: “Seguinte, seu polícia... essa cara aí tem um monte de balas escondido lá dentro”. Os policiais, então, foram conferir. E, de fato, havia uma sacola cheia de projéteis intactos, de diversos calibres. “Gente, isso aqui não é competência da Polícia Militar. Vamos levar vocês para o plantão, onde poderão explicar melhor ao delegado”, disseram os policiais militares. E, assim foi feito.

Na farmácia
Começava a escurecer. Douglas e Ludmila atendiam aos clientes na farmácia onde trabalham, na Avenida Pedro Ludovico. Nisso, chegaram dois camaradas desconhecidos, usando capacetes. Eram assaltantes e exigiram a entrega do dinheiro do caixa. Os comerciantes, coitados, sem alternativa, entregaram R$ 500 em dinheiro vivo. Ato seguinte, os bandidos sumiram pelas ruas do bairro. O Soldado Cláudio chegou quase em cima da hora, mas não conseguiu deter a dupla.

Sem o celular
O relógio marcava, pontualmente, nove e onze da noite, quando Elaine trafegava pelas ruas do Bairro Batista. Nisso, ouviu um barulho ensurdecedor de uma moto. Ao olhar para trás, viu que dois elementos estavam na “máquina” e pararam bem ao lado dela. E, sem mais delongas, apontaram-lhe uma arma e disseram que eram assaltantes perigosos, que matavam qualquer um, até criança. Ela, toda trêmula, foi obrigada a entregar seu telefone celular. Os bandidos fugiram. Elaine telefonou para o 190 e foi socorrida pelo Sargento Da Silva.

Autor(a): Nilton Pereira

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