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Casos de Polícia - Ed. 472

Causos de Polícia Comentários 05 de junho de 2014


Adeus, moto
João estava na porta de casa, na Vila Nossa Senhora D’Abadia, olhando sua moto Honda Titan. Nisto, se aproximaram dois homens e uma mulher. Ele nem desconfiou de nada. Foi o erro. O trio, com um revólver apontado para ele, deu voz de assalto e levou a moto. Depois, os três montaram no veículo e foram embora, deixando João na saudade.

No portão
Alessandra e Viviane batiam o maior papo na porta de casa, no Jardim Europa. Nisso, parou uma moto, com bagageiro, cujo piloto, sem tirar o capacete foi logo dizendo que era ladrão; que estava nervoso, que estava com pressa e que queria o dinheiro das duas. Para convencê-las, usava um baita revólver. Então, tia e sobrinha entregaram bolsas, celulares, cartões bancários e outros objetos. O folgadão sumiu e as duas vítimas contaram esta história ao Soldado Mesquita.

De bicicleta
No Setor Sul, seis da tarde em ponto, Maria, comerciante do local foi surpreendida por dois elementos que chegaram em duas bicicletas. “Boa tarde dona...”, disse o mais falante. “Boa tarde, rapazes... posso ajudar em alguma coisa?”, disse ela. Ao que o outro respondeu: “Pode sim, a gente está passando por alguns problemas financeiros e gostaríamos, muito, que a senhora nos ajudasse. Aliás, vai passando o dinheiro do caixa, não grite e nem chame a atenção. Isso aqui é um assalto”, ponderou o bandido. Maria, sem ter mais o que fazer, entregou os R$ 200 que estavam na gaveta. Os bandidos, com a maior cara de pau, pegaram as bikes e foram embora. O Sargento Willian chegou logo depois, fez um intenso patrulhamento pelo bairro, mas os malandros evaporaram.

Mau caminho
J. tem, apenas, 13 aninhos. Mas já é um experiente gatuno. Esta semana ele furtou um aparelho de telefone celular que estava dentro do carro de Nivalche, isto no Residencial Itália. Mas, deu azar. Foi abordado pelo Cabo Romes que lhe indagou sobre a procedência do aparelho. Ele não soube explicar e acabou confessando o delito. O telefone foi devolvido ao dono que não quis registrar a ocorrência. Disse que não adiantaria, pois o “di menor” seria solto mesmo. J. foi entregue aos cuidados de sua mãe.

A surpresa
Odirley chegou em casa no Summerville pouco antes das seis da tarde. Vinha cansado do trabalho e queria tomar um banho, jantar e ver televisão. Mas, quando entrou pelo portão, notou que a janela da cozinha estava aberta e ele tinha a certeza de que não havia deixado assim. Veio logo a desconfiança de que fora roubado. E era verdade. Os ladrões levaram um computador e uma furadeira. Odirley foi orientado pelos cabos Almeida e Santana a registrar a ocorrência no Plantão Policial.

Assalto na rua
Deise ia saindo de uma agência bancária na Avenida Tiradentes, quando chegou um sujeito mal encarado. Sem delongas, ele apontou-lhe uma arma de fogo e disse que estava doidinho pra matar alguém. Deise pediu clemência e o bandido exigiu que ela entregasse todo o dinheiro que possuía. E, todo o dinheiro de Deise eram R$ 100. O covardão pegou a grana e desapareceu. Deise, depois do susto, telefonou para a polícia e foi socorrida pelo Cabo Rafael.

Mais dois postos
Já ficou sem graça noticiar assalto a posto de combustível em Anápolis. Desta feita foi o Napolitano, que fica na Vila Jaiara. Os frentistas Cássio e Lucas estavam trabalhando, isto por volta de dez e meia da note, quando chegam dois bandidos em uma motocicleta de cor preta e deram voz de assalto. Levaram R$ 350 em dinheiro vivo e os celulares das vítimas. Os soldados Andrade e Robson ainda tentaram localizar a dupla, porém, sem sucesso. Também, esta semana, um posto da Avenida Brasil, centro, foi assaltado da mesma forma.

Carga roubada
Pouco antes das cinco da tarde, Rua Albertina de Pina, Bairro Alexandrina. Uma carreta estacionada. Ao seu lado, um Escort e uma caminhonete S-10. Alguns homens tiravam fardos de açúcar da carreta e colocavam nos dois outros veículos. A vizinhança achou estranho e chamou a polícia. De pronto, lá chegaram o Cabo Santos e os soldados Luciano e Sandro. Feita a abordagem, constatou-se que se tratava de uma carga roubada em uma empresa de Uberlândia. Assim sendo, Marco Aurélio e Francisco Carvalho foram interrogados e entraram em contradição. Resultado: foi acionada Polícia Civil e os dois levados à central de polícia. Na casa de Marco Aurélio a polícia ainda encontrou várias outras mercadorias sem documentação. Sua esposa, de nome Alessandra, bateu boca com os policiais e foi detida por desacato. Ele foi acusado de receptação de mercadorias furtadas.

Sem defesa
Nove e meia da noite, Bairro Maracanã. Karla seguia tranquilamente pela Rua 11, já pensando na janta, quando dela se aproximaram dois elementos em uma moto. A coitada gelou de medo. E, tinha razão. Os dois eram assaltantes e foram logo dizendo o que queriam: dinheiro; joias, celular, o que fosse. Ela tinha dois celulares. E, ficou sem os dois, porque os bandidos, além da superioridade numérica, ainda estavam com um revólver constantemente apontado para sua cabeça. Foi o que Karla relatou ao Sargento Inácio.

Autor(a): Nilton Pereira

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