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Casos de Polícia - Ed. 468

Causos de Polícia Comentários 08 de maio de 2014

Notas Gerais


Dupla problemática
Lucas e Marcus são velhos amigos. Amigos mesmo. Até para vender drogas. Esta semana, os dois estavam em atitude suspeita, antes das oito da manhã, no Adriana Parque. O Sargento Anivaldo e o Soldado Herik, que têm o costume de acordar cedo, deram de cara com a dupla. “Perdeu... perdeu...” gritaram. Os dois entenderam a deixa e não reagiram. Lucas ainda tentou correr, mas foi impedido. No interior da residência foram encontrados uma arma de fabricação caseira, certa quantia de maconha já “dolada”, ou seja, pronta para o consumo e outros objetos. Resultado: os dois em cana.

Mais dois
Os sargentos Guerra e Inácio, juntamente com o Soldado Jair, iam pelas ruas do Ana Carolina, quase cinco da tarde. Viram Reinaldo e Wellington. Eles, também, viram os policiais. E começaram a tremer. Foi a senha. Abordados, ambos estavam conduzindo substâncias tóxicas, mais especificamente, um quilo de maconha. Os dois, ainda, tentaram dizer que o “bagulho” não era deles. Mas, não colou. Foram levados para a delegacia.

Surra na madrugada
Ainda não tinha dado nem seis da manhã e Dorani já havia tomado uma surra do maridão Wellmington. Tudo começou com uma discussão banal, destas que quase todo casal, de vez em quando, trava. Mas, a situação saiu de controle e a mulher levou um monte de tapas. O Sargento Rosonei foi acionado para levar os brigões para a delegacia.

Visita sem graça
Eli e Evandro estavam em uma panificadora no Setor Jamil Miguel. De repente, foram surpreendidos por dois elementos que, a princípio, pensaram se tratar de clientes. Mas, não eram... A dupla queria, mesmo, era roubar. E, roubou. Levaram 280 reais de Eli e 600 reais de Evandro, mais os telefones celulares de ambos. Os soldados Neto e Alves atenderam a esta ocorrência.

Adeus, motinha
Wellington chegou cansado e resolveu deixar a moto na calçada, em frente à sua casa, na Vila Góis. “Jazinho eu guardo”, disse ele, muito confiante. Passadas duas horas, já refeito do cansaço, Wellington resolveu pegar a moto. Mas, já era tarde. Outra pessoa já havia lhe prestado este favor. Ele, desesperado, ligou para o 190 e foi atendido pelo Sargento Da Silva.

Assalto ousado
“Prestêsse telefone aí, dona...”, disseram dois elementos trajando bermudas e usando boné, para a Josélia. “Posso não, tá sem crédito e eu já estou indo embora”, alegou ela. Isto era por volta de sete e meia da noite, perto do Parque Ipiranga. Então, a dupla perdeu a paciência com Josélia. O mais valente sacou uma faca da cintura e disse que trabalhou por vários anos como açougueiro, antes de entrar para a profissão de assaltante. Ela, coitada, sem defesa, entregou o celular, mais a bolsa com R$ 450 em dinheiro vivo, cartões de crédito e alguns apetrechos de uso pessoal. Os assaltantes agradeceram e, num passe de mágica, desapareceram. O Soldado Glauber socorreu a Josélia.

Adeus, carro
Caio estava com seu carro Gol perto do Ipiranga, por volta de nove e meia da noite. Curtia um som legal, quando foi interceptado por dois desconhecidos. O susto foi o maior que ele disse já ter passado em toda a sua vida. “Dá a chave e desce, se não, você vai junto e, aí, não me responsabilizo por sua vida...”, disse um dos assaltantes. Diante desse quadro, Caio quase cai de susto e entregou as referidas chaves. Refeito do susto, ele telefonou para a polícia e recebeu o apoio do Sargento Godoy.

Na porta de casa
Ronaldo e Adenilson estavam “jogando conversa fora” na calçada de suas residências. Isto, no Bairro JK. Passava de dez e meia da noite. De repente, dois sujeitos mal encarados surgiram de arma em punho anunciando um assalto. Ronaldo ainda pensou que fosse brincadeira de algum amigo. Mas, a coisa era mais séria. Os bandidos, sem muitas dificuldades, levaram os aparelhos celulares dos dois amigos. Eles disseram ao Cabo Almeida e ao Sargento Godoy que foi a última vez que ficaram dando sopa na calçada tarde da noite.

Sequestrado
Dalmi tinha um Celta e cuidava dele como se fosse um filho. Mas, esta semana ele foi abordado por três elementos no Jardim Esperança. Os bandidos não queriam conversa. Queriam o carro. Dalmi, em desvantagem numérica e sem ter como que se defender, não reagiu. O pior é que foi levado pelos bandidos até uma plantação de eucaliptos na GO 330. Ali, foi amarrado e demorou um tempão para se soltar. Assim que conseguiu, ele chamou a polícia e foi atendido pelo Sargento Santos e pelo Soldado Celismar.

Vive apanhando
Há sete anos que Sami apanha de Jeová. Foi o que ela disse no plantão policial, para ode foi levada esta semana pelo Sargento Holanda e pelo Cabo Antunes. Ele é problemático e já responde por uma série de processos. Mas, está solto. Sami disse que perdeu o encanto pelo amásio e, por isso, resolveu chamar a polícia depois de mais uma surra. “Não quero ver ele nem pintado de ouro”, alegou.

Autor(a): Nilton Pereira

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