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Casos de Polícia - Ed. 467

Causos de Polícia Comentários 01 de maio de 2014

Notas Gerais


Valentão demais
Altair pegou sua amásia Rosilene e deu-lhe vários tapas, chutes e empurrões. Falou mais que se ela não parasse de “encher o saco” ele iria matá-la. Ela, mais do que depressa, chamou a polícia. Isto aconteceu às duas da tarde, em plena Rua Engenheiro Portella. Os dois foram levados pela viatura 5356 para o Plantão Policial. Só que, lá chegando, Rosilene desistiu de representar contra o amado e disse que iria dar mais uma chance para ele.

Destinos iguais
Dênia ia pela Rua Pedro Álvares Cabral, na Vila Nossa Senhora D’Abadia, às dez da noite. Betânia ia pela Avenida Nacional, no Residencial Morumbi, às dez e cinquenta da noite. O que as duas tinham em comum? Iriam ser assaltadas por motoqueiros. Dênia por dois que estavam em uma moto escura e armados de faca. Levaram seu celular. Ela foi socorrida pelo Soldado Mesquita. Betânia foi assaltada por outros dois, só que, em uma moto cor de prata. Perdeu celular e R$ 500 em dinheiro vivo.

Cães sequestrados
Cléa criava dois cães que são a coisa mais fofa do mundo. Um branco e outro preto. Criava, pois não cria mais. Os bichinhos foram “sequestrados” por pessoas que estava em um carro Hyundai Sonata, cujas placas foram anotadas pelos vizinhos, isto no Anápolis City. Cléa, então, chamou a polícia e foi atendia prontamente pelo Soldado Patrick. Este acionou o sistema e descobriu o endereço do dono do carro. Mas, ao chegarem lá, veio a surpresa. O cidadão já havia vendido o automóvel só que o novo dono não havia feito a transferência. Ela foi orientada a registrar ocorrência no distrito policial. E, assim, o fez.

Abordagem fatal
“Quem é o Charles aqui?”, perguntou um elemento que chegou a uma empresa farmacêutica no Jundiaí. “Sou eu, gente boa... posso te ajudar?”, disse o Charles. “Pode sim, amigão. Vai lá, pega a chave do cofre e abre ele pra nóis. Se você não se importar, anda logo que estou com muita pressa e tem algumas coisas lá dentro que me interessam”, disse o bandido com um baita revólver na mão. As coisas a que o assaltante se referia eram R$ Um mil em dinheiro vivo. A dupla pegou a grana do caixa também e saiu correndo. O relógio marcava dez para oito da noite. Registro feito pelo Soldado Clodoaldo.

A perseguição
Meia noite e meia e o Sargento De Sá mais o Soldado Freire patrulhavam as ruas do Bairro São João. Por lá depararam com um Monza, cujo condutor apresentava atitude suspeita. Os experientes policiais resolveram abordá-lo. Mas, o motorista saiu em disparada. Os PMs foram pra cima. Pega daqui, pega dali, cerca de cá, cerca de lá e o camarada correndo. Em dado momento ele tentou jogar o carro para abalroar a viatura. O Sargento desviou. Até que, enfim, acabou a perseguição. Os policiais dispararam alguns tiros em direção aos fugitivos que, sem alternativa, estacionaram. Quem estava dirigindo o carro era o Rosevaldo. Mais tonto do que peru na véspera do Natal. Rosiel, seu acompanhante sofreu ferimento na perna com os solavancos do carro. Ambos foram levados ao plantão policial.

Tarado da moto
Bárbara disse ao Soldado Eugênio que estava chegando em casa, no Residencial Vale do Sol, por volta de cinco e meia da manhã, em companhia das menores I, de 17 anos e K, de 16, quando foram abordadas por um motoqueiro que, aparentando estar armado, as assaltou, tomando-lhes os aparelhos celulares. Ato seguinte, o tal motoqueiro obrigou a menor K. a subir na garupa e saiu com ela, tomando rumo ignorado. A PM foi acionada e saiu em perseguição. Minutos depois localizaram o Charles Guimarães, com várias passagens pela polícia com a menor na garupa. Esta, disse que foi obrigada a manter relações sexuais com o assaltante. Assim sendo, foi todo mundo parar na delegacia de plantão.

No supermercado
Lúcia tem um pequeno supermercado no Parque dos Pirineus, onde ganha a vida honestamente. Lá, todo mundo gosta dele. Menos um covardão que apareceu de repente, com uma arma de fogo e deu-lhe voz de assalto. A comerciante, indefesa, foi obrigada a entregar R$ Um mil em dinheiro, mais alguns objetos de valor. O elemento fugiu em uma bicicleta vermelha e não foi mais visto no local. O Sargento Do Vale e o Soldado Dias, ainda tentaram localizá-lo, mas foi em vão.

Maldade pura
“Bom dia, Dona... Nóis é da Sucam e estamos olhando as casas. Cadê os documentos da senhora?”, perguntaram dois bandidos que estavam em um carro Fox de cor preta, para a Maria de Lourdes, moradora do Jardim Eldorado. Ela, inocente, foi para o interior da casa, buscar os documentos, oportunidade em que a dupla se aproveitou para roubar R$ 25,00 em dinheiro, cartões de banco e outros documentos. É bom lembrar que a SUCAM não existe mais desde 1991. Dona Maria de Lourdes foi mais uma vítima dessas quadrilhas que se aproveitam da boa fé e da inocência de pessoas como ela.

Covardia
O casal S. e E., ambos de 25 anos, foi assaltado por dois elementos que se utilizavam de um revólver, no Jardim Arco Verde, isto pouco mais de onze da noite. Além de levarem os documentos pessoais e uma pequena quantia em dinheiro, os bandidos ainda violentaram a mulher. Quem atendeu à ocorrência foi o Cabo Costa, auxiliado pelo Soldado Batista. O homem, resignado, disse que não iria fazer o registro na delegacia. Segundo ele, “não adianta nada”.

Autor(a): Nilton Pereira

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