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Casos de Polícia - Ed. 460

Causos de Polícia Comentários 14 de maro de 2014

Notas Gerais


Vida de cão
O soldado Alcântara vinha pelas ruas da Vila Nossa Senhora D’ Abadia, quando deparou com uma cena inusitada. Uma mulher estava arremessando um cachorro contra o meio-fio. Ele estranhou o fato e parou. Foi ver, era a Eliane, que praticava os maus tratos contra o indefeso animal. Ao ser questionada por que fazia aquilo, a mulher disse que o animal estava doente. Mesmo assim, foi levada para o Plantão Policial onde se registrou um Boletim de Ocorrência.

Acerto de contas
José Alves devia R$ 20,00 para Richard e Deniscley. Esta semana os dois credores resolveram receber a dívidas e foram até à casa do devedor. “Cadê nossa grana, Zé?”, perguntaram. “Cara, tô zerado, passa outro dia”, respondeu o José. “Negativo, parceiro. Tem que ser agora”. Retrucaram os credores. “Não tenho dinheiro”, ainda argumentou o José. Só que, não teve jeito. Os dois apanharam um botijão de gás de propriedade do devedor e iam saindo. Mas, deram tanto azar, que poucos metros adiante encontraram logo com o Coronel Maia, Comandante do Quarto Batalhão. Chamados para explicarem o que faziam com aquele botijão de gás no meio da rua, os dois se enrolaram e tiveram de confessar a apropriação indébita do objeto. Foram levados para a delegacia e autuados em flagrante.

Duas em uma
Três e quinze da tarde e José das Graças ligou para o 190, afirmando que na agência do Bradesco, na Vila Jaiara, haviam colocado um equipamento conhecido por “chupa-cabra”, utilizado para roubos nos caixas eletrônicos. O sargento Holanda e o Cabo Wilton foram lá e constataram o fato. E, às cinco e meia da mesma tarde, os dois militares foram acionados, mais uma vez, pelo mesmo motivo. Só que, o “chupa-cabra” estava instalado em um dos caixas do Banco Itaú, na mesma Vila. Os dois equipamentos foram apresentados na delegacia de plantão.

Caso complicado
Fernando é usuário de drogas e alcoólatra. Pelo menos, foi esta a denúncia que Elisângela fez contra ele. O Sargento Miguel foi acionado para checar, pois além de tudo, o Fernando estava dando uns sopapos na Elizângela. Ao chegar à residência de ambos, o Sargento foi informado pela mulher que ali estavam escondidos mais de 200 comprimidos de um medicamento considerado alucinógeno. O jeito foi levar o casal para a delegacia.

Quase morreu
No vale das Laranjeiras, quatro e meia da tarde, Lesimar foi baleado por um indivíduo desconhecido que estava em uma moto. A Polícia foi chamada por Eurípedes que não deu maiores explicações. Lesimar foi levado para o Hospital de Urgências. Quem atendeu a esta ocorrência foi o Cabo Francione.

Vista na madrugada
Cinco e meia da manhã e o Cabo Romes, acompanhado pelo Soldado Branco, patrulhava as ruas do Bairro Jundiaí. Acharam estranho a porta de um estabelecimento entreaberta e resolveram dar uma olhada. E não é que depararam com Rafael em seu interior, escondido entre as mercadorias? “Fazendo o quê, aqui, meu chapa?”, perguntou o Sargento. “Nada não, seu polícia. Eu vinha passando e resolvi entrar”, respondeu o Rafael, todo sem jeito. “Mas, quem abriu a porta?”, perguntou o policial. “Ninguém não, seu guarda, ela estava aberta”, disse Rafael. Claro que estava mentindo e, claro que foi levado para a delegacia. Em seu poder foram encontrados R$12,00. Isto mesmo: doze reais

Estranha agressão
Meio dia em ponto e Iranete passava pelas ruas do Bairro Bom Clima quando ouviu alguns gritos. “Socorro! Me acode!”. Era Dhionatan que suplicava por ajuda. Iranete se aproximou e viu que o rapaz estava todo ensanguentado. “O que foi isso, cara?”, indagou ela, toda assustada. “Me bateram, me espancaram...”, respondeu ele. “Quem foi?” quis saber a Iranete. “Sei não, me leva pro hospital...” gritou o Dhionatan. Então, a Iranete ligou para a polícia e lá apareceu o Cabo Ribeiro que tomou todas as providências.

Sem as rodas
Dez e meia da noite, Cristiano saiu da aula, em uma faculdade da Avenida Universitária e se dirigiu ao seu carro, um Gol branco. Deu partida, engatou a primeira e tirou o pé da embreagem. Mas, o carro não saiu do lugar. Ele desceu para ver e notou que as duas rodas do lado direito haviam sido furtadas. Cristiano ficou apavorado e ligou para a Polícia. Lá esteve o Cabo Wilton, mas nada havia mais a ser feito.

Salvo na hora
O Sargento Edvaldo e o Soldado Lusimar vinham pelas ruas do Parque Brasília quando viram uma pessoa parada e, ao seu lado, dois homens em uma motocicleta. Quando se aproximaram, a moto arrancou em alta velocidade e o pedestre começou a gritar que estava sendo assaltado pelos dois motoqueiros. Os policiais foram para cima em perseguição. Já no conjunto Morada Nova, o garupa simulou que sacaria de uma arma, colocando a mão na cintura. Então, os policiais atiraram, acertando o pneu da moto. Os dois se esparramaram no chão e sofreram vários arranhões. Um conseguiu fugir embrenhando-se no matagal. O outro foi detido. Trata-se de Bruno, 22 anos, autuado em flagrante. A vítima era o garoto de Inicial W. de 14 anos, de quem os ladrões haviam levado um smartphone e um óculos ray-ban.

Autor(a): Nilton Pereira

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