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Casos de Polícia - Ed. 457

Causos de Polícia Comentários 21 de fevereiro de 2014

Notas Gerais


Adeus, carrinho
Milton tinha um Fiat Uno que era a coisa mais linda do mundo. Seu xodó e, acima de tudo, sua ferramenta de trabalho. Mas, ficou sem ele. E, sem outras ferramentas que estavam dentro do referido carro. Aconteceu na Rua Salgado Filho, no centro da Cidade. Ele disse ao Cabo Claudivino que não sabe e que não viu quem praticou tamanha covardia. O militar o orientou a prestar queixa na delegacia da Polícia Civil.

Precoce
O menor de inicial M vai completar 14 anos em março. Ele, de acordo com a lei, ainda não pode trabalhar. Mas, pode furtar. E, furta... Esta semana, M deu um jeito de entrar na casa da Renata e levou dois aparelhos de telefone celular. Chamado para atender a ocorrência, o Cabo Claudivino levou o garoto-problema para a Delegacia de Defesa do Menor, onde foram adotadas as providências costumeiras.

Celular no posto
Gilmar curtia a vida em um posto de gasolina na Avenida Brasil, achando que não teria problema algum. Estava redondamente enganado. De repente, surgiram dois brutamontes, com uma faca que mais parecia um facão e foram logo dizendo que eram ladrões profissionais e que não podiam perder muito tempo. A única coisa de valor que Gilmar conduzia era um aparelho celular e relutou em entregá-lo. Aí, os covardões o agrediram, aproveitando-se estarem de dois contra um e, ainda, armados com faca. O Cabo Rodrigues foi quem atendeu a esta ocorrência.

Roubaram o Tião
Sebastião dá um duro danado para ganhar a vida honestamente. Ele tem um pequeno comércio na Vila União. Esta semana, por volta de sete e meia da noite, Tião estava fechando o caixa, quando apareceu um cidadão acima de qualquer suspeita. “Boa noite, amigo... posso te ajudar em alguma coisa?” perguntou o comerciante. “Pode sim, gente fina. Eu quero o dinheiro que você está contando e mais algum que estiver escondido. E, não banque o esperto, senão eu te mato com este revólver aqui”, disse, apontando um 38 pretinho. Sebastião, coitado, pensou na vida e imaginou: ‘Estou só com 47 anos de idade, tenho muito chão pela frente e não vou morrer de graça’. Achou melhor entregar R$ 200,00 e o bandido ainda agradeceu, antes de subir em uma moto de cor vermelha e desaparecer na escuridão da noite.

Levou, achou!
Mulher de sorte é a Nara. Ela teve seu carro de marca Volkswagen Gol, cor prata, furtado na Rua Firmo de Velasco, no centro da Cidade. Ligou, imediatamente, para a Polícia e, poucos minutos depois, recebeu uma ligação da qual nunca vai se esquecer. O veículo havia sido localizado na Vila São Joaquim. Nara correu para lá e, toda feliz, agradeceu o empenho do Cabo Almeida, pegou as chaves do carro e voltou zunindo para casa. Antes, disse que vai tomar mais cuidado de agora em diante.

Espertinho
Jean Paulo, com nome imponente e fazendo-se passar por gente boa, chegou a uma agência da Caixa Econômica Federal e deu entrada com alguns papéis para receber o seguro desemprego. Só que, a documentação estava em nome de outra pessoa, o Luciano. Os funcionários do banco desconfiaram da conversa de Jean Paulo e foram enrolando até a chegada dos cabos Antunes e Benevaldo. Não deu outra. Ele foi convidado a comparecer à delegacia da Polícia Federal, onde se instaurou um procedimento em seu desfavor, sob a acusação de estelionato contra o sistema financeiro nacional. Resultado: vai demorar a sair dessa.

Bicicleta e TV
Lá vinha Mauro com um aparelho de TV na garupa da bicicleta, todo descontraído, pelas ruas do Parque Brasília, oito e meia da noite. O Sargento Anderson achou aquilo muito estranho. “Paraí, parceiro... para onde você está indo e que televisão é esta?”, perguntou a autoridade policial. No que Mauro respondeu friamente: “Eu ganhei”. O policial: “Ganhou? De quem?”. Mauro: “Sei o nome não doutor...”. O policial: “Cadê o documento?”. Mauro: “Tem não autoridade...”. Policial: “Então, parceiro, você vai explicar isto para o delegado”. E foram, todos, para a delegacia.

A visita
Moreno alto, forte, aparentando 40 anos. Pose de galã. Foi assim que Maria descreveu o sujeito que chegou ao seu estabelecimento comercial, na Vila Jaiara. Faltavam dois minutos para as dez da manhã. E, o dito cujo não queria comprar nada. Queria, mesmo, era assaltar. Como argumento, apresentou a Maria um revólver cheinho de balas. Ela, sem defesa e sem saída, entregou a féria do dia, pouco mais de R$ 200,00. O bandido, de cara limpa, subiu numa moto e desapareceu. Detalhe: no tanque da moto havia um adesivo com a inscrição “Deus é fiel”. Maria disse ao Soldado Pereira que ficou indignada com tamanho sacrilégio.

Amores complicados
Fabíola tem um caso de amor com Leandro. Eles moram no Jardim das Américas 3ª Etapa. Mas, as coisas não andam bem entre os dois e esta semana ele resolveu dar uma surra nela. Ela, apanhada, chamou a polícia e foi socorrida pelo Sargento Galvão e pelo Soldado Albuquerque. Outra que se queixou do companheiro foi Rosana. Ela disse que seu amásio, cujo nome não aparece na ocorrência, chegou bêbado e ameaçou-lhe dar uns catiripapos. Rosana chamou a PM e lá compareceu o Cabo Sidney.

Autor(a): Nilton Pereira

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