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Casos de Polícia - Ed. 454

Causos de Polícia Comentários 31 de janeiro de 2014

Notas Gerais


Levou uma surra
Era quase meia noite quando o Sargento J. Divino e o Soldado Eugênio foram chamados à Rua Monteiro Lobato, Jardim Goiano, onde havia uma confusão. Chegaram lá e depararam com Alemar com a cara toda quebrada. Ele, Alemar, já se envolvera com um crime de homicídio, segundo constataram os policiais. Mas, devido aos ferimentos, não tinha condições de falar. Foi levado pelo Corpo de Bombeiros para o Hospital de Urgências. De lá, as providências foram adotadas pela Polícia Civil.

Cliente e fornecedor
Os sargentos Mundim, Pikhardt e Inácio estavam de serviço no Bairro São Jorge, quando viram Michel e Alex em atitude suspeita. Fizeram a abordagem e viram quando um deles jogou um pacote para o lado. Foram ver o que era e constataram que se tratava de uma embalagem com dez pedras de crack prontas para o consumo, ou para a venda. Alex disse, no Plantão, que era usuário e que estava, apenas, comprando a droga. Michel foi enquadrado de acordo com a lei

Arma argentina
Weder e Thiago estavam no Bairro Boa Vista, dando um rolé de moto. O Sargento Teixeira e o Soldado Palmério resolveram bater um papo com eles. Mas, a dupla não quis esperar e empreendeu fuga. Os policiais desconfiaram e correram atrás. Pega daqui, pega dali e os motoqueiros acabaram colidindo com a viatura da PM. Os militares viram, ainda, quando Weder jogou alguma coisa debaixo de um carro. Foram lá ver e encontraram uma arma de fogo calibre 22, de fabricação argentina. Os dois foram conduzidos para uma conversa com o delegado de plantão.

Dó do ladrão
Victor Hugo chamou o Sargento Cardoso e o Soldado Sidney e disse que seu estabelecimento comercial, na Vila Santa Maria de Nazareth fora arrombado. Os policiais não perderam tempo e saíram em patrulhamento. Logo depararam com Júlio César que carregava uma sacola com duas panelas de alumínio, duas lâmpadas e oito isqueiros. Levado à presença do comerciante, constatou-se que eram, de fato, mercadorias furtadas naquele estabelecimento. Mas, para a surpresa geral, Victor Hugo não quis dar queixa contra Júlio César.

Roubo ousado
Donizeth estava na garagem de sua casa, no Residencial Vale do Sol, lavando o carro. Isto onze e tanto da noite, depois de haver trabalhado o dia todo. De repente, um elemento desconhecido saltou o muro em, de arma em punho, exigiu que ele abrisse o portão. Ele abriu e mais dois assaltantes entraram, amarrando Donizeth e sua companheira Lidiane no banheiro. Depois, fizeram um limpa na casa. Levaram celulares, note book e outros objetos de menor valor. Foi o que a vítima narrou ao Cabo Reis e ao Soldado Robson.

Amanheceram brigando
Não era nem sete e meia da manhã e Alderi estava bebendo na mercearia de Leandro. Isto, no Calixtolândia. De repente começou uma discussão com outras pessoas e Leandro foi apaziguar. Mas, seu pai, Ronaldo, vendo o filho metido na briga, sacou uma arma e disparou no rumo da confusão. Agnaldo, que estava no rolo, levou um tiro na perna. O Soldado Alcântara levou todo mundo para a delegacia.

Fim de um amor
Patrícia amava Alisson. E, era correspondida. Mas, um dia, esse amor acabou e cada um qual seguiu seu caminho. Só que, Alisson, de vez em quando, tem uma recaída e tenta reconciliar com a ex. Ela não quer saber mais dele Todo mundo mora no Calixtópolis. Esta semana Alisson perdeu o controle, pulou o muro e começou a quebrar os móveis de Patrícia. A polícia chegou e controlou a situação. Logo chegou, também, Oswaldo, queixando-se que fora assaltado por Alisson na madrugada anterior. Mais confusão e o jeito foi levar todo mundo para a delegacia de plantão. Isto, sete e pouco da manhã. Pode?

Bateu no ex-marido
Eduardo foi casado com Ivoneide. Hoje, estão separados e, bem separados. Não se entendem. Esta semana, os dois se encontraram por volta de cinco da tarde, no Calixtópolis. Sem mais delongas, ela partiu para a ignorância e aplicou uma sonora surra no ex-marido. Ele, sem querer revidar, chamou a polícia e foi socorrido pelo Cabo Mota.

Som de madrugada
Passava de uma da manhã e o som na casa de Lucélio estava perturbando a todos na Avenida Brasil, Bairro de Lourdes. O vizinho Demir resolveu chamar a polícia e foi atendido pelos soldados Jansgles e Rangel. Os militares pediram que ele os acompanhasse ao plantão, mas Demir desistiu. Meia hora depois, ele votou a ligar e disse que o som estava mais alto ainda. Os militares voltaram e, aí, não teve conversa. Foi todo mundo levado para a delegacia.

Surpresa no portão
Aparecida chegava à sua residência no Morada Nova por volta de quatro e meia da manhã. Quando ia abrir o portão, apareceram dois bandidos, armados e a obrigaram a entregar as chaves do veículo Pálio, mais os pertences pessoais e R$ 1.600 em grana viva. Em seguida, a dupla de assaltantes desapareceu na escuridão. O caso foi atendido pelo Cabo Hercílio.

Autor(a): Nilton Pereira

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