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Casos de Polícia - Ed. 449

Causos de Polícia Comentários 20 de dezembro de 2013

Notas Gerais


Briga feminina
O Sargento Bueno e o Soldado Branco receberam um comunicado pelo rádio: “Corram lá no Residencial São Paulo que a chapa esquentou. Está a maior confusão na Rua Ferroviária”. Incontinenti, os dois policiais voaram para o endereço. Chegando lá, depararam com a grotesca cena: quatro mulheres se engalfinhando em uma luta que mais parecia comédia de pastelão. Eram Katiele; Katrine, Thays e Hanielly se pegando. Disseram que era por motivos passionais. Com muita paciência, os policiais acalmaram as brigonas e as conduziram para a delegacia de polícia. Isto, pouco mais de cinco da tarde.

Luiz acusa Luiz
Luiz Carlos disse ao Sargento Carlos e ao Soldado Alves que estava fechando sua loja e que deixou sua carteira no interior do veículo, onde estava outro Luiz, o Fernandes. Disse mais que quando entrou no veículo não encontrou mais nem o Luiz Fernandes, nem a carteira. Ele acusou o outro Luiz de havê-la furtado. Isto pouco antes das sete da noite, na Rua Doutor Genserico, centro da Cidade. Os policiais disseram a Luiz que prestasse queixa contra Luiz na Delegacia Geral. E, foi o que Luiz fez.

No posto, outra vez
Lucas e Kaleb estavam de serviço no posto de gasolina que fica na Avenida Pedro Ludovico, quando um elemento de camisa branca, usando um boné preto e, de arma em punho, disse que estava precisando de dinheiro e sabia que lá no posto havia bastante. Disse mais, que se os dois frentistas não entregassem, iriam para o céu naquela noite. Amedrontados, Lucas e Kaleb entregaram R$ 1.229,30 em grana viva. O bandidaço agradeceu a gentileza e foi embora. Os funcionários do posto chamaram o Sargento da Silva e o Soldado Porto, que os socorreram. Mas, do ladrão, nem notícia.

Adeus, moto
Não eram nem nove e meia da noite quando Joalison parou sua moto e estava conversando com alguns amigos no Vivian Park. De repente, apareceu um elemento que eles juram nunca ter visto e, com um capacete na mão esquerda e um revólver na mão direita, foi logo pedindo as chaves da Honda Fan, de cor azul. Sem poder reagir, Joalison entregou e o bandido, demonstrando ser bom motoqueiro, saiu empinando a dita cuja, desaparecendo na escuridão. O Cabo Batista e o Soldado Mesquita foram chamados e ainda tentaram localizar o bandido, mas não foi daquela vez.

Corajoso
Onze e meia da noite e Ricardo resolveu ir à casa de um amigo, no Conjunto Nações Unidas. Antes de tocar a campainha, viu que duas motos vermelhas estacionaram ao seu lado no mesmo instante. Ele até pensou tratar-se de alguns conhecidos, mas estava enganado. Eram dois assaltantes. Sem muita conversa a dupla deu voz de assalto e tomou-lhe o celular Samsung. Entretanto, Ricardo, percebeu que os bandidos não estavam armados e resolveu encará-los. Rolaram no chão por uns bons minutos, mas os assaltantes acabaram fugindo, levando com eles o bendito celular. Foi o que Ricardo disse ao Cabo Santana e ao Soldado Alcântara.

Na bronca
“Onde é que você estava até uma hora dessas?”, perguntou Elaine ao amásio Leonardo. Ele respondeu: “Não é de sua conta e não me enche o saco...”. Ela respondeu: “Pois é, quando a gente resolveu ficar junto você era bem diferente...”. Leonardo, duas e meia da manhã, cabeça cheia, não aguentou e partiu para cima de Elaine. Deu-lhe vários sopapos e ela começou a gritar e chamou a polícia. Logo apareceram o Sargento Joseval e o Soldado Lima. Mas, Leonardo já havia escafedido, utilizando o carro do irmão. Aconteceu no Residencial São João.

Perfume caro
André gosta de andar cheiroso. Mas, não tem coragem de trabalhar e comprar perfumes. Resolveu, então, furtar alguns desodorantes em um supermercado do Jardim Gonçalves. Entrou todo desconfiado e, ao primeiro descuido, colocou logo sete frascos de variadas marcas entre as roupas e ia saindo numa boa. Mas, Luiz Gustavo, segurança do estabelecimento, o abordou educadamente e disse: “Ô gente boa, você se esqueceu de passar no caixa. Faz favor, vai lá e paga à menina”. Ao que André tentou desconversar e fugir. Mas, foi agarrado e entregue ao Sargento Carlos e ao Soldado Alves.

Moto fria
Weberson vinha todo tranquilo, pilotando uma belíssima moto vermelha tipo Strada, pelas ruas do Conjunto Filostro Machado. Deu de cara com a viatura onde estavam a Soldado Sarah e o Soldado Paulo Caetano. Os militares, desconfiados, mandaram que ele parasse. “Cadê o documento da moto, playboy?”, perguntaram os agentes da lei. Ao que Weberson respondeu: “Seguinte, chefia... essa máquina eu comprei do Laércio, meu amigo e ele ainda não assinou o recibo...”. Então, os policiais resolveram checar no sistema e viram que a referida moto era produto de furto. Foram à casa do tal Laércio que quase deu um piripaque quando viu a viatura encostando. Foi todo mundo explicar o caso para o delgado de plantão.

Autor(a): Nilton Pereira

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