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Casos de Polícia - Ed. 448

Causos de Polícia Comentários 13 de dezembro de 2013

Notas Gerais


Muita droga
Faltavam quinze minutos para as dez da noite, quando Carlos Henrique, dirigindo um veículo Astra, passou pela viatura ocupada pelos soldados Tadeu e Freire, isto na Avenida Universitária. Os policiais desconfiaram das atitudes do motorista e resolveram segui-lo. Entra aqui, sai ali, até que o carro foi parado. Fizeram uma revista e detectaram vestígios de drogas. Os militares, então, resolveram ir à casa de Carlos Henrique. Lá, se assustaram ao ver 30 quilos de maconha; 860 gramas de cocaína e crack, duas balanças de precisão; R$ 783 em espécie, uma pistola nove milímetros e outros objetos. Não teve jeito. Carlos Henrique, acompanhado da esposa Tahys, foi levado ao Plantão de Polícia.

Roubada na garagem
Letícia, coitada, na maior inocência, deixou seu carro em uma garagem do centro da Cidade e saiu para resolver alguns negócios. Ao retornar, viu que o vidro de uma das portas estava aberto e, ao fazer uma averiguação, sentiu a falta de R$ 340 em dinheiro. Os funcionários disseram que não viram nenhum movimento estranho e que o vidro fora deixado aberto pela própria Letícia. Ela disse aos soldados Freire e Tadeu que não sabe o que fazer.

Folgadinho
Duas e meia da tarde e o Sargento Prado recebeu uma ligação dando conta de que havia sido praticado um furto em uma loja de material para informática e que o assaltante estava armado. O militar resolveu, então, checar. Ao se dirigir pela região do Residencial Reny Cury, viu um elemento suspeito, com uma mochila nas costas. Parou a viatura e o chamou: “Boa tarde, meu jovem...” Ao que ele respondeu: “Boa tarde, seu guarda...”. “Vai levando o quê, nesta mochila, meu rapaz?”, retrucou o policial. “Nada não, doutor, é só coisa minha...”, foi a resposta. “Então abre ai que eu quero dar só uma olhada...”, disse o Sargento. Foi então que a casa caiu e Marcos entregou o ouro. Dentro da mochila estava parte do material roubado. Levado à presença da proprietária da loja, esta o reconheceu. Outra coisa: a arma era um simulacro (de brinquedo). Dançou...

Golpe covarde
Interfonaram na casa de Laura, no Santo André. Ela foi atender e perguntou quem era. A voz, do outro lado, disse: “Sou agente da dengue, estou fazendo uma visita e queria que a senhora abrisse o portão”. Mas, Laura desconfiada respondeu: “Uai, moço, aqui quem faz a visita é uma mulher”. O interlocutor disse: “É que ela está de licença e eu estou no lugar dela. Acho bom a senhora abrir, porque tem muita contaminação aqui no bairro”. Laura abriu o portão. De fato, o sujeito estava com o uniforme completo de agente. Mas, tinha na mão, também, um baita revólver. O bandido a obrigou a entrar para a casa e chamou mais dois comparsas que estavam nas imediações. Trancaram Laura e uma garota que estava no interior da casa em um quarto e roubaram joias, dinheiro, aparelhos eletroeletrônicos e um carro Fox de cor prata.

Surra inexplicável
O Sargento Camilo e o Soldado Alberto chegaram a uma rua do Bairro São Jorge e depararam com Álvaro caído ao chão e todo machucado. Era pouco mais de dez da noite. Perguntado o que ocorrera, ele disse que foi cercado por quatro elementos que lhe aplicaram uma surra, sem dizerem os motivos. Ou seja, Álvaro apanhou sem saber por que estava apanhando e nem de quem estava apanhando.

Assaltada na rua
Nove e meia da noite, Juliana retornava para casa. Nisto, chegaram dois marmanjões e disseram que exerciam a função de assaltantes e estavam de serviço. Com uma faca, a ameaçaram de morte, caso não entregasse a bolsa e os demais pertences. Ela não teve muita escolha e entregou. Dentro da bolsa estavam R$ 1.900 em grana viva um celular e documentos pessoais. Ele relatou estes fatos ao Cabo Santana e ao Soldado Pereira.

Reagiu contra quatro
Nelson foi cercado por quatro assaltantes no Residencial Vila Verde. Passava da meia noite. Os bandidos queriam dinheiro e outras coisas mais. Nelson disse que não tinha dinheiro e que, também, não tinha medo do quarteto. Foi a maior briga da noite. Nelson apesar da desvantagem numérica, ainda acertou uns bons sopapos nos bandidos. Mas, levou um corte no braço e na mão do lado esquerdo. Foi atendido no Hospital Municipal e narrou a façanha ao Cabo Caetano e ao Soldado Rahion.

Receber na marra
“Ou paga, ou muda, ou morre”. Foi esta a ameaça que, segundo Vagner, lhe fizeram Fabrício e Edvaldo. A conta em referência é de dois meses de aluguel atrasados. Chamaram a PM e lá estiveram o Cabo Célio e o Soldado Tomé. Levaram todo mundo para a delegacia. Mas, como os policiais civis estavam em greve, ficou o dito pelo não dito.

Não queria pagar
Já estava amanhecendo o dia em um bar chique da Avenida São Francisco e Thiago, todo animado, ainda tomava todas. De repente, deu vontade de ir embora e pediu a conta. Ao ver a comanda, ele se assustou e disse que não tinha tanta grana assim. Foi o maior quiproquó. O gerente chamou o Cabo Costa e o Soldado Marcos que levaram todo mundo para a delegacia. Só que, chegando lá, a mesma história: policiais civis em greve. Mas a tia de Thiago, chamada às pressas, se comprometeu a pagar o prejuízo. Já com o sol despontando, foi todo mundo para casa.

Autor(a): Nilton Pereira

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