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Casos de Polícia - Ed. 440

Geral Comentários 18 de outubro de 2013

Notas Gerais


Dois furtos
Omar, que mora na Rua 14 de Julho, no centro, saiu de casa por um instantinho e, quando voltou, viu que uma das portas da residência estava arrombada. De cara chamou a polícia e foi atendido pelo Sargento Carlos. Isto, nove e quinze da manhã. O ladrão (ou ladrões) levou um note book, um play station e uma máquina fotográfica.
Outra que recebeu a visita dos “amigos do alheio” foi a Maria. Ela que mora no Jardim Calixto. Maria contou ao Cabo Batista que saiu de casa às seis da manhã e, quando retornou, notou que haviam desaparecido um par de chuteiras e um aparelho de DVD.

Estranha ocorrência
O Sargento Rosonei e o Soldado Branco atenderam a uma ocorrência das mais inusitadas. Eles foram chamados por Rafael, que mora no Vivian Park. Rafael contou que Luciana, outra residente no setor, fica passando em frente à sua casa e permanece por vários minutos olhando o movimento no interior da residência. É cada uma...

Quarteto do mal
Dois casais chegaram ao estabelecimento comercial de Mikhail, no Jundiaí, sete e meia da manhã. Compraram algumas cervejas e quando o comerciante deu por si, o quarteto havia desaparecido. Olhou mais atentamente e viu que seu revólver calibre 38, também, havia sumido. Desesperado Mikhail chamou a polícia e foi atendido pelo Sargento Xavier e pelo Cabo Canedo.

Relação em conflito
Vanda é casada com André. Mas a relação anda meio conturbada. Esta semana, o casal frequentou as ocorrências policiais por duas oportunidades. Uma, atendida pelo Sargento Lima e pelo Cabo Romes e outra atendida pelos soldados Mesquita e Sampaio. Além das agressões de que se queixou, ela ainda disse que seu carro havia sido arrombado e dele subtraídos alguns equipamentos, como alto-falantes, um toca CD pirâmide, um tampão e outros objetos e suspeitava que o ato teria sido praticado por André. Mais um caso para a Dra. Aline Vilela, Delegada da Mulher, resolver.

Família complicada
O Sargento Lima e o Cabo Romes foram chamados para ver uma confusão no Summerville. E, era, de fato, uma baita confusão familiar envolvendo Cleide e seus filhos. Um deles, de nome Diego, estava batendo na mãe. Quando a polícia chegou, foi “recepcionada” por Amanda, outra filha de Cleide que, dentre outras coisas, disse que era para que os policiais caíssem fora, se não, ela iria encher a cara deles de bala. E, quando foi feita a abordagem na valentona, o Diego e outro elemento chamado Wallison, disseram que iriam entrar na casa, pegar uma Ponto 40 (arma pesada) e resolverem a situação. Foi chamado reforço e todo mundo levado para a delegacia de plantão. Lá, acabou a valentia da família. Cleide disse que ‘não aguenta mais’ os filhos e que rola droga entre eles. Só pode ser...

Dormindo no jardim
Edésio estava tirando uma gostosa soneca. Só que, no jardim de uma clínica que fica na Rua Achiles de Pina, centro da Cidade. O Major PM Pinho achou aquilo muito estranho e chamou uma viatura. Lá compareceram o Sargento Da Silva e o Soldado Porto. Eles acordaram o Edésio e viram que ele portava alguns objetos. Eram latinhas de cerveja. Apertado, o dorminhoco confessou que era produto de furto e soube-se que a mercadoria pertencia a Reny Bernardo.

Cliente mal visto
Marcos entrou no supermercado de Luciano, no Parque Calixtópolis, e apanhou alguns frascos de desodorante, latas de refrigerante e outros produtos. Só que, ao invés de colocar no carrinho, ou, na cesta, como faz todo mundo, resolveu camuflar a mercadoria entre suas vestes e ia saindo de mansinho. Foi quando os fiscais descobriram e o interceptaram na saída. Chamaram a Polícia e lá estiveram o Sargento Santos e o Soldado Gessi. Estes, gentilmente, ofereceram uma carona para Marcos até a Praça do Expedicionário, no centro, onde fica, coincidentemente, o Plantão Policial.

Briga no shopping
Vinte para as quatro da tarde e o menor J. (17 anos) estava em um dos shoppings da Cidade, acompanhado de E. (15 anos). Conversa vai, conversa vem, eis que surgiu o A. (15 anos) e sem dizer qualquer coisa, foi se aproximando da dupla com um canivete na mão. Deu duas estocadas no braço de Júlio que clamou por todos os santos de quem sabia o nome. A. deu, ainda, três socos na face de E. Os seguranças do shopping agiram rápido e detiveram os brigões até que chegassem o Sargento Da Silva e o Soldado Porto, que levaram os envolvidos para a delegacia.

Parada fatal
Passava das dez e meia da noite quando Rimer desceu do ônibus na Avenida Pedro Ludovico, Residencial Gibran. Ia cantarolando uma música, quando surgiu em sua frente um sujeito dos mais mal encarados, portando uma peixeira que mais parecia uma espada. “Passa tudo pra cá e não olha para a minha cara, se não eu abro sua barriga”, disse o assaltante em tom ameaçador. Não teve jeito. Rimer entregou a pochete com um aparelho celular, uma câmera digital, documentos pessoais, cartões de crédito e mais R$ 50 em grana viva. Ele foi socorrido pelo Cabo Batista e pelo Soldado Mesquita.

Autor(a): Nilton Pereira

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