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Casos de Polícia - Ed. 439

Causos de Polícia Comentários 11 de outubro de 2013

Notas Gerais


Bandido audacioso
Daniel que, segundo soube-se, tem como ofício vender drogas, foi à casa de Ridamar, dizendo que o filho desta havia comprado alguns “baratos” e não pagara a conta. Daniel queria que Ridamar saldasse a dívida do filho. Como a vítima não tinha dinheiro, Daniel resolveu “fazer justiça com as próprias mãos” e a agrediu. A Polícia Militar foi chamada e o Cabo Rodrigues, com a ajuda do Soldado Thallys atendeu à ocorrência. Isto, na Rua Manoel D’Abadia, centro, às dez e meia da manhã. Daniel, quando viu a viatura, sumiu no mundo.

Ladrão folgado
O menor de inicial C vinha para o serviço no centro da Cidade, quando foi abordado por um bandidão que queria o seu celular. Ele disse que precisava do telefone para trabalhar e pediu clemência ao assaltante. Este, então, fez outra proposta: que o menor fosse com ele a uma agência lotérica, sacasse dinheiro e o entregasse. Foi o que aconteceu. O menor retirou R$ 40 e deu ao bandido que foi embora na maior cara de pau. Isto ocorreu na Rua Primeiro de Maio, pouco mais de onze e meia do dia. O relato é do Cabo Samuel e do Soldado César que, ainda, tentaram encontra o marginal, mas não conseguiram.

Conto do “achadinho”
Eunice sacou R$ 800 de um banco no centro da Cidade e ia tranquilamente pela Rua Engenheiro Portella. Era por volta de duas e quarenta da tarde. Nisso, aproximou-se um casal “muito simpático” e veio com aquela conversa mole. Vai daqui, vai dali, a dupla acabou ludibriando a Eunice no manjado golpe do “achadinho”, aquele em que os estelionatários simulam ter encontrado algum dinheiro, ou documento que teria caído da bolsa da vítima. Resultado: no final do papo, o casal sumiu, sem antes tomar os R$ 800 de Eunice. Foi o que ela declarou ao Cabo Samuel e ao Soldado César.

Porta arrombada
Na Avenida São Francisco, a funcionária de Célio Marques fechou a porta do estabelecimento por alguns minutos e, quando retornou, viu que o local estava violado. Ela, então, chamou a Polícia e, lá compareceram o Cabo Washington e o Soldado Harley. O dono, Célio Marcos, chegou logo em seguida e notou o sumiço de um envelope contendo R$ 300. Os policiais tentaram encontrar uma dupla que, segundo testemunhas, estava em um Gol de cor prata em atitude suspeita no local. Não conseguiram.

Assalto na firma
Fernando tem um comércio no Residencial Geovanna Braga. Esta semana aportou por lá um elemento magro, alto, de cor morena e queria alguma coisa. E, esta alguma coisa era dinheiro. De arma em punho, foi fácil levar os R$ 200 que estavam no caixa. O bandido estava em um Gol de cor azul e despareceu nas ruas do bairro. O Sargento Bueno e o Soldado Pereira ainda tentaram localizá-lo, mas foi em vão.

Desembarque cruel
Cinco para as nove da noite e Marineide desembarcou do ônibus na Avenida Brasil. Mal sabia ela que uma comissão a estava esperando para dar as boas vindas e, de quebra, assaltá-la. Eram dois marmanjos em uma motocicleta de cor vermelha que, sem mais delongas, tomaram os R$ 300 que Marineide conduzia. O Sargento Bueno chegou em seu socorro, mas os assaltantes haviam desaparecido. Marineide ficou no prejuízo.

Assaltada
Shirley estava em sua Saveiro trafegando pelas ruas do Bairro das Bandeiras, se dirigindo para casa. Era por volta de nove e meia da noite. Ela notou que estava sendo seguida por um VW Polo, de cor prata. Mas, não deu muita importância. Deveria ter dado, pois eram dois assaltantes. Eles abordaram a vítima e levaram a caminhonete sem muito esforço. Foi o que ela contou aos policiais que a socorreram.

Muito cigarro
Newton estava em seu carro rodando pelas ruas do São Lourenço, quando foi abordado pelo Sargento Guerra e pelos soldados Sandro e Nerivon. Conversa vai, conversa vem, os policiais, então, decidiram dar “uma geral” no veículo. Encontraram mais de 70 pacotes de cigarros, sem a devida documentação. Newton disse que era para seu uso pessoal, mas não convenceu a força policial. Os Policiais, então, o conduziram à delegacia de plantão para os devidos esclarecimentos.

Em casa
Na Vila Norte, Antônio Agostinho chamou a PM e foi atendo pelo Sargento Cambuí e pelo Soldado Tonelini. Ele disse que dois elementos não identificados chegaram à sua residência e deram voz de assalto. Para convencê-lo, estavam com dois porretes e ameaçaram quebrar a sua cabeça. Antônio, para não morrer, decidiu entregar o dinheiro que estava guardado em casa. Um total de R$ 115. Os ladrões levaram, ainda, dois aparelhos de telefone celular. Isso às duas horas da madrugada.

Outro assalto
O Sargento Cambuí e o Soldado Tonelini foram chamados para socorrerem o comerciante Hélio, que tem um estabelecimento no Jardim das Américas III Etapa. Eram, pontualmente, oito da noite. Em lá chegando, os militares souberam que, minutos antes, dois bandidos armados de revólveres invadiram o comércio de Hélio e roubaram tudo o que tinha no caixa. Aproximadamente R$ 1,2 mil. Mesmo com o esforço dos agentes da lei, não foi possível encontrar a dupla de assaltantes.

Autor(a): Nilton Pereira

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