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Casos de Polícia - Ed. 419

Geral Comentários 24 de maio de 2013

Notas Gerais


O susto de Quinzinho
Joseli Joaquim Ribeiro, o Quinzinho, contador, advogado e ex-vereador, saiu de uma mercearia no Bairro Novo Paraíso e, ao entrar em sua caminhonete, deu de cara com um elemento desconhecido. Pensou tratar-se de algum eleitor, ou, alguém querendo uma carona. Qual nada... O sujeito queria, mesmo, era a caminhonete de Quinzinho. E, utilizou um argumento incontestável: um Taurus 38, apontado em direção à suas costelas. Experiente, o ex-vereador pediu calma ao bandido, entregou as chaves e desceu, deixando que este levasse o veículo. Só que o ladrão desastrado entrou em uma rua sem saída e teve que deixar a caminhonete, embrenhando-se no mato, pois a polícia já estava chegando. Quinzinho disse que nunca havia levado tamanho susto.

Sem as ferramentas
Nilton, que tem um estabelecimento comercial na Rua Coronel Batista, chegou cedo para trabalhar. E, notou que havia alguma coisa diferente. Olhou para cima e viu que o telhado havia sido arrombado. Olhou para baixo e viu que haviam sumido uma lixadeira e uma furadeira. Não pensou duas vezes. Ligou para o COPOM e foi atendido pelo Cabo Rodrigues e pelo Soldado Jefferson.

Sem a moto I
Luiz Fernando resolveu fazer um caminhada e deixou sua moto em casa. Ele mora na Vila União. Ao chegar da caminhada, viu que a moto não estava lá. Pensou que alguém houvesse tomado emprestado. Nada disso. A motoca foi furtada e ele, desconsolado, chamou a polícia.

Sem a moto II
Júnio estava em sua moto trafegando pelas ruas do Bairro Santo André. Isto, por volta de meia noite e meia. De repente, apareceu em sua frente um elemento magro, cor escura, com um baita revólver na mão. Voz de assalto, Júnio teve de entregar as chaves. O bandidão subiu na moto e desapareceu na escuridão. A vítima foi atendida pelo Soldado Vivaldo. Disse que, por estar escuro, não viu, direito, a fisionomia do assaltante.

Roubo covarde
Miguelina, que mora no Residencial Araguaia, tinha R$ 850. Tinha, porque, esta semana, um ladrão entrou em sua casa e levou todo o dinheiro que ela havia guardado para pagar algumas contas. Além da grana viva, os marginais se apoderaram de um note book novinho. Foi o que ela contou ao Cabo Djalma e ao Soldado Sales.

Assaltado em serviço
Marcelo trabalha em um supermercado do Recanto do Sol. Esta semana ele estava fazendo entregas, quando foi abordado por um elemento desconhecido que lhe deu voz de assalto. Isto às cinco e meia da tarde. Além de grande e forte, o assaltante estava com uma arma de fogo. Assim sendo, Marcelo teve de entrega R$ Um mil e um aparelho celular. Ato contínuo, chamou a polícia e foi atendido pelo Cabo Djalma e pelo Soldado Sales.

Celular caro
Adriana queria um celular. Mas, não tinha dinheiro para comprar. O remédio, então, segundo ela, foi furtar um. Só que, a aprendiz de ladra deu azar e foi descoberta. Pessoas que ali estavam, a detiveram e chamaram a polícia. Isto aconteceu na Avenida Universitária, Jardim Santana. Quando o Sargento Anivaldo e o Soldado Souza chegaram, Adriana já estava detida por populares. Foi levada à delegacia.

No caminhão
Antes de nove da manhã, João Cláudio ia entrando em seu caminhão, no Bairro Maracanã, quando dois elementos, portando uma faca, o abordaram, dando-lhe voz de assalto. Os marginais conseguiram levar um tacógrafo; um toca CD; uma máquina fotográfica digital; um par de tênis, um telefone celular e R$ 300 em dinheiro vivo. Os bandidos saíram em disparada pelas ruas do Bairro. João chamou a polícia e foi socorrido pelo Sargento Augusto e pelo Soldado Dalmo.

Na igreja
Uma e meia da manhã, ladrões arrombaram a porta de uma igreja evangélica no Jardim dos Ipês. De acordo com o pastor Iraíldo, responsável pelo templo, nada foi levado pelos bandidos. Há quem diga que eles ficaram temerosos de roubarem na “casa do Senhor” e serem castigados. A ocorrência foi registrada pelo Cabo Hélio e pelo Soldado Sandro.

As galinhas
Maria das Graças, moradora no Adriana Parque, tem um belo quintal onde cria patos, galinhas e dois cães pit bull. Segundo ela, há algumas semanas, começaram a sumir algumas “penosas”. E, o pior: os cachorros, embora bravios, não têm dado qualquer alarme. Ela desconfia que seja algum morador da região já acostumado com os cães. Os agentes policiais disseram que não têm como fazer diligências, pois não há nenhum suspeito. Falaram para ela ficar de olho e denunciar qualquer fato estranho.

Briga de vizinhos
Ari, morador na Vila Santa Maria de Nazareth, teve seu Gol abalroado pela vizinha de nome Nadir. Os dois bateram boca e ela disse que não vai pagar o estrago, porque o carro de Ari estava mal estacionado. Ele disse que ia amassar o carro dela. Ela disse que ia chamar a polícia. A mulher de Ari, Clara, entrou no meio e queria bater em Nadir. No final, ficou, só, na discussão. Foram todos aconselhados a deixarem as coisas como estavam. Afinal, o estrago no carro de Ari foi de pequena monta.

Autor(a): Nilton Pereira

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