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Casos de Polícia - Ed. 418

Causos de Polícia Comentários 17 de maio de 2013

Notas Gerais


Até peixaria
Sujeito pacato e trabalhador, Ronaldo é dono de uma peixaria na Avenida Tiradentes. Tem muitos fregueses. Mas, esta semana, ele recebeu uma visita indesejável. Alguém, durante a madrugada, arrombou seu estabelecimento e levou uma porção de coisas. Dentre elas, um note book; duas facas, cinco pen drives e R$ 50 em dinheiro vivo. Não foi noticiado se os ladrões levaram algum peixe. Mas, o comerciante foi orientado a registrar a ocorrência pelo Cabo Pena e pelo Soldado Luciano.

Sacola suspeita
O Cabo Reis e o Soldado Roges patrulhavam as ruas da Vila Jaiara, quando depararam com o trio formado por Márcio, André e Bruno. Então, os policiais resolveram dar uma checada e notaram que os três estavam com uma sacola e, dentro da sacola, uma blusa de grife famosa, além de uma camiseta de mangas longas com a etiqueta ainda colada, registrando o valor de R$ 130. Na conversa inicial os abordados disseram que estava tudo limpo. Mas, Márcio, depois, confessou que adquirira o produto de um sujeito conhecido por “Noiado” e que não sabia mais nada e nem onde o mesmo morava. Todo mundo levado para o Quarto DP.

Adeus, celular
Ione disse ao Cabo Frederik e ao Soldado Jansgles que andava pelas ruas do Bairro Maracanãzinho, sete e meia da manhã, quando um elemento de cor negra, usando uma máscara cirúrgica, se aproximou dela e, sem mais, nem menos, disse que precisava de um celular urgente. E que o dela era o ideal. Antes que a vítima desse qualquer justificativa, o assaltante assegurou que estava armado, colocando a mão por debaixo da camisa, simulando estar disposto a matar. Ione, sem alternativa, entregou o “falante” de marca Sony, cor preta, novinho em folha.

Bobeou, dançou...
Uma e meia da tarde, Evan estava todo serelepe, transitando normalmente pelo Bairro Antônio Fernandez. Deu de cara com uma viatura onde se achavam o Sargento Peixoto e o Soldado Nerivon. Abordagem normal, com a Polícia cumprindo o seu dever. E, não é que Edvan estava devendo? Era procurado por infração do Artigo 155 (furto) do Código Penal e contra ele havia um mandado de prisão. Dali mesmo o fugitivo foi levado para a delegacia.

Duas tevês
Jefferson, morador do Bairro São Carlos, queixou-se ao Cabo Orley e ao Soldado Rangel que dois elementos ocupando uma moto, na maior cara de pau, entraram em sua residência e iam saindo com dois aparelhos de TV plasma, recentemente adquiridos. Isto, pouco depois do almoço. Uma vizinha de Jefferson ainda viu os bandidos que, apavorados, deixaram um televisor, levando o outro, fugindo na moto. Depois, examinando melhor a casa, Jefferson deu falta, ainda, de um note book. Foi direto para a delegacia prestar queixa.

Inimigas cordiais
Que Suely e Késia não se dão bem, todo mundo sabe. O que ninguém esperava, entretanto, é que as duas iriam rolar no chão, numa briga que precisou da interferência da polícia. Ambas moram na Vila Santa Izabel e, esta semana, tiveram o encontro fatal. Isto, na casa de Sueli. Quando os soldados Emerson e Maia chegaram, ouviram as explicações de cada uma. Recomendaram que procurassem seus direitos e que fossem para a delegacia. Eles estavam ocupados com ocorrências mais importantes.

Furtou, caiu
Sujeito dos mais folgados, recentemente passado para a maioridade, Yuri gosta, mesmo, é de apropriar-se de coisas alheias. Esta semana ele invadiu a Associação dos Surdos-mudos, no Conjunto Nações Unidas, e ia saindo de lá com duas maquitas (máquinas de cortar cerâmica), quando alguém viu e deu o grito. Ele correu, saltando vários muros das residências do Conjunto. Mas, não teve jeito. O Soldado Tadeu colocou a mão nele, levando-o para a delegacia de polícia.

Desamor
Giovani vive um caso de amor com Sílvia. Mas, de uns tempos para cá, as coisas desandaram e eles andam se estranhando. Foi até que, esta semana, o tempo fechou e ele, perdeu a paciência. Ato continuou, esbofeteou a quem, antes, era seu grande amor. De quebra, ainda deu uns safanões em Vicente, que estava dando sopa no local. Tudo aconteceu no Jardim Ana Paula. Não teve jeito. Foi preciso chamar a polícia e o Cabo Alessandro, acompanhado pelo Soldado Cunha, chegou bem na hora de evitar um mal maior. Todo mundo na delegacia

Descuido fatal
Foi só por um minutinho. Mas, tempo suficiente para que os ladrões fizessem uma visitinha à residência de Luiz, no Conjunto “Filostro Machado”. Por confiar na sorte, ele confessou ao Sargento Anderson e ao Soldado Martins, que deixou o portão, apenas, escorado e as portas destrancadas. Ficou sem um note book novinho. Também, queria o quê?

Levaram a Kombi
Gustavo ia saindo de casa no Maracanãzinho, quando deparou com um indivíduo desconhecido que havia descido de um Vectra cor pata. Perguntou o que ele queria e veio a resposta: “Quero sua Kombi”. E, de fato, levou o veículo, sem antes, agredir a vítima com coronhadas. Ocorrência registrada pelo Cabo Sidney e pelo Soldado Guilherme.

Autor(a): Nilton Pereira

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