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Casos de Polícia - Ed. 415

Causos de Polícia Comentários 26 de abril de 2013

Notas Gerais


Ficou no prejuízo
Elisângela mora no Bairro São Carlos. Ela tinha uma coleção de bijuterias colocadas em duas caixas. Tinha, também, uma câmera fotográfica digital, para registrar os bons momentos da vida. Mas, tudo isso é passado. Esta semana, alguém entrou na casa de Elisângela e, sem o menor constrangimento, levou seus pertences. Desesperada, ela chamou a polícia. Logo chegaram os soldados Pedro e Paulo, mas já era tarde. Nem sinal dos ladrões.

Não entendeu nada
German tem um estabelecimento comercial na GO 330. Esta semana apareceu por lá, um sujeito dos mais mal encarados, dizendo que fora receber uma dívida. German disse que não devia nem a ele, nem a ninguém. Então, o valentão ficou furioso e começo a quebrar coisas. Derrubou uma pasteleira e alguns sacos de batata frita. Depois saiu correndo. Sujeito mais esquisito...

Carro no motel
Sandro é dono de um motel no Calixtolândia. Esta semana ele levou o maior susto, por que um cliente, não tendo dinheiro para pagar a despesa, resolveu deixar o carro “pendurado”. E, não era qualquer carro. Era um Citroën C-4, preto, daqueles bem bonitos. Sandro chamou a Polícia e o Sargento Celso, acompanhado do Soldado Tadeu, foram lá e mandaram rebocar o carro para a CMTT. No dia seguinte souberam que o dono do carro, cuja identidade não foi revelada, deu queixa de furto do veículo. Mas a polícia não acreditou na versão dele.

Pichadores
Daniel, 25 anos e o menor U, gostam de escrever. Mas, em paredes e portas de lojas. São pichadores. Esta semana eles estavam rebocando a porta de uma loja na Rua Engenheiro Portela, quando foram surpreendidos pelos soldados Branco e Cunha. Não teve jeito: foram conduzidos ao Plantão Policial. Mas, como não havia lugar para eles, foram liberados, depois do registro de um TCO em desfavor da dupla de pichadores.

Caixa vazio
Ladrões entraram no supermercado do Vagner, no Morumbi. Mas, deram azar. O caixa estava vazio. Pra não dizer que estava vazio de tudo, havia uma quantia aproximada de R$ 20. Assim mesmo, em moedas de todos os valores. Foi o que deu pra levar. Vagner chamou a polícia assim mesmo e foi socorrido pelo Sargento Carvalho. Isto, às quatro da manhã.

Cachorro valente
Maria, moradora do Leblon, tem um cachorro que é uma gracinha. Só que o titiu tem a mania de morder as pessoas. Esta semana ele deu uma bela dentada no braço do garoto W. de 12 anos que, aos prantos, foi chamar sua mãe, Welida. Esta, virou uma fera, chamou a polícia e foi atendida pelos cabos Célio e Tomé. Foram à casa da dona do animal que se prontificou, na hora, a arcar com todas as despesas de tratamento do garoto. Assim é que se faz.

Deu azar
Rafael ia pela Rua Dois, perto do Brejeiro. De repente, um sujeito de cor negra, com uma faca de serra na mão, deu-lhe voz de assalto. Queria dinheiro. Rafael, todo trêmulo, disse que não tinha. Mas, tinha dois celulares que foram entregues sem muito esforço ao bandidão. Este, de bermuda vermelha, camisa polo branca e chinelão, foi embora na maior tranquilidade. Os soldados Sérgio e Daniel, que chegaram quase na hora, ainda deram umas voltas com o Rafael, para ver se encontravam o assaltante, mas ele derreteu. Eram dez e meia da noite.

Na moto
Sandra, moradora do Bairro de Lourdes, tem a mania de deixar a bolsa dentro do porta-volumes da moto, em sua garagem. Agora não faz mais isso. Esta semana, ela foi surpreendida por alguém muito esperto que levou seu dinheiro, cartões de crédito e documentos pessoais. Ela não sabe como descobriram a bolsa e nem como entraram no seu imóvel. O Cabo Rosonei e o Soldado Aguinaldo deram-lhe socorro.

Xarope
Pedrão é daqueles bêbados enjoados. Gosta de beber, mas não gosta de pagar. Esta semana ele foi ao Bar do Tião, na Vila Jaiara, pediu uma pinga e uma cerveja. Bebeu e disse que depois pagava. Tião não aceitou e tomou-lhe o par de tênis até que ele volte e pague os seis reais. Pedrão foi embora descalço, xingado todo mundo.

Quebra-pau
Quiproquó danado no Jardim Primavera esta semana. Vilmar, Lilian, Adelaide e Marcos entraram numa briga que ninguém conseguiu entender. O certo é que Vilmar queria bater em Lilian. Adelaide e Marcos foram socorrê-la e, também, entraram na dança. A confusão só acabou quando o Sargento Edevaldo e o Soldado Lusimar foram ao local e levaram todo mundo para a delegacia. Hora da confusão? Dez e meia da noite.

Cunhado valente
Alessandra terminou o namoro com Fabrício. Mas, ele não aceita e disse que se ela não for dele, não vai ser de mais ninguém. Ela, apavorada, contou para o cunhado Elecir, camarada que não enjeita uma boa confusão. E foi falar com o Fabrício sobre as ameaças. Ele desconversou. Então, Elecir mostrou-se sua ferramenta de assustar valentão: um 38 que carrega há vinte anos. Fabrício disse que não precisava daquilo e que iria encontrar um novo amor.

Autor(a): Nilton Pereira

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