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Casos de Polícia - Ed. 409

Causos de Polícia Comentários 15 de maro de 2013

Notas Gerais


Cadê o centro?
O Tribunal de Justiça de Goiás aprovou, por unanimidade, a construção de um Centro de Execução de Medidas Sócio-educativas para atender, até, 20 adolescentes infratores em Minaçu. O TJ determinou que o Estado execute a obra em um prazo de 12 meses, sob o risco de pagar multa de R$ 1 mil ao mês em caso de descumprimento da ordem. O centro de internação mais próximo de Minaçu fica em Porangatu e, muitas vezes, faltam vagas. No final do ano passado um adolescente, que roubou um comércio no centro, à mão armada, ficou solto por que não havia lugar para interná-lo. Enquanto isso, ninguém fala mais sobre o Centro de Internação para menores em Anápolis. Muito estranho...

Casos de família
Allyson tem 25 anos e nunca trabalhou na vida. Pelo menos foi o que disse sua irmã, Marilene, ao queixar-se que ele quer obrigá-la a vender um pequeno barracão, na Vila Jaiara, deixado como herança por seu pai, falecido em 2010. Ela diz que tem consciência de que o irmão é herdeiro, mas está temerosa de que o barraco seja vendido e Allyson fique com todo o dinheiro. Foi aconselhada a buscar um advogado, pois não é caso de polícia, conforme lhe afirmou um sargento da PM.

Grupo armado
Policiais militares fizeram a apreensão de várias armas de fogo, nas proximidades de São Francisco de Goiás. Ao todo, foram apreendidos seis modelos, entre revólveres e pistolas. E, muita munição. As armas estavam em poder de um grupo de ciganos procedentes do município de Campo Limpo de Goiás. Eles tiveram um parente assassinado e descobriram que o provável autor do homicídio poderia estar na região de São Francisco. E, teriam decidido fazer justiça com as próprias mãos, quando foram presos pela Polícia Militar.

Adeus, amor
Dorival trabalha em uma empresa do DAIA. Sai todo dia de madrugada e retorna por volta de três da tarde. Esta semana, chegou em casa e estranhou que estava tudo muito quieto. Abriu a porta e viu que quase todos os móveis haviam sido retirados. Sobraram um tanquinho, uma estante e duas cadeiras de ferro com fitas plásticas. Sua esposa, de iniciais R.C. não estava. Ligou para a residência da sogra e, nem notícia. Quando já ia ligar para a polícia, seu celular tocou. Era R.C. afirmando que estava em Águas Lindas (entorno de Brasília) e que não retornaria mais, pois encontrara emprego em um posto de gasolina, além de um novo amor. E disse que não adiantaria ele ir atrás, pois já estava decidida. O casal não tem filhos. Dorival ficou de registrar a ocorrência para se resguardar de qualquer outro aborrecimento.

Crime banal
Em Arturlândia, distrito de Jaraguá, a polícia registrou uma ocorrência, no mínimo, inusitada. Um cidadão de nome Gerson chegou em casa e notou que a cadela da família o estranhara, passando a rosnar de forma ameaçadora. Gerson, então, apoderou-se de uma faca e matou o animal com quatro golpes. Vizinhos chamaram a polícia e Gerson foi preso por maus tratos a animais.

Azar, ou sorte?
Gilberto mora no Bairro Maracanã e estuda, à noite, em uma faculdade local. Na sexta-feira, 09, ele saiu um pouco mais cedo da aula, pois estava cansado e pretendia ir embora dormir. Quando chegou ao local onde deixara seu Fiat Uno, viu que um vidro do veículo estava quebrado. Os ladrões levaram um blusão de couro, um porta CDs com 20 discos e um violão que, segundo ele, fora presente da namorada Priscilla. Ficou lamentando, mas resignou-se ao falar que poderia ter sido pior. “Poderiam ter levado meu carro, do qual só paguei nove prestações até agora”, disse.

Crime passional
Vanderlei, 25 anos, era amigo de Reinaldo, de 27. Era, pois Vanderlei matou Reinaldo. Aconteceu em Niquelândia no final de dezembro. O autor estava foragido, mas foi localizado e preso pela PM esta semana. O motivo do crime: os dois gostavam da mesma mulher. Na disputa, ela acabou optando por Reinaldo, mas Vanderlei não se conformou e assassinou o amigo a facadas. Agora, vai responder por homicídio qualificado.

Sem celular
“Me dá esse celular agora!!!” Foi o que Rodrigo ouviu de um sujeito mal encarado, de boné preto e camiseta cavada, quando fazia sua caminhada, por volta de sete da noite, no Jundiaí. Para convencê-lo, o assaltante apontou-lhe uma faca de vinte centímetros. Convencido, Rodrigo entregou o Nokia e ligou para o 190. Foi atendido na hora, mas o bandidão há havia desaparecido contornando o muro do Colégio São Francisco.

Roubada na praça
Andressa estava na Praça Bom Jesus esperando por uma amiga com a qual iria à igreja. De repente, surgiram dois jovens, aparentando serem menores de idade. Segundo ela, o ‘mais moreninho’, educadamente, lhe disse: “Achei essa bolsa da senhora muito massa. Se a senhora não se importar, gostaria de levá-la e dar de presente a uma amiga lá no Bairro Paraíso”. Andressa notou que estava sendo assaltada e se convenceu disso quando viu que o ‘mais clarinho’ estava com uma arma sob a camisa. Ela acha que era de brinquedo (simulacro), mas preferiu não arriscar. Entregou a bolsa, com documentos e R$ 35 em dinheiro vivo. Chorosa, pediu socorro a um casal que passava pelo local e, depois, ligou para o 190.

Autor(a): Nilton Pereira

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