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Casos de Polícia - Ed. 406

Causos de Polícia Comentários 21 de fevereiro de 2013

Notas Gerais


Caça níqueis
A viatura ocupada pelo sargento Claudiones e pelo soldado Ederson, deslocou-se em apoio à equipe composta pelo sargento Danisclay e pelo cabo Luis Carlos, que fiscalizavam dois bares na Av. Mato Grosso, Jundiaí. Nos dois estabelecimentos haviam sido localizadas três máquinas caça-níqueis em cada. As máquinas caça-níqueis foram apreendidas e os proprietários dos bares conduzidos ao 3º Distrito Policial, onde fizeram contato, por telefone, com outro indivíduo, que compareceu ao local e assumiu ser o verdadeiro proprietário das máquinas. Foi feito o termo circunstanciado de ocorrência em desfavor deste.

Roubo a dois
Ezequiel e Graziela estavam no maior lero, andando pela Rua 04, no Bairro Jundiaí. Falavam sobre vários assuntos, inclusive do “calorão” que estava fazendo. Foi quando, do nada, apareceram dois indivíduos, a bordo de um carro Pálio e, sem muita conversa, deram voz de assalto. O casal nem teve tempo de correr, ou gritar. Foi logo passando os aparelhos celulares e o dinheirinho que conduzia. Assim como apareceram, os assaltantes sumiram, sem que ninguém mais notasse. O jeito foi chamar a PM pelo 190.

Lança perfumes
Márcio tem 33 anos e é caminhoneiro. Viaja, muito, para a Argentina. E foi de lá que trouxe 1.440 tubos de lança-perfume e quatro aparelhos celulares. Ele estava sendo investigado há um ano, segundo o Delegado Alex Vasconcellos, Coordenador do Grupo Especial de Repressão a Narcóticos, que o prendeu, foi a maior apreensão de lança-perfume na história de Anápolis. Durante as investigações soube-se que Márcio distribuía a droga a traficantes da região. Cada tubo era comercializado ao preço de R$ 100,00 a 150,00 em festas na Cidade. No caso dos frascos apreendidos, o valor chegaria à casa dos R$ 200 mil. Márcio foi preso em um condomínio do Bairro Jundiaí, região nobre da cidade.

Adeus, Gol
David tem 22 anos e trabalha numa empresa nas proximidades do Cemitério Parque. Estava indo tudo muito bem, até que, esta semana, ele chegou para trabalhar e deixou seu carro, um Gol de cor prata, estacionado nas proximidades. Nem se deu conta de que seria a última vez que veria o veículo que comprou com o maior sacrifício. Quando chegou a hora de ir embora, David saiu com as chaves na mão, mas, cadê o carro? Não estava mais lá. Perguntou por aqui, perguntou por ali e a resposta foi a de sempre: ninguém sabe, ninguém viu. Desconsolado ele chamou a polícia.

Incendiário
Ermando Gonçalves alugava uma casa em Porangatu. Alugava, mas não pagava o aluguel há quatro meses. Esta semana, o proprietário o abordou e disse que se ele não pagasse, deveria desocupar o imóvel. Ermando, de fato, desocupou. Só que, antes de ir embora, colocou fogo na casa que foi totalmente destruída pelas chamas. De Ermando, nem notícia. (Fonte: Jornal Diário do Norte).

Dançou e... dançou
Veronice já passou dos 40, mas tem “espírito jovem”. Gosta de uma badalação. No domingo à tarde ela estava em uma danceteria da Cidade, quando se engraçou com um rapaz que dizia se chamar Alex e que era fazendeiro em Niquelândia. Papo vai, papo vem e, Veronice, apaixonou-se pelo galã. Da paixão a um convite para jantar em sua casa, foi questão de tempo. O folgadão foi no carro dela, alegando que sua caminhonete estava quebrada, na oficina, e que só ficaria pronta na segunda-feira. Jantar de primeira e, como Veronice é divorciada, carente e a fim de arranjar um novo amor, não resistiu aos encantos do ‘amigo’ e o convidou a pernoitar em sua casa. Ele aceitou. Na manhã seguinte ela acordou e não viu o tal Alex na cama. Nem no quarto, nem na sala e nem na cozinha. Assustada ela viu que não estavam lá, também, um DVD player; dois telefones celulares; sua carteira com R$ 310, algumas joias e o toca CD do carro. Ela contou o caso a duas colegas de repartição e disse que não iria dar queixa à polícia, por vergonha. Mas, a conversa vazou e muita gente já sabe do ocorrido em Anápolis.

Roubo a banco
Na madrugada de quinta-feira (21), o caixa eletrônico do Banco Itaú, em Goianésia, foi explodido por uma quadrilha que, segundo o delegado Marco Antônio Maia Júnior, era composta por cerca de 10 pessoas. Segundo o delegado, essa ação foi bastante arquitetada, já que a quadrilha demorou menos de 10 minutos para explodir e roubar o dinheiro do caixa. Provavelmente haviam estudado e escolhido especialmente esse local para executar o plano, por se tratar de um lugar afastado e de pouco movimento. O delegado acredita que os bandidos sabiam da movimentação bancária, pois explodiram, apenas, o caixa em que havia dinheiro; sabiam, também, que não havia monitoramento eletrônico no prédio e nem na cabine do banco. De acordo com o delegado, a quadrilha levou apenas 2 minutos para recolher o dinheiro, dando prioridade as notas maiores. (Fonte: Folha do Vale).

Autor(a): Nilton Pereira

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