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Casos de Polícia - Ed. 405

Causos de Polícia Comentários 15 de fevereiro de 2013


Crueldade sem fim
A família do mototaxista André Ferreira de Santana, 27 anos, está à procura de uma explicação, ou de um motivo, que tenha levado alguém a assassiná-lo de forma tão cruel. Ele foi morto no dia 07 de fevereiro e seu corpo encontrado no dia 11, com sinais de espancamento e perfurações à faca. André não usava drogas, não tinha inimigos declarados e vivia para o trabalho. Sua moto foi encontrada nas proximidades de onde o corpo foi deixado, na região rural de Petrolina. A Polícia disse que pretende desvendar o caso nos próximos dias.

Confusão total
Na segunda-feira de carnaval, Alexandre chegou em casa era quase meia noite. Divina disse que não abriria a porta, como, de fato, não abriu. Falou que era para ele voltar para as “quengas”. Mas, Alexandre, que tem quase dois metros de altura e pesa quase 100 quilos, não pensou duas vezes e derrubou a porta de metal com um só chute. E, disse: “Quebrei a porta, agora vou quebrar a sua cara”. Nisso, Elza, irmã de Divina, que mora no barraco ao lado, na Vila Jaiara, chamou um policial, amigo da família, que reside nas proximidades. Em três minutos ele chegou. Foi a surpresa: Divina disse que assunto dela com o marido eles mesmos resolveriam. E, ainda, chamou o policial (que não quer ser identificado) de “cachorro do governo” e o mandou “prender bandido”. O policial não gostou, mas decidiu ir embora. Afinal de contas, se ele prendesse a Divina, iria levá-la para onde?

Lotação esgotada
Na quarta-feira de cinzas, nada menos que 29 presos repartiam os poucos metros quadrados da cela improvisada no Primeiro Distrito Policial, que fica na Praça do Expedicionário. Aliás, isto não é novidade alguma. Desde que a Cadeia Pública foi interditada pela Justiça (há dois anos), com a limitação de “hóspedes”, este fato acontece. Já houve caso de preso ser algemado em uma argola chumbada na parede e uma detenta passar três dias amarrada em um banco, na recepção da Delegacia. E, tem ficado tudo por isso mesmo...

A erva
Gutenberg, 24 anos, xará do inventor da imprensa, gosta mesmo é de queimar e vender erva. Mas daquela que é proibida, porque deixa a pessoa “doidona”. Esta semana ele foi interceptado pelo Sargento Inácio e pelo soldado Andrigo. Estava com meio quilo de maconha ‘prensadinha’ e pronta para o consumo. Dançou... Os policias o levaram para a delegacia de plantão, onde ele foi autuado em flagrante. Aconteceu no Bairro São Lourenço.

Boca de fumo
Os soldados Paulo César e Sampaio faziam uma ronda normal no Jardim Ana Paula, bem perto do Quartel do Quarto BPM. Deram de cara com uma dupla em atitude suspeita. Faro de policial é fogo... Abordaram os elementos e encontraram com eles uma pedra de crack. Conversa vai, conversa vem, e os dois entregaram o jogo. Levaram os policiais a uma casa bem próxima, onde estavam sete pessoas, todas queimando a “pedra maldita”. A proprietária, cujo nome não foi (ainda) revelado, para não atrapalhar novas investigações, foi autuada em flagrante por tráfico.

Maldade pura
Marcos tem 30 anos. Allyson tem 35. Os dois ainda não aprenderam que o crime não compensa. Esta semana, resolveram assaltar e escolheram como vítimas dois anciãos: Benedito, com 76 anos e Maria, com 75, moradores na Vila Norte. Os bandidos só não contavam com a participação da Polícia que chegou bem na hora de prendê-los e encaminhá-los para a delegacia. Segundo informações, ambos tiveram uma recepção “bem calorosa” na cela. Vão ficar por lá durante um bom tempo.

Noite trágica
Lucas, que morava na cidade de Caiapônia, tinha 16 anos e uma vida cheia de sonhos pela frente. Mas, os sonhos foram interrompidos na madrugada de segunda-feira de carnaval. Ele saía de um baile, quando foi apunhalado pelas costas. Apesar de haver muita gente presente no local, “ninguém sabe, ninguém viu nada”. Como sempre... A família de Lucas disse que ele era “um bom menino, sem vícios, sem inimigos e sem qualquer problema com a Justiça”. Estava no lugar errado, na hora errada, ao lado de pessoas erradas.

Deu errado
Velhos conhecidos da Polícia em Brasília, onde têm um rosário de crimes cometidos, Igor, Ivaldo e Cristiano resolveram ampliar suas atividades para fora do Distrito Federal. E, escolheram, justamente, Anápolis, por acharem que em uma cidade menor, fosse mais fácil agir. Deram ‘com os burros n’água’, logo na primeira investida. Depois de tomarem de assalto um carro no estacionamento de um shopping da Cidade, foram cercados pela polícia na região do Parque da Matinha e presos em flagrante. Estavam com armamento pesado, inclusive, com uma pistola à laser. Aconteceu na tarde de quarta-feira, 13.

Mais dois
Michael, 18 anos, e seu amigo de inicial W, de 17, são parceiros inseparáveis. Até para roubar. Esta semana, entretanto, a carreira dos dois foi interrompida, depois que ambos foram abordados por uma patrulha da PM, quando trafegavam, livremente, pelo setor de Vila Formosa. Confessaram serem autores de vários crimes de roubo e assalto, dentre eles o praticado em um posto de combustíveis.

Autor(a): Nilton Pereira

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