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Casos de Polícia - Ed.578

Causos de Polícia Comentários 08 de julho de 2016

Notas Gerais


O valentão
Toda apavorada, a senhora de inicial L. (37 anos) procurou o Plantão Policial e queixou-se do companheiro Willian. Eles moram no Residencial Santa Clara. Ela disse que vive com o Willian (28 anos) há seis meses e que ele é exageradamente ciumento. Esta semana L. contratou um marceneiro para consertar uma porta. Quando este entregou o serviço e foi embora, o Willian acusou a L. de estar de caso com o dito profissional. E disse que se confirmar alguma coisa, vai matá-la. Ela pediu proteção e ficou sabendo que a Doutora Aline Soares, delegada de Proteção à Mulher pretende bater um papo com o Willian.

Roubo de carga
O caminhoneiro Marcelo, que é de São Paulo, vinha com sua carreta carregada de óleo para motor. Na BR 060 ele foi abordado por um grupo que ocupava um carro preto e se viu diante de várias armas de fogo. Parou e os bandidos tomaram o veículo, levando o Marcelo como refém. Ele ficou em um esconderijo por várias horas e depois foi solto pelos bandidos. Na Polícia ficou sabendo que a carreta fora encontrada em Goiânia, sem a carga.

Adeus, celular
O Lucas estava transitando pela Avenida Belo Horizonte, Vila Góis, todo despreocupado. Isto por volta de oito e meia da noite. Viu aproximar-se um VW Golf, de cor prata, com dois ocupantes. O carro parou. O carona olhou para o Lucas e deu boa noite. O Lucas respondeu: “Boa noite”. O estranho falou “Celular bonito esse. Acho que vou ganhar ele de presente”. O Lucas indagou: “Como assim?”. O sujeito apontou-lhe um 38 cheinho de balas e respondeu: “Assim”. O Lucas retrucou: “Então, leva”. O sujeito levou. O carro sumiu na escuridão.

Férias frustradas
O Leonardo veio para Anápolis passar as férias na casa de sua irmã, que mora na Rua Itália, Jardim Bandeirantes. Esta semana, pouco depois das seis da tarde, ele fazia uma caminhada e viu que um carro de cor prata parou um pouco à sua frente. Do carro desceram dois elementos e disseram que atuavam como agentes especializados em subtrair pertences de outrem. E, no caso, um dos escolhidos era, justamente, o Leonardo. Para provar que estavam falando sério, apontaram-lhe um revólver cano longo e ordenaram que ele entregasse o telefone celular. Ele entregou. O bandido disse: “Agora, conta até trezentos e quarenta e sete e não olha para trás”. O Leonardo abaixou a cabeça e começou a contar. Os bandidos sumiam e não esperaram o fim da contagem.

Nem romeiros escapam
Devota do Divino Pai Eterno, a Rosilene foi a Trindade à pé, pagar uma promessa. Mas, no meio do caminho, já na região de Goiânia, ela e um grupo que fazia o mesmo percurso foram abordados por alguns embaixadores do reino das trevas que lhes deram voz de assalto. E, não tiveram piedade. Roubaram tudo o que puderam. Bolsas; dinheiro; celular; objetos de uso pessoal, artigos de higiene, tudo. O grupo ficou sem nada. Até crianças foram saqueadas. Rosilene mora na Vila Jaiara e disse que ficou decepcionada com tudo.

Encontro fatal I
Adriana e José estavam na porta de casa, na Avenida Pedro Ludovico, Residencial Morumbi. O relógio marcava duas da manhã. Nisto, chegou um carro Audi de cor preta e dele desceram dois elementos. “Polícia! Polícia!”, gritou um dos homens. “Mãos para cima, não façam nenhuma gracinha, senão o bicho pega!”, gritou o outro. Mas, na verdade, não era polícia coisa alguma. Eram assaltantes que revistaram o casal e levaram todos os objetos de valor que os dois portavam. José disse que aprendeu a lição e que não vai ficar mais de madrugada dando sopa na rua. O mesmo foi dito pela Adriana.

Encontro fatal II
A Patrícia e o Silvino estavam no interior de um carro Gol nas proximidades do trevo de acesso a Brasília, pelo Bairro de Lourdes. Tão absortos se achavam que nem viram a aproximação de dois estranhos. Os dois estranhos estavam com estranhas intenções. Dentre estas estranhas intenções, a de roubar o carro e os pertences do casal. Não deu outra. Mandaram que os dois fossem para o banco de trás, assumiram a direção do carro e rumaram sentido Brasília. Mais adiante, entraram em uma estrada vicinal e fizeram o limpa. Deixaram o casal só com a roupa do corpo. Era pouco mais de sete da noite.

Repeteco
A Thays, que trabalha em um shopping popular de Anápolis, foi abordada pelo Rodrigo. Ele se mostrou interessado em comprar algumas coisas e, bem falante, foi logo ganhando a confiança da vendedora. Mas, assim que ela se descuidou, ele apanhou o celular que estava em cima do balcão e saiu correndo. A Thays viu na hora e começou a gritar. As pessoas que estavam nas proximidades correram atrás do Rodrigo e o encantoaram, até a chegada da viatura da PM. O Rodrigo foi, gentilmente, convidado a fazer uma visita ao delegado de plantão, na Praça do Expedicionário. Quando chegou lá, os agentes gritaram: “Você aqui, de novo, rapaz?”. É que o Rodrigo é velho conhecido do pessoal da Civil e da Militar. Já foi preso um montão de vezes.

Moto vermelha
Continua o registro de roubo a pessoa (assalto em via publica) com elementos utilizando uma motocicleta de cor vermelha. Não se sabe tratar-se da mesma dupla, ou, se vários criminosos que utilizam veículos semelhantes para confundirem a ação policial De uma maneira, ou, de outra, a população está assustada com esse tipo de crime que se repete na Cidade. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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