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Casos de Polícia - Ed.577

Causos de Polícia Comentários 01 de julho de 2016

Notas Gerais


Assaltadas na rua
A Oneide estava na companhia de uma amiga, dentro do carro, numa rua do Jardim América. De repente, encostou uma moto. Eram o Ariolino e o Edvaldo. O que eles queriam? Assaltar. E foram logo encarando as duas moças. Mas, a Oneide não quis entregar o celular e foi agredida por eles. Sorte das duas foi que alguns populares viram a cena e correram em socorro a elas. Resultado: a dupla de assaltantes ficou detida pelos populares até a chegada de uma viatura da PM. No Plantão os dois ficaram “pianinho”.

Casos semelhantes
Seis da manhã: Matias estava no ponto de ônibus no Bairro Paraíso, na companhia de outras pessoas. Chegou uma moto vermelha. Na moto vermelha dois bandidos. Deram voz de assalto: “Passa tudo se não encho sua cara de balas”, disse um dos marginais. Tomaram o que puderam das pessoas e foram embora.
Sete da manhã: Daniel seguia pela Avenida Brasil, região central. Uma moto vermelha parou ao lado dele. Na moto vermelha, dois elementos. O que eles queriam: assaltar o Daniel. Levaram 150 reais em dinheiro, celular e outros objetos. Seria a mesma moto vermelha com os mesmos dois assaltantes? Vai saber...

Briga em família
O Rony é irmão da A.V.B., mas nem parece. Ele tem por hábito bater nela assim que pode. Esta semana não foi diferente. Os dois iniciaram uma discussão e o Rony, para não perder o hábito, agrediu a irmã, causando-lhe lesões. Ela tem 20 anos e disse que não aceita mais isso. Foi direto ao Plantão Policial e denunciou o irmão. O irmão foi preso, pagou fiança de 300 reais e vai responder em liberdade.

Duas vezes
A Pâmela, moradora da Vila Calixto Abrão, saiu de casa bem cedo para trabalhar. Mas, não esperava viver a situação que viveu. Uma dupla em cima de uma moto vermelha (seria a mesma moto que está infernizando a vida das pessoas nas ruas de Anápolis?) a abordou bem perto de casa. Foi o tradicional “passa o celular”. Ela passou, coitada. Depois, foi registrar a queixa e desabafou: “É o segundo celular que me roubam em menos de um mês. Ainda bem que este eu paguei o seguro”, disse ela. Também, foram vítimas de uma dupla em uma moto vermelha, na mesma região, o Samuel, a Vera Lúcia e o Robson.

Promessa cumprida
Sandra, moradora do Bairro JK, disse no Plantão que dois elementos tentaram entrar em sua casa e ela resistiu. Os bandidos disseram que voltariam. E, voltaram no dia seguinte. Quando ela estacionava seu Pálio na garagem, antes de fechar o portão, dois homens armados entraram. Deram voz de assalto e levaram, além do carro, quatro mil reais em dinheiro vivo, equipamentos, aparelhos e eletrodomésticos. No dia seguinte o carro foi encontrado perto do Residencial Leblon. Sem a aparelhagem de som e sem a bateria.

Covardia pura
Larissa vinha pela Avenida Pedro Ludovico, região central de Anápolis. Eis que se não quando, surgiram dois elementos em uma moto. Estacionaram, apontaram-lhe uma arma e deram voz de assalto. Levaram seu celular e uma bolsa. O que tinha dentro da bolsa? Uma mamadeira; uma chupeta, pomadas e algumas fraldas. Tudo de uso do bebê de Larissa. Ela ficou indignada e narrou este ocorrido no Plantão Policial.

Assaltados em casa
Não tinha dado nem oito da noite quando o Evandro, o Allan e a Maria estavam em casa, na Avenida Brasil, Bairro Polocentro. Eles nem perceberam a chegada de três elementos, um deles com um revólver 38 na mão e disse que não estava para brincadeiras. Queria dinheiro; relógio, documento celular e tudo o mais que tivesse algum valor. Sem poder de reação, eles acabaram entregando tudo. Os bandidos fugiram, levando o Ford KA, de cor prata, pertencente ao Evandro.

Briga feia
O Telefone 190 tocou e, do outro lado da linha, uma voz apavorada gritava: “Corre aqui que a coisa esquentou. Tem gente esfaqueada, tem gente machucada. Foi uma briga horrível!”. E, era verdade. Os policiais se deslocaram até à Avenida Ferroviária, Jardim Arco Verde e depararam com a cena. O Gleison estava todo ensanguentado e recebia atendimento do SAMU. A briga teria se originado por uma denúncia de furto. “Foi o Baianinho, foi o Baianinho!” disseram algumas testemunhas. Os policiais, então, foram atrás do tal Baianinho. E, Baianinho é o apelido de Daniel, morador na região. Ele, em companhia de outros colegas, ao ver a viatura, saiu pulando muro após muro, mas não adiantou. Ele e os companheiros foram detidos e levados para o Plantão Policial.

No sanitário
O Jorge estava na Estação Rodoviária, quando a barriga deu o alarme. Precisava ir, urgentemente, ao sanitário. E, foi. Mas, antes de satisfazer as necessidades, foi abordado por um homem com um baita revólver na mão. “Dá o dinheiro, dá o dinheiro!” disse o assaltante. Jorge revirou os bolsos e só tinha quatro reais. Deu os quatro e o bandido foi embora. O Jorge procurou o Plantão e deu queixa. Disse que se o assalto demorasse mais dois minutos, o estrago seria maior.

De madrugada
Guilherme seguia pela Rua Senai, às três e pouco da madrugada, pilotando sua moto. Foi cercado por dois homens: um com uma barra de ferro e outro com um revólver. Eram assaltantes perigosos. Levaram a moto; o celular; 15 reais em dinheiro, cartões bancários e os documentos do Guilherme. (Colaborou Richardson de
Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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