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Casos de Polícia - Ed.575

Causos de Polícia Comentários 17 de junho de 2016

Notas Gerais


Venda frustrada
O Dênio tinha uma chapa de aço ocupando espaço em sua casa. Resolveu vendê-la e achou que pela internet seria mais fácil. E, foi mesmo. Colocou o anúncio e em um minuto apareceu um interessado. “Quanto é a chapa, meu chapa?”, perguntou o ‘cliente’. “Quero mil e duzentos”. “Aceita um cheque? É quentura. É só levar ao banco e trocar”, disse o outro. O Dênio aceitou. Entregou a chapa e pegou o cheque. Foi ao banco e, veio a surpresa. O cheque era clonado: tinha o nome de um homem, mas o RG de uma mulher. O Dênio ficou no prejuízo e registrou a ocorrência no Plantão Policial.

Tragédia evitada
A Polícia Militar (Aspirante Valdemar, Sargento Aguinaldo, Cabo Uessugi e Cabo Tabata) foi chamada para resolver um conflito entre vizinhos no Bairro Santo Antônio. Lá chegando, deparou com o Alvim. O Alvim estava muito furioso e disse que ira matar todo mundo. Para tanto, portava um revólver calibre 22, com seis balas intactas. Nos bolsos, mais 15 projéteis. Ainda bem que a PM chegou a tempo. Entraram na casa dele e, lá dentro, encontram mais balas, muita pólvora, cartuchos e duas espingardas. Os vizinhos ameaçados disseram que não iriam representar contra o Alvim porque ele tem “problema de cabeça”. Ficou nisso.

Família refém
O telefone 190 tocou e, do outro lado da linha, uma voz desesperada. “Gente, corre aqui no Arcoverde. Tem uma quadrilha assaltando uma casa. Os bandidos já estão lá dentro”. Em um segundo a viatura 7422 (Cabo Franciele e Soldado Veiga) decolou rumo ao endereço. Chegando lá, era verdade. A família estava feita refém e os bandidos, em número de quatro, já haviam feito a coleta de tudo o que pretendiam levar. Mas, quando viram, e ouviram, a PM, bateram em retirada. A Polícia atrás. Pula muro, salta cerca, entra aqui, sai ali, e o primeiro foi detido. Era um menor. “Tem mais”, gritou o soldado. E, tinha mesmo. Era o Vítor, famoso na região, mas que quando viu aquele tanto de pistolas apontadas para ele, quase sujou a roupa. Com ele, os policiais encontraram parte do produto do roubo. Os dois outros bandidos conseguiram fugir, mas a Polícia, através do Vítor, anotou nome, endereço, telefone e outras particularidades. “Não demora e a gente ganha eles também”, declarou o policial.

Caiu direitinho
Policiais abordaram o Maicon, pois andavam à sua procura. “Tô limpinho, autoridade. Não devo nada”, disse ele. Mas, não era verdade. O Maicon participara de um assalto a uma empresa da Cidade e, levado à presença de testemunhas, foi reconhecido de cara. “Né eu não”, insistiu. Mostraram-lhe as filmagens onde ele, de cara limpa, aparece nas gravações. “Então, quem é este aí? É seu irmão gêmeo? E esta roupa que você está usando não é a mesma da filmagem?”, perguntou o policial. O Maicon não teve como negar. Ele, em companhia de quatro comparsas, praticou o assalto, levando 1.600 reais em dinheiro, mais duas motos que estavam no pátio da empresa. Uma das motos foi abandonada perto do local. A outra continua sumida. O Maicon disse que não sabe por onde andam os seus companheiros. A Polícia acha que ele sabe. Então...

Roubo de sapatos
Foi registrado o furto de vários artigos em uma loja de sapatos no centro de Anápolis. E, uma denúncia anônima apontava que os autores estavam em uma casa na região da Rua Mauá. “Bora lá” disseram os policiais militares. Chegaram ao endereço em poucos minutos. Foi o maior corre-corre. Na casa estavam vários menores de idade. Com eles, o Pablo que já é adulto, mas que não conseguiu fugir. Detido, ele confessou a autoria do delito e ainda deu o serviço, entregando os colegas de crime. O Pablo já é velho conhecido dos policiais e foi levado ao Plantão para mais um registro. Na casa foram encontradas várias caixas de sapato, uma delas com uma botina novinha.

Quase suicida
Um senhor de 25 anos, deu o maior trabalho para a PM e para os Bombeiros no começo da semana. Por uma desilusão amorosa, de acordo com o que disse ele, o homem tentava se jogar do alto do Viaduto “Nelson Mandela” na Avenida Brasil. Depois de uma hora, as autoridades conseguiram interceptar o gesto tresloucado e impediram o suicídio. O episódio provocou um grande aglomerado de pessoas, mas, teve um desfecho feliz. Foi o primeiro caso de tentativa de suicídio naquele local.

Bateu na tia
A senhora de inicial H, tem 67 anos e é surda e muda. Mas, isto não a impede de levar uma vida normal. O que a impede é seu sobrinho, de 36 anos, que sofre de esquizofrenia e quando entra em crise, fica muito violento. Esta semana ele alegou que a comida que a tia preparara estava muito ruim e começou a quebrar a casa. Ela quis intervir e ele acertou seu olho com um soco. A mulher ficou com o rosto desfigurado. A Polícia foi chamada e conseguiu deter o agressor. Mas, ao invés de ir para a cadeia, ele foi levado para o Hospital Espírita de Psiquiatria, onde deve passar uma boa temporada. A tia, coitada, ficou em pânico. Mais um drama familiar registrado no dia-a-dia da polícia em Anápolis.

Volta da escola
A Dayanne e a Melissa vinham pela Avenida 10, Jardim Progresso, quando foram abordadas por dois elementos que desceram de uma moto vermelha. “Passa o celular, passa a bolsa, passa tudo. Ou vocês preferem morrer?” disse um dos assaltantes. Elas escolheram a primeira opção e entregaram seus pertences. “Valeu”, disse o outro bandido que acelerou a moto em direção ao viaduto dos Pirineus. As meninas, que voltavam da aula, não quiseram registrar a queixa. “Não adianta nada”, disse a Melissa. Colaborou Richardson de Bastos

Autor(a): Nilton Pereira

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