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Casos de Polícia - Ed.573

Causos de Polícia Comentários 03 de junho de 2016

Notas Gerais


Roubaram, dançaram
Policiais da viatura 7432 receberam um chamado para atenderem a uma ocorrência de roubo que acabara de acontecer no Parque Calixtópolis. Passava de uma da manhã e o Igor, na companhia do Bruno, foi abordado por dois elementos que ocupavam um Gol branco, rodas pretas e vidros escuros. Na ronda, o carro foi visto pelos lados da Avenida JK. Os policiais rumaram para lá e não demoraram muito a localizar e prender os dois assaltantes. Eram o Vandilson e o Willian. Reconhecidos pelas vítimas, não tiveram como negar o delito. Haviam levado os celulares, dinheiro e documentos dos dois amigos. Da Avenida JK foram direto para a Praça do Expedicionário, onde funciona o Plantão Policial. De lá, para o Jardim das América II Etapa, onde fica Cadeia Pública.

Folgados demais
O Elias tem um açougue. O açougue do Elias tem câmera de videomonitoramento. E vocês pensam que isto é impedimento para os bandidos? Nada disso. Esta semana, dois elementos entraram lá e roubaram a balança de pesar as carnes que o Elias vende. Não satisfeitos, os bandidos retornaram minutos depois e arrombaram o caixa, levando 700 reais em dinheiro vivo. Tudo filmado com boa qualidade. Resta, agora, descobrir quem são os folgados.

No escuro
O Rodolfo, um sujeito honrado e trabalhador, reside no Parque dos Pirineus, lugar aprazível, bonito e bem valorizado. Tão valorizado que, de vez em quando, os embaixadores do reino das trevas costumam passar por lá. E, esta semana escolheram, justamente, a casa do Rodolfo. Ele chegou do trabalho, entrou normalmente e, quando foi acender as luzes, viu que nada estava funcionando Pensou que estava faltando energia no bairro. Tava não! Era só na casa dele. Bandidos haviam arrombado a caixa do padrão e levado o medidor (muita gente chama de relógio) de consumo. Ele ligou para a CELG e fez a reclamação, repetindo o mesmo no Plantão de Polícia.

A abordagem
André vinha pela Rua Amazonas, no centro de Anápolis. Isto, pouco mais de oito da noite. De repente, viu encostar um Gol vermelho. No volante um sujeito barbudo. Ao lado, um que parecia ser menor de idade. “Tinha cara de menino”, disse o André. A conversa foi, mais ou menos, assim: “E aê, chefia, vai rolar o quê?”, disse o garoto. O André respondeu: “De boa, meu chegado. Estou indo pra casa rangar”. O do volante entrou na conversa e disse: “Então, você não vai precisar do telefone celular. Passa ele pra cá”. O André respondeu: “Posso não, amizade...”. O outro: “Pode sim... Está vendo isso aqui na minha mão? É um revólver. E, este revólver já matou um monte de gente. Você não vai querer ser o próximo, vai?”. André retrucou: “Deus me livre, amigo. Pode levar o celular. Depois eu compro outro”. E os bandidos levaram.

Em família
A Lúcia e a Aline são cunhadas e moram na Vila Sul. Mas, não se bicam. Vivem às turras. Esta semana o caldo entornou. A Aline pegou um facão e partiu pra cima da Lúcia. Deu-lhe várias facãozadas, ferindo-a nos braços e nas pernas. Um vizinho entrou na confusão e tomou a arma da Aline. Esta, ao ser desarmada, disse que ainda não havia completado o serviço e que na próxima oportunidade continuaria. A Lúcia disse no Plantão que não sabe os motivos da agressividade da cunhada. Mas, os policiais disseram que ela estava “bebinha da Silva”.

Assaltada em casa
Janaína estava toda tranquila em casa, na Avenida Recife, Bairro São João. Havia acabado de jantar e assistia TV esperando o sono chegar. Mas, antes do sono chegaram dois bandidos, ocupando uma moto de cor prateada. Um deles tinha como argumento para assaltar a Janaína, um reluzente revólver. Ela, quando viu aquilo começou a clamar por todos os santos que conhece. Em 30 segundos se lembrou de uns dezoito. E, em parte, foi atendida, porque os bandidos levaram, somente, seu aparelho celular. Refeita do susto, Janaína ligou para o 190 e foi orientada a registrar um Boletim de Ocorrência.

Troca fatal
A Camila tinha um telefone celular, mas queria vendê-lo. Colocou no Face Book. Logo, apareceu uma mulher que disse se chamar Jéssica. Marcaram um encontro na Praça Bom Jesus. Só que a Jéssica queria era trocar o telefone com a Camila. E disse que o modelo do seu era mais caro. A Camila disse que não interessava, pois não tinha o dinheiro da volta. “Miga... gostei muito de você. Então, vou trocar sem querer nada de volta”, disse a Jéssica. A Camila topou na hora e foi para casa toda sorridente. Quando chegou à sua residência foi ver o novo telefone e descobriu que as configurações não eram nada do que a outra havia falado. Aí, caiu a ficha e ela notou que havia sido enganada. Ligou para a tal Jéssica, mas, quem disse que ela atendeu? O jeito foi registrar a ocorrência e ficar (por enquanto) no prejuízo.

O “radinho”
Rogério, que mora no Parque Calixtópolis, estava na porta da casa de uma amiga, batendo um agradável papo com ela. Falavam de tudo: crise em Brasília, novo CD da Joelma do Calypso, festa da Pecuária em Goiânia, essas coisas. Eis que senão quando, apareceu uma moto preta, mais barulhenta do que oficina de lanternagem. Em cima da moto, dois mutrecos. O mais ousado disse: “Dá o radinho, dá o radinho”. O Rogério não entendeu. Radinho era o celular. Ele ficou estático e o assaltante repetiu: “Ou entrega o radinho agora, ou amanhã seus amigos virão para o seu velório”. O Rogério, diante de tal argumento entregou. Numa boa.

Autor(a): Nilton Pereira

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