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Casos de Polícia - Ed.565

Causos de Polícia Comentários 08 de abril de 2016

Notas Gerais


Caminhão achado
Weylan vinha dirigindo um caminhão tanque, cor vermelha, pelo Setor Aeroporto, quando foi abordado por policiais que ocupavam a Viatura 7327, pertencente ao 38º Batalhão. “E, esse caminhão aê, chefia?”, perguntou o policial. “Eu achei ele parado na estrada e resolvi pegar”, respondeu o Weylan. “Conta outra, gente boa...” respondeu o PM. É que o referido caminhão, com três mil litros de óleo diesel, mais quatro mil litros de gasolina e três mil litros de etanol, havia sido roubado em Goiânia. Sem saída, Weylan contou que foi contratado para trazer o veículo até Anápolis. Mas, claro, a história não colou. Ele foi levado para o Plantão Policial.

Em Valparaíso
O Inaldo, que mora em Anápolis, foi cercado por dois bandidos em Valparaíso de Goiás, entorno de Brasília. Ele contou no Plantão que não teve como fugir dos marginais e se viu na obrigação de entregar o carro, um Siena FIAT mais documentos e o telefone celular. Inaldo disse que diminuiu a marcha para passar por um quebra-molas, quando foi abordado pela dupla assaltante.

A furadeira
Daniel parou seu carro perto da Rua Ruy Barbosa e pensou que ali ele estaria seguro, pois o movimento é grande. Estava redondamente enganado. O Jovah ia passando e viu que o porta-malas estava destrancado. Abriu o compartimento e viu lá dentro uma furadeira elétrica. Não perdeu tempo: pegou a ferramenta e saiu correndo. Mas, alguém percebeu e deu o grito: “pega ladrão!”. E, pegaram o Jovah. Quando o Daniel viu a confusão, ficou sabendo que se tratava de seu carro. Na fuga, o Jovah dispensou a máquina de furar.

Uma contra quatro
A Thays vinha tranquilamente pela Avenida Contorno, perto do viaduto da Avenida Presidente Kennedy. Era por volta de nove e meia da noite. Quando, de repente, aproximou-se um Monza escuro e, dentro do Monza, quatro elementos. Dois deles desceram e deram voz de assalto. Ela ficou apavorada, mas, percebeu que os bandidos não estavam armados. Começou a gritar, e espernear. Valeu, pois alguns populares viram e correram em seu socorro. Um dos assaltantes, o Luiz Henrique, foi seguro pelos populares. Os outros fugiram. Luiz Henrique foi levado para o Plantão Policial, onde obteve uma calorosa recepção.

Dupla explosiva
Matheus e Henrique não formam nenhuma dupla sertaneja. A especialidade deles é roubar carros. Esta semana, eles assaltaram o dono de uma FIAT Strada, de cor vermelha, em Aparecida de Goiânia. O GRAER seguiu no encalço, inclusive usando o helicóptero da PM. Os bandidos foram encontrados na Vila Esperança, em Anápolis. Depois da prisão, os policiais descobriram que Henrique e Mateus são velhos conhecidos das delegacias de Goiás, acusados de roubos e receptação em diversas oportunidades.

Casal terrível
Aline e Mateus (é outro Mateus) formam um casal que dá certo em tudo. Até nos empreendimentos comerciais. Só que, eles trabalham com mercadorias ilegais, tipo maconha, crack e cocaína. E, foi por conta desse comércio ilícito que eles “caíram” esta semana. O casal foi abordado no Residencial Dom Emanuel e não teve como explicar a grande quantidade de drogas que conduzia.

Deu azar
Quando a Polícia chegou a um estabelecimento comercial (mercearia e bar) no Residencial Morumbi, encontrou um sujeito todo ensanguentado, com vários ferimentos feitos com taco de sinuca. Era o Claudionor. Ele fora agredido por alguns fregueses depois de, em companhia de um comparsa, que disse não saber o nome nem o endereço, assaltar o comércio. O parceiro dele fugiu levando 500 reais em dinheiro e um aparelho celular. Claudionor, que não portava documentos, disse que o outro assaltante o obrigou a cometer o crime. Foi levado para receber dois atendimentos: médico e policial.

Briga feia
Confusão na Avenida Goiás, esquina com a Rua Floriano Peixoto. O Raymond disse que iria matar a Cynthia. Ela ficou com medo e deu parte à polícia. A Polícia foi atrás do Raymond e levou-o para o Plantão Policial a fim de que ele explicasse direito a questão para o delegado plantonista. No Plantão, foi arbitrada uma fiança de 25 mil reais. O Raymond disse que nunca viu tanto dinheiro nem na televisão. Desta forma, ele foi convidado a passar uma temporada no Jardim das Américas III Etapa, mais precisamente na Cadeia Pública de Anápolis.

A cobradora
Era a última viagem do domingo. O ônibus da URBAN deixou o Terminal e seguiu para linha Bandeiras/Harmonia. Um elemento fingindo ser passageiro se levantou bruscamente do banco e encarou a cobradora Maria Creonice. Ele estava com uma faca e pediu, gentilmente, que ela entregasse o celular. Ela, gentilmente, entregou. O bandido achou fácil e pediu o celular de um passageiro. Também, foi atendido. Depois, saiu com os dois aparelhos. A Maria Creonice foi ao Plantão registrar a queixa e disse que o motorista do ônibus não quis acompanhá-la, ao alegar que não havia sido levado nada da empresa. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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