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Casos de Polícia - Ed.559

Causos de Polícia Comentários 26 de fevereiro de 2016

Notas Gerais


Assaltante pé de chinelo
O Luiz Fernando vinha pelas ruas do Polocentro, quando se aproximou um motoqueiro. O motoqueiro era assaltante e estava com uma arma em punho. Apontou-a para o Luiz e deu o tradicional grito: “É um assalto. Passa a carteira e o celular”, disse o marginal. O Luiz olhou para um lado, olhou para o outro, olhou na cara do assaltante e partiu pra cima dele. Deu-lhe alguns sopapos e quando viu que a parada seria indigesta, o bandidão correu, deixando a moto e a arma, uma garrucha 22. O Luiz chamou a Polícia e narrou o ocorrido. A moto e a garrucha foram recolhidas.

Casal bandido
A Rayonnara e o Estênio têm muita coisa em comum, além do fato de serem parceiros. São assaltantes. Ela pilota a moto e, ele, assalta as pessoas. Foi assim que fizeram com a senhora de inicial R. Mas, desta vez, deram azar. É que o Sargento Marcelino ia passando de moto e foi abordado pela vítima. Saiu no encalço dos bandidos e os encontrou na Vila Góis. Mandou que parassem a moto e foi obedecido. Depois, chegou mais uma guarnição e levou o casal bandido para a delegacia.

Engoliu a pedra
Policiais do 31º CIPM passavam pelas ruas do Parque Residencial das Flores, por volta de 23 horas, quando viram um Pálio parado em local suspeito. Resolveram dar uma checada. Ao se aproximarem, depararam com dois elementos no interior do veículo. Eram o Gabriel e o Weverton. Este, ao ver os policiais, começou a sofrer convulsões e a passar mal. Foi então que descobriram a causa. Ele havia engolido uma pedra de crack para fugir do flagrante. Os policiais levaram-no, inicialmente, à Santa Casa, onde ele foi medicado. Depois, retornaram com ele à sua residência, onde encontram farto material utilizado na preparação de pedras: balança de precisão, papel para a embalagem e outros artefatos. Foi preso.

Conto do sorteio
“Alô... quem fala?”. “Aqui é o João Batista”. “Parabéns, seu João. O senhor acaba de ganhar 35 mil reais da Claro. Vamos fazer algumas perguntas e o senhor responde...”. Foi este o início do diálogo que custou mais de três mil reais ao João Batista. Ele caiu no conto do sorteio e foi orientado a fazer três depósitos seguidos em uma conta cujos números o interlocutor foi lhe falando. Quando suspeitou que era uma armação, foi a uma loja da operadora e ficou sabendo que não havia promoção nenhuma e que, de fato, havia dançado. Correu ao banco, mas o dinheiro já havia sido sacado. Mais um cidadão que ficou no prejuízo.

Vacilo fatal
O Divino, morador na Vila Norte, deixou o portão entreaberto por um instante. Mas, foi o suficiente para o Gleysson entrar e, como um gato, surrupiar o telefone celular que estava em cima da mesa. O Divino viu e correu atrás do Gleysson. Pega daqui, pega dali, acabou encantoando o larápio, no que foi auxiliado por alguns populares. Uma viatura do 28º Batalhão chegou em cinco minutos e ofereceu carona ao Gleysson até a Praça do Expedicionário, onde ele bateu um longo papo com o delegado de plantão.

Deu a maior sorte
O Tiago cercou uma viatura do 28º Batalhão e disse que havia sido assaltado por três elementos armados, na Avenida Brasil Norte. “Entra aqui, vamos ver se achamos esses bandidos”, disse um policial. O Tiago entrou e, logo adiante, os militares depararam com os menores L. de 17 anos; L., de 15 anos e G., de 14. Com eles, um simulacro de arma de fogo. Foram detidos na hora, mas como em Anápolis não há local adequado para o recolhimento de autores desse tipo de delito, poucas horas depois, por certo, eles já estariam soltos.

Canarinhos da discórdia
Patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal interceptaram um veículo Zafira. Quem estava dirigindo era o Marcílio. O policial viu que o carro estava cheio de “Canários da Terra”. O Marcílio disse que eram 100 exemplares e, vendo que a casa acabara de cair, tentou um suborno, oferecendo dinheiro ao patrulheiro. Este, além de não aceitar, ainda chamou o restante dos companheiros. Ao fazerem a checagem, viram que não eram 100, mas 800 canários, certamente destinados ao tráfico de aves. O autor foi encaminhado ao Plantão Policial.

Encarou a PM
O João e sua esposa têm o costume de espancar os filhos. A Marlene, uma vizinha, deu queixa no Conselho Tutelar. O João não gostou e disse que iria matar a Marlene. Foi o maior quiproquó, Chamaram a polícia e, mesmo assim, o João não se conteve. Partiu para cima da Marlene, derrubou-a e pisou em sua cabeça. A Marlene aprontou a maior gritaria e foi preciso muito diálogo para acalmar o João. Finalmente ele se acalmou, mas disse que iria matar a Marlene e os policiais. Depois, foi conduzido ao Plantão. Aconteceu no Residencial Nova Aliança.

Dançou bonitinho
Em plenas cinco horas da tarde, sol de rachar mamona e o Jonathan estava na Alexandrina desenvolvendo sua atividade. A atividade do Jonathan é vender drogas pelo sistema delivery. Mas, esta semana, a casa caiu. Ele foi abordado por policiais do 28º BPM, quando estava com sua moto parada perto de um terreno baldio. Revista de costume e o bolso cheio de drogas. Os policiais foram à casa do Jonathan e encontraram mais pedras. O curioso é que o telefone dele não parava de tocar. Eram clientes encomendando o produto.

Autor(a): Nilton Pereira

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