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Casos de Polícia - Ed.558

Causos de Polícia Comentários 19 de fevereiro de 2016

Notas Gerais'


Dupla azarada
Em companhia de um amigo, o Jairo transitava pela Avenida Presidente Kennedy, quando viu um homem parado em frente a uma residência. A dupla estacionou a moto poucos metros adiante e o Jairo desceu, com a mão sob a fralda da camisa e se dirigiu ao cidadão, dando voz de assalto. O Jairo só não contava que o referido cidadão era o policial militar Harley Lopes que, de imediato, sacou sua arma e rendeu o assaltante. Este, ainda, tentou reagir, mas foi dominado. O companheiro do Jairo deu no pé, deixando-o na latada. E, sabem o que ele tinha por debaixo da camisa? Um pedal de moto, para simular arma de fogo. Foi em cana.

Carona fatídica
Meia noite e o João circulava pelos altos da Avenida Brasil Sul, conhecida por “região dos motéis”. De repente, viu uma pessoa que lhe acenou. Ele, solitário, carente de um papo amigo, decidiu abrir a porta do carro na maior delicadeza. Era um travesti que foi logo sacando um canivete que mais parecia uma peixeira e deu voz de assalto ao João. Este entregou o celular e a carteira com alguns trocados. Ato seguinte, o travesti/assaltante deu no pé e o João chamou a polícia.

Assalto na rua
Agnaldo vinha cantarolando uma música do Michel Teló pelas ruas do Residencial Pedro Ludovico. De repente, dois elementos surgiram em sua frente. Um deles com um baita revólver na mão e espumando de brabeza. “Dá a mochila, o celular, o dinheiro, tudo o que tiver!”, gritou o assaltante. O Agnaldo, coitado, pego de surpresa, entregou seus pertences e, ainda viu os bandidos sumirem na primeira esquina.

Namoro explosivo
O menor de inicial J. tem 17 anos e é muito namorador. Só que ele foi se engraçar logo com a ex-mulher do Bruno. Eles moram no Residencial Munir Calixto. O Bruno, quando soube, foi tirar satisfação com o jovem. E, já foi decidido a resolver a parada. Para tanto, estava com um 38 cheinho de balas. Quando viu o J., foi logo atirando, acertando o rival no pé direito. Foi o maior corre-corre. Logo depois, soube-se que o Bruno havia sido preso em flagrante por porte ilegal de arma. J. foi ao plantão e o reconheceu.

Covardia pura
A Eliana vinha com seu filho de três anos de idade pelas ruas da Vila Santa Isabel. Nisto, parou uma moto com dois bandidos. Um deles, armado, encostou o revólver em sua barriga. Queriam bolsa, dinheiro, celular e tudo o mais. Conseguiram sem o menor esforço. Eliana disse que temeu pela vida do filho. Depois, ficou sabendo que os documentos foram jogados em uma das ruas do bairro.

Comprou ilusão
O Enivaldo queria comprar um carro e foi aconselhado por amigos a procurar na internet, nos sites especializados. E, achou o que queria. Só que, o vendedor, que era de Itumbiara, pediu um adiantamento de mil reais. O Enivaldo depositou. E, quando foi àquela cidade fronteiriça com Minas Gerais busca o carro, veio a surpresa. Não tinha carro, não tinha empresa, não tinha nada. Ficou no prejuízo. Registou a ocorrência para os devidos fins.

Roubo rural
Florentino tem um sítio na região de Bramápolis, onde cria porcos; galinhas; patos, perus e outros bichos. Esta semana ele recebeu uma visita das mais desagradáveis: três elementos. Ou melhor, três bandidos. Eram altamente perigosos, fortemente armados que o trancafiaram em um dos cômodos da casa e fizeram um verdadeiro limpa no local. Pegaram 400 reais em dinheiro; uma motocicleta; aparelhos eletrônicos; utensílios domésticos, uma banda de porco e, até, um par de botinas usadas, além de algumas colheres. Mais tarde, o Florentino ficou sabendo que a polícia havia prendido um tal Bruno, no Residencial Flamboyant. Foi lá e reconheceu seus pertences. O Bruno foi levado para a cadeia.

Susto danado
Ludmila vinha pelas proximidades do Hospital Municipal, quando foi abordada por dois elementos. “Dona, a gente quer só a sua bolsa. Mas, se a senhora engrossar, a gente mata a senhora. Então, é melhor entregar a bolsa e correr sem olhar para trás”, disse um dos bandidos. Era pouco mais de oito e meia da manhã. A Ludmila fez tudo certinho Entregou a bolsa e correu sem olhar para trás. Ficou sem a bolsa, documentos cartões bancários e 600 reais em grana viva. Refeita do susto, deu queixa no Plantão Policial.

Assalto estranho
Dez da noite e o Ailton chegava em casa, no Itamaraty, na companhia da esposa e de duas filhas menores. A família foi surpreendida por dois homens armados que trancaram a todos no banheiro da residência. Em seguida, os bandidos apanharam objetos de valor, como eletroeletrônicos, roupas e seis mil reais em dinheiro vivo. No dia seguinte, o carro do Ailton, um FIAT Uno foi localizado em uma estrada vicinal, com as chaves na ignição e, pasmem, R$ 4.756,00 do dinheiro que havia sido roubado. Ailton, apesar de tudo, comemorou a recuperação do veículo e de parte do dinheiro.

Adeus carro
Como sempre o faz, a Leide foi visitar a mãe, que mora no Recanto do Sol. Assim que parou seu carro FIAT Pálio, foi abordada por um sujeito, segundo ela, magérrimo, mas que tinha um potente revólver na mão. Ele queria o carro. Ela, mesmo a contragosto, teve de entregar. “O carro ou a vida”, disse o bandido. “O carro”, disse a Leide. E, assim se fez.

Autor(a): Nilton Pereira

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