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Casos de Polícia - Ed.551

Causos de Polícia Comentários 23 de dezembro de 2015

Notas Gerais


Terror do Filostro
O “dimenor” de inicial V tem 16 anos, mas é um verdadeiro pinta-braba. Ele mora na região do Conjunto “Filostro Machado”, onde toca o terror sem medo de ser feliz. Esta semana a polícia foi chamada para ver o caso de uma pessoa armada em uma lan house. E, adivinhem quem era? Justamente o V que, além de um baita revólver, portava algumas porções de maconha, cocaína e uma boa quantia em dinheiro. Quando ele viu “os home” correu para o banheiro e tentou dispensar a droga, mas já era tarde. Foi levado para o plantão.

Deu sorte
Valdeir, sujeito honrado e trabalhador, pegou o filho e resolveu dar umas voltas pela Cidade. Entra aqui, sai ali e decidiu parar seu Escort em frente ao Parque Ipiranga. Desceu, comprou pipocas, andou de um lado para o outro e, logo, resolveu ir embora. Mas, quando chegou ao estacionamento, cadê o carro? Ele entrou em desespero e ligou para a Polícia. Para sua sorte, o carro foi localizado duas horas depois, na Vila Santa Maria de Nazareth, com um vidro quebrado e sem a bateria. “Menos mal”, disse ele.

Tiros na noite
O Divino, que mora no Alto da Bela Vista, contou no plantão que na noite anterior estava em casa na companhia da esposa, assistindo televisão. De repente, segundo ele, ouviu barulhos que pareciam chutes no portão. Levantou para ver o que era e abriu a porta dos fundos. Só escutou uma saraivada de pipocos e zunido de balas. Uma bala acertou a máquina de lavar roupas e a outra, furou o portão. Vizinhos disseram que os tiros foram disparados de um carro de cor prata. Mas, Divino disse que não entendeu, pois não tem inimizade com ninguém, não mexe com nada ilegal e vive para o trabalho.

Assaltada na rua
Wanessa é enfermeira em um importante hospital de Anápolis. Esta semana ela estava chegando ao trabalho às sete da manhã, quando foi cercada por dois elementos que desceram de um carro de cor prata. Os dois, armados de facas, a abordaram e exigiram que ela entregasse o celular e a bolsa. “Não grita não, dona, porque hoje eu amanheci com vontade de matar alguém!”, disse um dos bandidos. Ela, sem reação, entregou a bolsa com 500 reais, o celular e os documentos. Foi ao Plantão, registrou a ocorrência e voltou para o trabalho resignada. Vida que segue...

A pistola sumida
Paulo César, militar da Aeronáutica, estava em uma choperia na Rua 15 de Dezembro. Por volta de três e pouco da madrugada, resolveu ir embora. Foi ao balcão, pediu a conta e uma pistola que havia deixado guardada com o proprietário. Este, sem delongas, recebeu o dinheiro e entregou a arma. Paulo saiu e, minutos depois, voltou dizendo que havia esquecido a arma no balcão. O dono do estabelecimento disse que ele pegou a pistola e saiu com ela. E, ficou nisso. O fato foi registrado no Plantão para as devidas providências.

Amor complicado
A senhora de inicial G teve um relacionamento de pouco mais de dois anos com o Rafael. Mas, disse que não suportou o ciúme doentio dele e resolveu se separar. Só que, de acordo com ela, o “Rafa” não larga de seu pé. Esta semana ele estava em casa quando ele chegou. E, já chegou botando pra quebrar. Quebrar a cara dela, claro. Deu-lhe vários socos e pontapés. Ela, toda machucada, conseguiu se safar e correu para o Plantão Policial onde pediu providências. Disse que tem medo que ele volte e a ataque de novo.

Roubo no coletivo
Heverton é motorista da Urban. Helenita é cobradora da Urban. Esta semana os dois trabalhavam na linha Jandaia, dez e meia da noite, quando entrou um passageiro. Na verdade, não era passageiro e, sim, assaltante. Apontou uma arma para o motorista e gritou: "Perdeu, perdeu! Passa o celular”. O Heverton disse “Que celular, chefia, não tenho celular não!”. O assaltante, então, virou-se para a Helenita e tomou-lhe a bolsa recomendando que ela não gritasse se, não, seria furada à bala. Ela entregou a bolsa, com documentos, dinheiro e mais 15 reais de troco da firma.

Sequestrados
Os namorados de iniciais L e D estavam trocando juras de amor dentro do carro, no Jardim Alexandrina. O relógio marcava uma e meia da madrugada. Distraídos, os jovens nem perceberam a aproximação de dois assaltantes que os renderam. O casal foi levado para a zona rural, proximidades de Interlândia, onde foi abandonado. Os bandidos levaram o carro, um Peugeot cinza, com placas de Brasília. Só depois de algumas horas é que os dois namorados conseguiram chegar à Cidade onde registraram a ocorrência.

Outro sequestro
A médica de inicial M ia saindo do trabalho em um hospital no centro da Cidade, quando dois bandidos a cercaram. Fizeram-na de refém e se dirigiram, coincidentemente, para a região de Interlândia. Lá, ela foi abandonada e os ladrões fugiram levando seu carro, um Honda Fit Twist, placas de Goiânia. Ela buscou socorro no Plantão Policial.

Assaltante tatuado
O Édipo vinha pela Avenida Morumbi, já chegando em casa, no maior sossego do mundo. Nem imaginava o que iria lhe acontecer. E, aconteceu. Dois elementos pararam uma moto Honda ao seu lado e sem maiores detalhes disseram que eram assaltantes. De valor o Édipo só tinha o celular. E foi, justamente, o que os bandidos levaram. Édipo disse que um dos assaltantes tem uma grande tatuagem em uma das pernas. (Colaboraram Evaristo Pereira e Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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