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Casos de Polícia - Ed.547

Causos de Polícia Comentários 30 de novembro de 2015

Notas Gerais


Tráfico na praça
Nove da manhã, numa baita segunda-feira, e o João Henrique estava de bobeira na Praça das Mães, bem no centro da Cidade. Uma viatura da PM passou e o condutor achou meio estranho. Os policiais decidiram bater um papo com o João. Conversa vai, conversa vem e pediram para que ele mostrasse o que tinha nos bolsos. João, a princípio, desconversou e disse que não tinha nada. Mas, tinha! E, era maconha. Além de algumas porções da erva, um celular, que ele não soube explicar direito a procedência. Sendo assim, foi conduzido para uma entrevista com o delegado de plantão.

Brigas em casa
Isaías, de algum tempo para cá, não vem se dando bem com a esposa Terezinha. Brigas de casal, mas que ele, sempre leva vantagem, por ser mais forte e falar mais grosso. Só que, além da esposa, Isaías deu de implicar com as netas. Esta semana ele saiu do sério e ameaçou acabar com as três. Foi preciso chamar a polícia. Mas, nem por isso Isaías se intimidou. Quando a RP chegou, foi aí que ele ficou mais valente ainda. Desandou a desacatar os policiais. Falou um monte. Mas, num caso como este, a lei deve prevalecer. Isaías foi gentilmente convidado a dar uma chegadinha à Delegacia de Plantão, onde uma equipe de recepcionistas o aguardava.

Furto maldoso
Valdeir, morador na Vila Brasil, é um sujeito honrado, trabalhador e muito religioso.
Sempre que pode, ele vai à igreja, que fica na Rua General Joaquim Inácio, fazer suas orações e pedir proteção. Esta semana, entretanto, ele foi surpreendido ao sair do culto religioso. Quando olhou para o local onde havia deixado sua moto, Titan de cor preta, só viu o espaço. O veículo tinha evaporado. Valdeir, resignado, disse que vai trabalhar e comprar outra. E, mais: não deseja mal ao ladrão. Só quer que ele se regenere e busque um bom caminho. Cara legal, o Valdeir.

No Terminal
Luana estava no Terminal Urbano esperando o ônibus da nova empresa que está fazendo o transporte dos passageiros. Olhava para um lado, olhava para o outro procurando se distrair, pois passava do horário e ela estava louca para chegar logo em casa. E, tão distraída se encontrava que nem viu quando passaram a mão na sua bolsa. Dentro da bolsa coisas de mulher, como produtos de maquiagem, um pouco de dinheiro e um aparelho celular. A Luana, coitada, entrou em pânico, mas não adiantou nada. Ficou no prejuízo.

Água de coco
Paulo Henrique é louco por água de coco verde. Esta semana, fazia muito calor e ele resolveu juntar o útil ao agradável. Subiu no coqueiro e começou a derrubar os frutos. O detalhe é que o coqueiro fica na casa do policial de nome Marcos, na Vila Calixto Abrão. Quando deparou com a cena, o agente da lei foi ao encontro do Paulo Henrique. “Desce logo daí, chefia... Quem te autorizou a pegar estes cocos?”, indagou o policial. O Paulo não soube explicar e ainda ficou bravo. Foi quando entrou em luta corporal com o Marcos e acabou levando a pior. Dominado, ficou ali esperando chegar uma viatura da PM que, por sinal, não demorou muito. Ao invés de coco, levou cana.

Carga pesada
Roberto; Valmir; Edvaldo; Aparecido, Edevaldo e Pedro foram conduzidos ao Plantão Policial para uma conferência com o delegado de plantão. É que esta turma toda estava fazendo o transbordo de caixas de cerveja de uma carreta para vários carros de passeio. O estranho é que a operação acontecia perto do Ribeirão Piancó, onde não tem nenhum depósito, ou armazém. Alguém achou aquilo muito estranho e ligou para o 190. Uma viatura chegou em questão de minutos e não deu tempo para que os suspeitos fugissem. Além deles, foram apreendidos um automóvel Corola, um Honda HR-V e uma FIAT Strada. A carga era furtada.

O alicate
Marcos foi alcançado por uma viatura da PM quando já se encontrava na rotatória do Bairro São João. Contra ele pesava a acusação de haver furtado um alicate em uma farmácia que fica nas proximidades. Abordado, Marcos confessou o crime e disse que já havia vendido o tal alicate de cortar unhas. “Vendeu por quanto?”, perguntou um dos policiais. “Por cinco reais”, respondeu o Marcos. Mesmo com a insignificância do valor do produto furtado, os policiais cumpriram com o dever e levaram o Marcos para bater um papo com o pessoal do plantão.

Caiu do cavalo
Onze e pouco da noite e os policiais abordaram o Jefferson nas proximidades de uma escola de ensino superior que fica na Avenida Universitária. “Fazendo o quê aqui a esta hora, chefia?”, indagou um dos policiais. “Tô só dando um tempo, mas já estou indo embora”, respondeu o Jefferson. “Podemos ver o que você tem aí”, perguntou o outro policial. “Né nada não doutor, té logo”, disse ele. E, já ia saindo. “Que pressa é esta amigão? Espera aí!”, tornou a falar o PM. Mas, a pressa do Jefferson era explicável. Ele carregava alguns pinos de cocaína e algumas porções de maconha, já encomendados por alguns “clientes”. Dançou bonitinho.

Roubo na loja
O alarme do comércio do Giovane disparou à uma da manhã e ele viu no celular. Foi correndo para lá. Ao chegar, viu que uma das seis portas estava aberta, porém, sem sinal de arrombamento. Algumas luzes estavam acesas e ele, precavido, chamou a polícia. Quando se sentiu seguro, entrou na loja e notou o sumiço de várias peças de roupas masculinas. Calculou em 40 mil reais o prejuízo. No local, foi encontrado um telefone celular da marca Samsung. (Colaborou Evaristo Pereira).

Autor(a): Nilton Pereira

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