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Casos de Polícia - Ed.544

Causos de Polícia Comentários 06 de novembro de 2015

Notas Gerais


Roubaram, dançaram


Jhonatan e Paulo Henrique são mais que amigos. São comparsas. Aliás, enveredaram para o mundo do crime, talvez pensando em formar uma dupla famosa, daquelas que saem nos jornais e na televisão. Pois bem: os dois praticaram alguns assaltos em Goiânia e resolveram ir até à vizinha Nerópolis. Lá, também, assaltaram algumas pessoas e roubaram seus celulares. As vítimas deram o grito e afirmaram que a dupla saiu rumo a Anápolis. E, era verdade. Só que, policiais do CPE prepararam uma bela recepção para ambos. Jhonatan e Paulo Henrique foram interceptados na rodovia e levados para a Cadeia.


 


Goleiro assaltado


Ivonei é garimpeiro em Pindobaçu, na Bahia e veio passar uns dias na casa de um amigo em Anápolis. Ele é goleiro. Esta semana, depois de participar de uma animada pelada, ia voltando para casa, quando, juntamente com sua companheira, foi abordado por dois elementos numa moto preta. “Passa a grana, o celular e o tudo o mais que valer alguma coisa. Se não passar, vai passar desta para uma vida melhor”, disse um dos bandidos. Ivonei, que não é bobo nem nada, havia deixado o celular com a companheira, mas, não impediu que os bandidos levassem sua bolsa, com um par de luvas, um par de chuteiras e outros objetos de uso pessoal. Oito da noite, na Avenida Brasil Sul.


 


Ficou sem o carro


A Beatriz trabalha no Terminal Rodoviário e tinha um automóvel Corsa Wind, de cor verde. Tinha, pois ela ficou sem seu meio de transporte. Esta semana, depois de uma longa jornada de trabalho, ela se dirigiu ao local onde sempre deixava o carro. Olhou e, desesperada, notou que o veículo não estava mais lá. O relógio marcava dez horas da noite. Beatriz, coitada, entrou em pânico e chamou a polícia, mas disse não suspeitar de ninguém.


 


Peixes da confusão


O Pedro vinha com sua caminhonete Mitsubishi pela BR 414. Na carroceira, cerca de 250 quilos de peixes de variadas espécies. Patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal viram que ele fazia ultrapassagens perigosas e estava em alta velocidade. Foi feita a abordagem e ele disse que os peixes vinham de um criadouro da região. Mas, não tinha documentos, nem nota fiscal e nem nada que comprovasse a origem do pescado. Foi levado ao Plantão e autuado por crime ambiental. Pagou fiança de 788 reais e vai responder em liberdade.


 


Fim de noite trágico


Faltavam dez minutos para as dez da noite, Julimar saiu da igreja onde participa, todo feliz. Havia cumprido com suas obrigações religiosas e retornava para casa. Mas, foi surpreendido por um elemento que, com um revólver apontado em sua direção, mandou que ele descesse da moto e que lhe entregasse as chaves. Julimar obedeceu para não morrer, é claro. Ligou para a Polícia e, logo, apareceu uma viatura da PM. Os militares disseram que estavam procurando um elemento em uma moto Twister. Aí caiu a ficha: o Julimar disse que o bandido que o assaltara havia deixado uma moto no chão e ele anotou a placa. E, não é que era a tal moto que os bandidos usavam antes de roubarem a do Julimar?


 


Deu sorte


Divino, sujeito honesto, e trabalhador, é taxista. Esta semana ele recebeu uma ligação. Do outro lado da linha uma voz feminina perguntou se ele fazia corridas para fora da cidade. Ele disse que sim. “Então o senhor me apanha aqui no posto do bairro Reny Cury”, disse a mulher. Divino foi. Encontrou a dita cuja que mandou que ele seguisse rumo à Vila de São Vicente (Igrejinha), No caminho, ela mandou que ele parasse para apanhar mais dois homens e uma mulher. Tudo ia bem, até que os passageiros mandaram que Divino entrasse por uma estrada vicinal. Ele entrou e quando ia dar marcha-a-ré, sentiu uma coisa pontuda na nuca. Era o sinal de assalto. Os bandidos ordenaram que ele descesse do carro, um Ford Fiesta e sumisse correndo se não quisesse ser morto. Divino correu e ligou para a Polícia. Mais tarde, o carro foi localizado em um local ermo do Vivian Park. Divino ficou aliviado.


 


Briga feia


A chapa esquentou entre o Amadeus e o Leandro. Foi na Rua Leopoldo de Bulhões. A Polícia foi chamada para intervir e chegou ao local com a discussão em andamento. O Amadeus gritava que o Leandro iria morrer como o irmão dele morreu e que iria “pro inferno”. Diante das circunstâncias, os policiais resolveram levar os dois para delegacia. Lá, o Amadeus disse que iria usar do direito de ficar calado. E, ficou. Feito o Termo Circunstanciado de Ocorrência, ambos foram liberados.


 


Assalto frustrado


Uma denúncia anônima levou os policiais ao Residencial Las Palmas, onde estaria havendo um roubo à mão armada em uma residência. E, era verdade. Feito o cerco na casa, dois bandidos conseguiram fugir, mas o Irineu foi detido. Perguntado sobre os outros, ele desconversou e disse que os conhecera somente naquele dia e que não tinha maiores informações sobre os mesmos. A polícia recolheu uma moto usada pelo trio e viu que, na garagem, os bandidos já haviam roubado vários objetos da casa que pertence ao Lindomar e colocado no seu carro, um Citroën C-3, com o qual pretendiam fugir. Lindomar era feito de refém. Isto, antes de nove da noite. Os policiais ficaram de fazer um trabalho psicológico com o Irineu para ele se lembrar do nome e do endereço dos comparsas.

Autor(a): Nilton Pereira

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