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Casos de Polícia - Ed.543

Causos de Polícia Comentários 30 de outubro de 2015

Notas gerais


Confusão no banco


O José Carlos foi a um banco na Cidade Jardim e ao sair, esqueceu sua carteira. Andou alguns metros e sentiu a falta dela. Voltou imediatamente e encontrou o Michel saindo da agência. “Você viu uma carteira ali no balcão?”, perguntou o Zé Carlos. “Vi sim, aqui está ela”. E entregou a carteira. O José Carlos foi conferir e disse que faltavam 50 reais. O Michel disse que não pegou nada. Aí, começou a confusão. Do bate-boca para o troca-tapas foi um segundo. A polícia foi chamada e encontrou o Michel com as roupas rasgadas e o José Carlos com um ferimento, resultado de uma pedrada. No Plantão, viram que o Michel tinha 500 reais no bolso. Ele disse que recebera de uma indenização trabalhista, o que foi confirmado por seu advogado.


Dentro do quarto


O Luiz mora em um sobrado no Itamaraty. Esta semana como fazia muito calor, ele resolveu dormir com a porta do quarto aberta. E, na madrugada, por volta de três horas, acordou com um barulho. “É você, amor?” perguntou ele. Não era sua esposa, pois a mesma estava ao seu lado em sono profundo. Ele levantou-se depressa e viu um elemento correr pela sacada e pular lá de cima. Depois, saltou o muro e sumiu na escuridão. Mas, foi embora levando a carteira do Luiz.


No meio da rua


Oito da noite e o Eduard vinha pelas ruas do Vivian Park caminhando lentamente. Até assoviava uma música do Fábio Júnior. De repente, ouviu o barulho de uma moto. A moto encostou ao seu lado e dois elementos que o Eduard disse nunca ter visto na vida, deram-lhe voz de assalto. “Deita no chão, rápido, não olha pra mim, se não faço dois buracos na sua cabeça”, gritou o carona. O Eduard obedeceu. Os bandidos tomaram-lhe o celular, a carteira com documentos e sumiram. Ele disse, no Plantão, só não entender os motivos pelos quais os assaltantes ainda o agrediram com capacete e com socos na cabeça.


O loiro e o moreno


Sete e pouco da noite e a Lilian estava fechando seu estabelecimento comercial no Alto da Bela Vista. De repente, chegou uma moto Titan azul, com dois elementos: um loiro e um moreno magro. O loiro estava com uma arma de fogo de fabricação artesanal e a apontou para a Lílian. “Faz uma gracinha aí que eu te mando pro IML agora mesmo!” esbravejou o bandido. Ela, coitada, nem piscou. Os marginais roubaram 450 reais e saíram em disparada. A polícia foi chamada, deu uma geral no bairro e encontrou o Rodrigo e o Igor, cujas fisionomias coincidiam com as informações da vítima. Foram levados à presença dela e não deu outra. Eram eles mesmos. De quebra, ainda estavam com a arma usada no assalto. Resultado? Cadeia nos dois.


Caso complicado


O Subtenente Giuliano levou o Rafael para bater um papo com o Dr. Willian Martins, delegado de plantão. É que havia uma denúncia de que determinado elemento estava com um FIAT Strada em atitude suspeita. O policial militar foi ver e, de fato, a caminhonete estava com restrição de roubo. No Plantão, o Rafael disse que a trocara em uma moto Titan, com um elemento de nome Vilmar. “Cadê o Vilmar?” perguntou o delegado. “Sei não, doutor...” respondeu o Rafael. “Onde ele mora?” voltou a dizer a autoridade policial. “Também não sei”, disse o Rafael. O jeito, então, foi ele ficar detido para recuperar a memória.


A surpresa


Depois de assistir ao culto em sua igreja, o Jonathas ia embora todo feliz, certo de que teria uma semana abençoada. Mas, não foi bem assim. Ele trafegava pelas ruas do Jardim das Américas III Etapa, quando foi abordado por dois motoqueiros. “Passa tudo o que tem aí, agora e não fala nada!”, disse um dos bandidos. O Jonathas tinha pouca coisa: um celular, uma carteira com documentos e o cartão de estudante para pegar ônibus. Ficou sem nada. Os bandidos pegaram os objetos e desapareceram. O Jonathas disse agradecer a Deus por que nada de mais grave aconteceu com ele.


Salão de beleza


O Aguimar tem um salão de beleza no JK Nova Capital. Esta semana ele já estava fechando o estabelecimento, quando foi surpreendido por dois elementos jovens, que usavam camisas de mangas compridas, capuzes e bonés. E, ele logo sacou: eram assaltantes. Acertou em cheio. Os bandidos deram voz de assalto, utilizando uma faca para ameaçarem a vítima. Roubaram 430 reais em dinheiro, documentos e outros objetos. Em seguida, desapareceram. O Aguimar registou a ocorrência.


Encarou os homens


Cleudo estava no Bar Recanto dos Amigos arrotando valentia, mostrando uma arma. Chamaram a polícia e lá compareceu o Cabo Paulo César. Quando viu a viatura, o Cleudo virou um risco e saiu pulando muro após muro. A PM atrás. Em dado momento o militar disparou um projétil na direção de um monte de areia. Ao ouvir o estampido, o Cleudo dispensou a arma. Mas, não parou de correr, até ser alcançado. Aí, já havia mais uma viatura cobrindo a ação do Cabo Paulo César. Cercado, o Cleudo, ainda, encarou os policiais, sendo difícil acalmá-lo. Depois de muita psicologia, ele foi contido. Foram procurar a arma e descobriram que era um simulacro de pistola, muito parecido com uma arma verdadeira. O Cleudo foi convidado a dar uma chegadinha ao Plantão, onde foi recepcionado pela Doutora Maísa Fernanda, a delegada que estava de serviço naquela noite. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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