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Casos de Polícia - Ed.542

Causos de Polícia Comentários 23 de outubro de 2015

Notas Gerais


Sem os livros


O Linderlon e o Lúcio são vendedores de livros. Eles estavam no Bairro Jundiaí, quando foram abordados por dois elementos que se apresentaram como ativistas do ofício de subtrair bens e valores com o emprego da força. Ou seja, eram assaltantes. E, sem muita conversa, tomaram as mochilas dos dois vendedores, onde estavam celulares, dinheiro, documentos e tudo o mais. Ato seguinte, a dupla entrou em um carro Renault Clio, onde outro elemento estava aguardando. Simples assim. Foi o que eles contaram no Plantão Policial.


 


Na rodovia


O policial rodoviário federal Rodrigo vinha com sua viatura na B R 153, quando viu um carro WV Polo parado no acostamento. Resolveu abordar e viu que lá dentro estavam o Pedro e a Sônia. Depois da conversa inicial, o PRF resolveu dar uma vistoria no veículo. Encontrou um giroflex, munições calibre 22, dois rádios comunicadores e dois coletes. O Pedro disse que é agente ambiental e que as balas seriam de uma espingarda que fica na sua propriedade. Para maiores esclarecimentos, ele foi levado ao Plantão de Polícia.


 


Caiu na primeira


O Sargento Rodrigues, em companhia dos cabos George e Neto, vinha pelas ruas do Jardim Europa, quando deu de cara com um Citroën de cor preta. Mandou o condutor parar. Era o Maurício. “E aê, amizade, cadê os documentos pessoais e os do carro?”, perguntou o policial. “Tem não, doutor. Esse carro eu comprei do Fábio, lá na Feira da Marreta”, respondeu o Maurício. “Se o senhor não se importar, a gente vai puxar a sua ficha”, disse o militar. E, assim se fez. O carro era produto de furto e o Maurício já tinha várias passagens pelas delegacias deste imenso Brasil. Foi só mais uma detenção para sua longa ficha.


 


Enterrou o celular


Jair estava no quiosque do Juarez, em Abadiânia. De repente, chegou o Diego. O Jair, como quem não queria nada, se aproximou e surrupiou o celular do Diego. Deu azar porque o Juarez, dono do quiosque, viu toda a operação. Chamaram a Polícia e o Sargento Nilton Fernandes foi atrás do dito cujo. Não demorou a encontrá-lo. “Cadê o celular do homem?” perguntou o PM. O Jair ainda quis desconversar, mas, quando viu que não tinha saída, acabou confessando o furto. A surpresa: ele havia enterrado o aparelho em um lote baldio. Teve de cavar com as mãos e entregar o telefone ao dono. Depois, foi preso.


 


Golpe manjado


“Alô... quem está falando?”, perguntou uma voz masculina. “Aqui é a Iracema...”, respondeu do outro lado. “Parabéns, Dona Iracema. Aqui quem fala é o João Pedro Batista, da Operadora Claro. Queria informar que a senhora foi contemplada com 55 mil reais. Um carro no valor de 35 mil, mais 20 mil em dinheiro. Anota aí o protocolo”, disse o interlocutor. E ditou uma série de números. Ainda acrescentou: “Anota o nome do nosso gerente, é o Felipe Linhares”. A Iracema, toda eufórica, deu gargalhadas que eram ouvidas do outro lado da rua. E o tal João Pedro completou: “Agora, só falta a senhora depositar 499 reais e 66 centavos na conta que eu vou ditar. É para as despesas!”. E, ditou. A Iracema, que trabalha em uma indústria farmacêutica do DAIA, correu ao banco e fez o depósito. Depois, caiu a ficha. Era mais um golpe desses que são aplicados todos os dias. A conta era em nome de uma tal Beatriz, em Fortaleza. Quando a Iracema quis cancelar o depósito, já era. O dinheiro já havia sido sacado.


 


Visita inoportuna


O Marcelo, que mora no Jardim Europa, teve o desprazer de ver sua casa arrombada. Ele disse que os bandidos escalaram o muro e roubaram uma série de coisas, como um note book, um videogame, uma câmera fotográfica, várias joias e outros objetos de valor. Levaram, ainda, a chave reserva de seu carro, um Chevrolet Prisma. Segundo Marcelo, um vizinho viu um elemento suspeito em uma moto rondando a casa, mas não pensou que fosse coisa mais séria.


 


À luz do dia


Não tinha dado nem nove da manhã, quando a Luciana, em companhia dos amigos Eduardo, Alexandre, e Renata, estava no Bairro Antônio Fernandez. De repente, dois elementos saíram de um lote baldio e foram logo dizendo que eram assaltantes e que não estavam para brincadeiras. Um deles, com um baita revólver na mão. Fazer o quê? O jeito foi entregar celulares, dinheiro, carteiras, documentos e tudo o mais. E, ainda, agradecerem por não serem molestados. A polícia foi chamada e compareceu ao local, mas nada de encontrar os bandidos.


 


Sequestro na madrugada


O casal de iniciais R e C chegou em casa, no Adriana Parque, por volta de três horas da manhã, vindo de uma festa. Mas, antes de entrarem, eles foram abordados por dois elementos que estavam em um Palio branco. De arma em punho, os marginais colocaram o R no banco traseiro e, depois, no porta-malas do carro. Em seguida, obrigaram a mulher a entrar na casa e começaram a roubar pertences variados. O R conseguiu abrir o porta-malas, se escondeu em um lote ao lado e chamou a polícia. Ele viu quando os bandidos saíram, cinco minutos depois, levando a C e o carro Vectra. Os marginais seguiram com a mulher até uma estrada vicinal perto de Interlândia onde desceram. Ela conseguiu voltar para casa dirigindo o próprio veículo.

Autor(a): Nilton Pereira

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