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Casos de Polícia - Ed.541

Causos de Polícia Comentários 16 de outubro de 2015

Notas Gerais


O golpista


Tempos atrás, Dona Benedita foi abordada por um elemento bem falante que dizia ser advogado e estar disposto a ajudá-la a se aposentar. Mas, que precisava de um adiantamento de 350 reais. Ela concordou e o sujeito pegou a grana. Depois, fez alguns contatos, mas acabou desaparecendo. Esta semana, Dona Benedita deu de cara com o dito cujo. Era o Josué. Ela pediu a ajuda de populares e chamou a Polícia. Ele, meio sem jeito, disse que não era advogado e que tinha feito, apenas, um semestre na faculdade. Foi levado à delegacia para acabar de contar o caso ao delegado de plantão.


 


Briga sem motivo


A cabeleireira de inicial A, ia saindo do estabelecimento comercial de um amigo, quando seu marido, o Luiz, viu e, cheio de ciúmes, insinuou que ela estaria tendo um flerte com o vizinho. Ela negou, mas ele não acreditou. Colocou a mulher dentro do carro e foi para um local ermo, região da BR 414. Lá, fez todo tipo de ameaça, dizendo que iria matar o vizinho, que iria sequestrar a filha dele, estas coisas. Foi quando o telefone da A tocou. Era sua prima. A vítima pediu que ela chamasse a polícia, o que acabou acontecendo. Mas, na delegacia, a mulher disse que não tinha interesse em representar contra o marido.


 


Ladrão folgado


A Tatiane estava chegando em casa, no JK Nova Capital, quando viu um homem usando boné, saindo do imóvel com vários pacotes nos braços. Ela ainda gritou, mas, o elemento entrou em um carro Gol e desapareceu. Tatiane entrou na casa e viu que muita coisa havia sido retirada, incluindo um home theater, caixa de refrigerantes, embalagens de cervejas e outros objetos. Quando ela estava registrando a ocorrência no Plantão, apareceu o Senhor João e disse que sabia onde estavam os ladrões. E, levou a polícia à Avenida Patriarca, no Bairro de Lourdes. Lá, foram flagrados o Evaldo e o Robson. Este disse que estava em casa, quando o Evaldo apareceu querendo lhe vender o home theater. Os policiais indagaram do Evaldo sobre as bebidas e ele disse que havia vendido para a Sueli. Foram atrás da Sueli e ela confirmou que havia adquirido, mas, não sabia que era produto de furto. Prontificou-se a devolver. O restante dos produtos furtados ainda estava no interior do Gol. O caso foi parar na delegacia.


 


Roubo na igreja


Samire estava em uma igreja fazendo suas orações de costume. De repente, sentiu a falta do celular. Procura daqui procura dali e, nada. Teve uma ideia. Ligou para o número e foi atendida por um homem. “Moço, esse telefone é meu, ele foi roubado!” disse ela. “Tenho nada com isso não. Eu comprei por 100 reais e só entrego se tiver o dinheiro de volta!”, respondeu o interlocutor. A Samire, então, combinou com o estranho de passar-lhe o dinheiro Marcou hora e local. Mas, não foi só. Foi acompanhada de dois policiais e se encontraram com o Josimar, que estava com o telefone. Ele foi levado para o Plantão Policial onde deveria dar as devidas explicações.


 


Bate no avô


O Sebastião, 87 anos, que mora na Vila Jussara, é avô do Alysson, de 35 anos, que reside com ele. Esta semana, a polícia foi lá, atendendo a uma denúncia. Chegando ao local, os policiais depararam com o idoso com vários hematomas e ferimentos, provavelmente resultado de agressões. O Sebastião ainda quis proteger o neto, mas, não teve como. Familiares denunciaram que o rapaz faz uso de entorpecentes, que agride todo mundo, inclusive o avô e que tem várias passagens pela polícia. O Alysson ficou preso porque não tinha dinheiro para pagar a fiança.


 


Parada fatal


Geminiano, morador na Vila União, estava indo para casa, quando se lembrou de parar no supermercado e comprar algumas misturas para a janta. Foi o seu grande erro. Ao parar em frente ao dito estabelecimento, notou um movimento estranho. Logo, percebeu que estava acontecendo um assalto. Mas, já era tarde. Dois elementos acabavam de roubar o supermercado e, de quebra, ainda abordaram o Geminiano, tomando seu celular, a carteira com dinheiro e outros objetos pessoais. Em seguida, sumiram no mundo. Hora do fato? Sete da noite.


 


Queria o pagamento


Denise recebeu o pagamento e estava toda contente. Mais contente fiou o Alessandro, seu marido. Este tomou-lhe a grana e disse que iria viajar. A Denise não gostou nada disso. Começou o quebra-pau. Os dois moram na Vila Esperança. O barulho foi tanto que os vizinhos chamaram a polícia. Lá, compareceram o Sargento Wellington e o Soldado Patrick e abordaram o Alessandro. Este, não esboçou qualquer reação. A Denise disse que já perdeu a conta das vezes que apanhou dele. Resultado: todo mundo para a delegacia, onde o delegado Renato Rodrigues fez as honras da casa.


 


Na faculdade


A Katiane estava com seu FIAT Siena em frente à faculdade, na Rua Floriano Peixoto, quando apareceram dois elementos em uma moto. Eram assaltantes e estavam armados. Não deram a menor chance a ela. Foram, logo apontando uma pistola em direção à sua cabeça, mandaram que descesse do veículo e que não gritasse. Os ladrões saíram levando o carro, documentos, cartões de crédito, telefone celular e outros objetos de valor.


 


Furto de carne


O Antônio, um senhor de 50 anos, acima de qualquer suspeita, pensou que estava enganando o pessoal de um supermercado no Parque Brasília. De vez em quando, ele aparecia por lá, furtava, principalmente carnes, e saía sem ser incomodado. Mas, todas estas ações eram filmadas e arquivadas. Esta semana o Antônio se deu mal. Pegou uma peça de carne no açougue e ia saindo, quando viu que os seguranças o seguiam. Ele, então, espertamente, jogou o produto em meio a algumas gôndolas. Mas, já era tarde. Chamaram a polícia e, com base nos arquivos de filmagens, ele acabou indo em cana. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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