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Casos de Polícia - Ed.539

Causos de Polícia Comentários 02 de outubro de 2015

Notas Gerais


Confusão na madrugada


O Rômulo disse, no Plantão Policial, que trabalha como travesti e que estava em seu local de trabalho (não descreveu aonde) em companhia de uma amiga, quando o Eduardo passou de carro com um companheiro. Disse, mais, que o Eduardo começou uma conversa, que virou discussão, com sua amiga (do Rômulo). Ele (Rômulo) entrou no papo para apaziguar e disse que foi ameaçado pelo Eduardo. Para se defender, pegou uma faca de cozinha e mostrou ao Eduardo. Este chamou a polícia e disse estava de passagem, quando Rômulo começou a jogar pedras em seu carro. Foi todo mundo parar na delegacia de plantão. Coisas das madrugadas anapolinas.


 


Carona fatal


A Simone foi levar uma funcionária em casa, no Parque Iracema, dirigindo seu Corsa 98. Quando chegou à Rua Paranapuã, viu encostar um carro tipo caçamba, com homens afrodescendentes. Ela nem imaginou que fossem assaltante. Mas, eram. Nervosos e agressivos, os dois exigiram que a Simone entregasse as chaves do carro. Ela, sem alternativa, entregou. Um dos bandidos tomou a direção e desapareceu. A Simone, desconsolada, deu queixa no Plantão.


 


Moto roubada


“Passa a moto. Se, não, morre!” gritou um elemento para o Clécio. Isto, às quatro horas da madrugada do dia 27. O assaltante estava à pé, em companhia de um comparsa. O Clécio disse no Plantão Policial que foi surpreendido e como o assaltante estava com uma das mãos por baixo da camisa, deduziu que ele estivesse armado. E, não quis pagar pra ver. Achou melhor descer da moto e entregá-la aos bandidos. A moto é uma Honda Biz, de cor amarela. A mesma cor que o Clécio ficou na hora do assalto.


 


Ladrão ousado


A Silene, moradora do Jardim Alvorada, chegou em casa por volta de sete e meia da noite e quando entrou com seu carro, um HB20S branco, foi surpreendida por um jovem claro, cabelos pretos e bem trajado. Ela, até, estranhou e perguntou o que ele queria. O rapaz disse: “Quero seu carro!”. Ela disse: “Pra quê?”. Ele respondeu: “Não te interessa. Dá logo a chave!”. Ela ponderou: “A chave está lá no quarto”. Ele disse: “Vai buscar, agora!”. Ela foi e o sujeito a acompanhou dizendo que se gritasse, ela iria morrer ali mesmo. Ela não gritou. Antes de entregar o molho, a Silene, ainda, pediu que o bandido deixasse que ela retirasse as chaves da casa e do portão. Ele consentiu, numa boa. Em seguida, entrou no carro e desapareceu.


 


Roubado no ônibus


Comecinho da noite e o Flávio retornava de Goiânia em um ônibus do transporte intermunicipal. Estava todo feliz, embora ansioso para chegar em casa, tomar um belo banho e ver televisão. Quando deu por si, apalpou o bolso traseiro para apanhar a carteira. Mas, cadê a carteira? Havia evaporado. Dentro dela, 420 reais, cartões de crédito, documentos e outros valores. Suspeitar de quem, pois o ônibus estava lotado e, além disso, muita gente já havia descido no trajeto? A única alternativa que lhe restou foi registrar o fato na delegacia de plantão. Foi o que ele fez.


 


Assalto covarde


A Danielle e seu esposo Max, acompanhados dos dois filhos menores, iam pelas ruas do Bougainville, quando foram cercados por dois elementos da raça negra, em uma moto escura. Sem perda de tempo eles foram, logo, dizendo que eram assaltantes e que só queriam os bens do casal. Para convencer a família, um dos bandidos estava com um revólver e o outro com uma faca. Elementos mais do que convincentes. Diante das circunstâncias, e para não apavorar as crianças, o casal entregou bolsa; carteira; celular; cartões de banco, crachá da empresa onde a Danielle trabalha e outros pertences. Ato contínuo, os dois bandidos subiram na moto e escafederam. O relógio acabara de marcar oito da noite.


 


Conta misteriosa


A Alessandra foi ao Bradesco fazer uma movimentação em sua conta. Lá, ficou sabendo que a referida conta estava com restrição. Ela procurou saber o motivo e descobriu que havia uma conta aberta em seu nome, no banco HSBC de Taguatinga, Distrito Federal. Ela foi à filial deste banco em Anápolis e, de fato, constatou que tinha esta conta, com limite de R$ 2 mil, mas estava devedora em R$ 2.400,00. Só que a Alessandra disse desconhecer tal conta, que nunca foi a Taguatinga e que precisa resolver a situação logo. No banco, pediram para ela registrar uma ocorrência. Foi o que ela fez.


 


Maldade pura


Ana Caroline e Luana estavam saindo do serviço, em um atacadista da Cidade, por volta de oito da noite, quando viram encostar um Gol de cor marrom. Do carro desceram dois sujeitos mal-encarados, ambos trajando bermudas e moletons, com as cabeças encobertas por capacetes. E, de arma em punho, aos gritos, exigiram que elas entregassem as mochilas. Não teve como reagir, nem pedir socorro. As duas ficaram sem seus celulares; uniformes do serviço que estavam nas mochilas, cartões do SAIT, documentos pessoais e produtos de maquiagem. Concluído o assalto, os bandidos entraram no carro onde um comparsa ao volante os aguardava.


 


Outro assalto


Quase dez da noite e a Tassia estava esperando o ônibus que a levaria ao trabalho, quando foi surpreendida por um elemento moreno, magro, com uma faca na mão. Sem delongas, ele disse que queria o celular da moça e que não a agrediria. Ela entregou o aparelho. Dois homens que estavam próximos viram o assalto e, ainda, correram atrás do bandido. Mas, este entrou em um carro Gol verde, que o aguardava alguns metros adiante e desapareceu. A Tassia registou a ocorrência. (Colaborou Evaristo Pereira).

Autor(a): Nilton Pereira

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