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Casos de Polícia - Ed.538

Causos de Polícia Comentários 25 de setembro de 2015

Notas Gerais


O desafiador


O Sargento Santos e o Soldado Paulino foram acionados pelo rádio para comparecerem à Praça Bom Jesus, onde um “flanelinha” estava perturbando as pessoas, querendo dinheiro. E, foram ver de perto. Ao chegarem, depararam com o Antônio. Este, ao ver os policiais, foi logo dizendo: “Tenho medo de vocês não... Essa fardinha que vocês usam eu uso quando quiser. Tem mais: outro dia quebrei o parabrisas do carro de um delegado e não aconteceu nada comigo”. A história do Antônio procede. Ele, de fato, apedrejou o carro do delegado Valdir Palhano, caso mostrado para todo o Brasil pelas redes sociais, no começo de julho.


Ataque surpresa


O Ayrton e a menor de inicial A seguiam em baixa velocidade, quando foram abordados por dois homens portando um revólver e um cassetete. “Paraí...”, gritou um deles. O casal parou e os bandidos entraram no carro, sempre ameaçando matar os dois. E, iniciaram o saque das coisas de valor que eles possuíam: dinheiro; celular; documentos, bolsas e tudo o mais. Depois, pararam e desceram. O Ayrton disse que um dos bandidos é branco, aparentando ter entre 30 e 35 anos, com o rosto cheio de cicatrizes. O outro é moreno claro, de 22 anos calculadamente e muito agressivo.


Mulher corajosa


Ao sair para o trabalho, a Rayane parou a moto em frente à sua residência e observou que, encostado em um muro próximo estava um sujeito mal encarado. Ela foi fechar o portão e quando ia voltando, viu que o elemento já estava em cima da moto, inclusive portando o seu capacete. “Minha moto você não leva não!” gritou ela. E partiu para cima do assaltante. Os dois rolaram no chão e o bandido, surpreso com a reação da moça que tem só 21 anos, saiu na maior carreira. Isto era por volta de seis e pouco da manhã.


Moeda de troca


O Cabo Sandro e o Sargento Mundim patrulhavam as ruas do Residencial Verona, quando viram um sujeito em atitude estranha. Era o Márcio. Este, ao ver a viatura, ficou todo sem jeito. Olhava pra cima; olhava pra baixo; esfregava as mãos; virava de um lado, virava do outro. Os policiais, então, resolveram bater um papo com ele. Pergunta daqui, revista dali e dentro do maço de cigarros do Márcio estavam várias pedras de crack. “Que é isso aqui, chefia?”, disse o sargento. E, ele, todo sem jeito, respondeu: “Seguinte, autoridade... Eu não sou usuário nem traficante. Peguei estas pedrinhas aí para revender, pois estou precisando de um dinheiro para pagar a CELG. A luz lá de casa está cortada...”. Experientes, os policiais disseram: “Tudo bem, amigão. Mas. você vai contar esta história com maiores detalhes para o doutor delegado que está te esperando lá no Plantão Geral”. E, seguiram para lá.


Caso mais estranho


O Carlos ia saindo para trabalhar, quando se lembrou de haver esquecido algumas ferramentas. Voltou para casa e parou a moto bem em frente, no Jardim das Primaveras. Quando voltou viu que a moto estava saindo, com um elemento no comando. Deu para ver que era seu vizinho, o Zenilton. Foram à casa do Zenilton e a mãe deste disse que não aprovava tal atitude e que iria ajudar a encontrar o filho. De fato, foi com o Carlos. Logo encontraram o Zenilton no estacionamento de um shopping, na Avenida Brasil. Ele estava com a chave da moto e o capacete. “Cadê a moto?”, perguntaram. Ele respondeu: “Está ali no estacionamento da Rodoviária”. “Por que você fez isso?”, indagou a mãe. E, ele explicou: “Tenho de receber uma dívida de 500 reais do ‘Fabim’ e chamei o ‘Hulk’ para me ajudar a fazer a cobrança. Mas, o ‘Hulk’ disse que não iria à pé. Então, resolvi pegar a moto que estava dando sopa. Mas, iria devolver”. Claro que esta história foi acabar na delegacia de plantão.


TV no saco


O Cabo Marcos vinha pelo Bairro São Lourenço, proximidades do Cemitério “São Miguel”, quando deu de cara com o João Vitor. Este estava com um controle de aparelho de TV em uma das mãos, o que chamou a atenção do policial. Feita a abordagem de praxe: “E, aê, amigão. O que é isso em sua mão?”, foi a pergunta inicial. “Ah, doutor, é um controle, coisa à toa”, disse o João Vitor. “E, nesse saco aí em suas costas, o que é?”, retrucou o PM. “Pois é, né?... Isso aqui é uma TV que eu achei no lixo e estou levando pra casa pra ver se tem conserto...”, Era uma TV Philco de 32 polegadas, em perfeito estado de conservação. Aí, o policial disse: “Sei de um senhor que conserta TV. Ele fica ali na Praça do Expedicionário. Vou levar você para bater um papo com ele”. O senhor a quem o Cabo se referia, era o delegado de plantão.


Adeus, celular


O Felipe mora no Residencial Copacabana. Sua namorada mora no Conjunto IAPC. Esta semana os dos trocavam juras de amor em frente à casa dela, apreciando o luar. Mas, do nada, surgiram dois sujeitos mal encarados e deram voz de assalto. “Passa o celular. Se você criar caso, a gente leva a menina junto”, esbravejou um dos bandidos. Sem ter o que fazer, o Felipe entregou o aparelho e ficou caladinho. Os bandidos sumiram no meio da noite.


Caso esquisito


O José Luziano disse, no Plantão Policial, que recebeu uma correspondência pelos correios, relativa a uma dívida de R$ 3.713,00 por atraso no pagamento do IPVA do Uno Cinza placas K.. ..07. Ele estranhou por dois motivos: nunca teve qualquer carro Uno e seu veículo é um Corsa, que está com a documentação em dia. Além disso, confirmou que os dados, inclusive números de documento eram, de fato, seus. Procurou a Polícia e registrou a ocorrência. (Colaboraram Serleyser Araújo e Beto Morrientes)

Autor(a): Nilton Pereira

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