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Casos de Polícia - Ed.524

Causos de Polícia Comentários 19 de junho de 2015


Dupla perigosa


Mikele e João Boquinha estavam na rodovia que liga Pirenópolis a Goianésia. Eles iriam fazer a entrega de uma “mercadoria”. É que, o esposo da Mikele, o Júlio, está impossibilitado de se locomover, pois se encontra hospedado na Cadeia Pública. Assim, ela assumiu os “negócios da família”.  E, quando o Pálio dirigido pelo João Boquinha, em companhia da Mikele cruzou com uma viatura da PM, os dois se apavoraram e jogaram a “mercadoria” pela janela. Os policiais desconfiaram e foram atrás. E, não é que, com eles, havia um pacote de seis quilos de maconha da boa? A Mikele se apresentou como estudante de Educação Física. O João Boquinha já é conhecido do pessoal da farda. Os dois têm 23 anos e não tinham registro de passagem pela polícia. Não tinham, pois, agora, têm.


 


Bateu na ex-esposa


Redman já foi casada com o David. O casal se separou e ela ficou com as crianças. Esta semana, sem dinheiro, Redman foi à atual casa do David, no Bairro Frei Eustáquio, e pediu uns trocados para comprar gás. Pra quê? O homem virou uma fera. E, atacou seu ex-amor. Foi tanto tapa, pescoção, chutes e outras agressões que deixaram a mulher quase que irreconhecível. Chamaram a polícia e, em dois minutos, a viatura estacionou em frente à casa do David. Este se encontrava sentado na calçada e não esboçou qualquer reação. Foi levado para o plantão.


 


O perturbador


O Edson estava perturbando os clientes e funcionários do mercado da Marileide, no Residencial das Flores. A Polícia Militar foi chamada e chegou em dois toques. Abordagem de rotina e pediram ao Edson que colocasse as mãos na cabeça. Ele se irritou e disse um monte para os homens da lei. Xingou todos os nomes feios que conhece e disse outros impropérios. Fazer o quê? Pegar o homem e imobilizá-lo, como manda a lei. Foi o que se fez. Falaram que o Edson “tem problemas”.


 


O sem churrasco


Sujeito folgado o Dhionatas. Ele trabalhava no açougue do Marcelo, no Bairro Jundiaí. O patrão notou que alguns cortes nobres estavam acabando muito depressa. Eram xandanga; alcatra; filé, picanha e outros. Dhionatas pegava as carnes, sorrateiramente, e colocava no cesto de lixo. Ao todo, 16 peças. Depois, disfarçadamente, apanhava a mercadoria. Mas, a casa caiu. O patrão chamou a polícia e o Dhionatas ficou sem a carne, sem o emprego e ainda vai ter de responder pelos seus atos. Perguntado por que fazia aquilo (furtar carnes), ele disse que no dia seguinte seria seu aniversário e queria fazer um churrasco para a galera. Pode?


 


Fora de circulação


Jallyson e Sérgio atuam no ramo de subtração de coisas que não lhes pertencem. Ou seja: furtam tudo o que veem pela frente. Esta semana, os dois caíram nas mãos da polícia. Eles haviam furtado vários objetos na casa da Dona Flávia, no Jardim das Oliveiras. A polícia seguiu as pistas e os encontrou no Bairro São Carlos. Na casa do Sérgio foram localizados vários objetos produtos de furto. Lá, também, apareceu outra vítima da dupla e a reconheceu.


 


Dupla do barulho


Paulo e Lucas, que têm nomes bíblicos, nem assim, se emendam. Eles preferiram seguir o caminho do crime. São assaltantes e não perdoam a ninguém que encontram pela frente. Foi o que aconteceu com o Carlos, que vinha pela Avenida Brasil Sul, quando foi abordado pela dupla de malfeitores. Com uma faca na mão, Lucas ameaçou de morte o Carlos que, sem condições de reagir, entregou o celular, mais 50 reais em dinheiro vivo. Só que, os bandidos não contavam com a ação policial. Com os dados fornecidos pela vítima, em poucos minutos Lucas e Paulo já estavam cercados na Avenida José Sarney. Autuados em flagrante. Carlos recuperou o dinheiro e o celular.


 


Tocando o terror


Luiz Gustavo e Sérgio Emanoel são assaltantes perigosos. Esta semana eles abordaram os moradores de uma residência no Bairro Maracanã e aterrorizaram. Agrediram as pessoas, saquearam a casa e fugiram no carro de uma das vítimas, um Crossfox vermelho. Levaram, além de dinheiro, vários objetos de valor, como aparelho de TV e telefones celulares. Mas, não andaram muito. A polícia agiu rápido e localizou o veículo na Avenida Universitária. Feita a perseguição, os dois acabaram por se render, nas proximidades de uma faculdade. Eles confessaram o crime e disseram que precisavam de dinheiro para pagarem dívidas. Presos em flagrante. O dono do carro disse que estava em frente à sua casa lavando-o, quando os bandidos chegaram. Ainda nem havia escurecido direito.


 


No ponto de ônibus


Diverley tinha acabado de sair da Cadeia Pública por conta de um alvará de soltura e já estava aprontando. Em companhia de um comparsa, parou um carro Gol de cor branca em um ponto de ônibus da Avenida Brasil Sul. Era pouco mais de seis e meia da manhã. De arma em punho, abordaram as pessoas que ali se encontravam à espera de condução. Estavam agressivos e chegaram a bater com o cano da arma no rosto de uma das vítimas. Roubaram os celulares, dinheiro e documentos. Depois, saíram em disparada. Mas, a polícia agiu rápido e a viatura sob o comando do Cabo Reginaldo, os localizou e prendeu.


(Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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