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Casos de Polícia - Ed.521

Causos de Polícia Comentários 01 de junho de 2015

Notas Gerais


Assaltada na rua


Nina foi visitar alguns amigos no Bairro Alvorada e estacionou sua moto para atender a uma ligação no celular. Nem viu quando um elemento, em outra moto, se emparelhou com ela e deu voz de assalto. Ele, educadamente, pediu-lhe o celular, dizendo que era ladrão e que não tinha medo de ninguém, nem da polícia. Ela entregou o aparelho. Nisto, chegou outro assaltante, em outra moto, e pediu-lhe dinheiro. Nina disse que não tinha. Então o bandido obrigou-lhe a entregar as pulseiras, o relógio e o anel de formatura. Os marginais foram embora sem serem importunados.


 


Encarou o agente


O Wesley estacionou sua moto em um local indevido, na Praça Bom Jesus. Nisto, o agente de trânsito Rondinelly o abordou. O Wesley não gostou nem um pouco e foi dizendo desaforos: “Vocês não prestam, só sabem multar os trabalhadores. São ladrões. Por que não vão atrás de bandidos?”, disse ele, dentre outros impropérios. O agente Rondinelly pediu-lhe os documentos e ele disse que não mostraria, pois o agente não era policial. Então, o Rondinelly chamou a polícia. Aí, o Wesley mostrou, mas a moto foi recolhida e ele levado ao Plantão. Chegando lá, gritou: “Aqui se faz, aqui se paga”. Ninguém entendeu o que ele quis dizer.


 


Covardia pura


José Leonel, 70 anos, apesar da idade um pouco avançada, ainda é trabalhador. Ele tinha uma caminhonete F400, com a qual fazia fretes. Fazia, pois, esta semana ele foi abordado por dois elementos sob o pretexto de contratarem-no para transportar uma mudança. O marginal pediu que ele parasse em determinado local para apanhar um ajudante. Mas, era tudo mentira. Já perto do Residencial Araguaia, os bandidos deram-lhe voz de assalto e tomaram-lhe a caminhonete, além de golpearem-no e deixarem-no amarrado no meio de uma mata e sumirem com o veículo. Depois de muito tempo, José Leonel se livrou das cordas e pediu socorro. Foi à polícia e, depois, ao hospital onde recebeu atendimento.


 


Assalto ousado


Maria é feirante e mora no Bairro Alexandrina. Esta semana ela saiu para comprar um lanche e, quando voltou, acionou o portão automático e entrou com seu veículo. Mas, antes que o portão se fechasse totalmente, surgiu um homem, aparentando ser menor de idade e segurou-o. Logo, surgiram mais dois bandidos e entraram na casa, renderam a Maria, seus pais e os trancaram em um cômodo da casa. Os bandidos roubaram tudo o que puderam. Roupas, celulares, aparelhos eletroeletrônicos, mais 14 mil reais em dinheiro e o carro da vítima, um Chevrolet Ônix branco. Isto, às nove da noite.


 


Na farmácia


Leonardo estava em sua farmácia no Bairro de Lourdes, quando, por volta de sete e meia da noite, chegaram dois elementos. Ele disse que pensou serem clientes e todo educado, foi logo dizendo: “Pois não...”. Um dos “visitantes” rebateu: “Quero conversa não, parceiro. Quero é grana” e apontou-lhe um revólver parecido com os dos cowboys dos filmes de Velho Oeste. O Leonardo abriu a gaveta e entregou 200 reais. O outro bandido disse: “Aí tem mais dinheiro, meu chapa, eu sei que você vende bem aqui...”. Então, obrigou o comerciante a ir aos fundos do estabelecimento, onde roubaram mais 400 reais. Em seguida, fugiram e, segundo vizinhos, entraram em um veículo Gol que os aguardava nas imediações.


 


Folgadões


José e Marcos estavam desmontando um carro e retirando a gasolina do tanque, isto na Rua Rodovânio Rodovalho, Vila Formosa. Logo, chegou uma viatura da PM e os abordou: “Fazendo o quê aí, gente fina?”, disse um policial. O José respondeu: “A gente somos mecânico e estamos consertando esta máquina”. O policial, então, arrepiou: “Deixa de ser safado, rapaz. Este carro vocês roubaram ali no JK Industrial. O dono está aqui, dentro da viatura”. E, o dono era o Caio, que quase morreu de alegria ao reaver seu Gol 94. José e Marcos foram convidados a darem uma chegadinha ao Plantão Policial, onde estava marcada uma entrevista de ambos com o delegado.


 


Amor complicado


O Sizenando e a Mayara já não se entendem mais. Ela diz que é por causa da pinga que ele bebe em demasia. Esta semana, aconteceu de novo. Ele chegou em casa e começou a quebrar tudo, inclusive, a cara dela. E, disse que além do mais, vai matá-la. A Mayara, coitada, correu e chamou a polícia. O casal mora no Bairro da Lapa. Morava, pois ela disse que não volta mais para lá e que saiu só com a roupa do corpo, temendo ser morta pelo agressor.


 


Carga suspeita


Um ônibus que fazia a linha Goiânia/Barreiras, foi interceptado por policiais militares perto de Abadiânia. Eles estavam procurando por uma moça que embarcara na Capital, com destino à Bahia. E, não demorou muito para que a encontrassem. Era a menor de inicial A. Alguém a dedurou. Feita a revista no ônibus, localizaram a mala da garota e dentro dela, nem uma peça de roupa, nem um par de calçado. Mas, havia uma partida calculada em 50 quilos de maconha pura, já prensada, pronta para o consumo. A menor disse que foi “contratada” para levar a tal mala até à Bahia e que ganharia mil reais pelo “serviço”. Os policiais, então, perguntaram: “Quem te contratou?”. Ela respondeu: “Conheço não. Foi um cara lá em Goiânia”. Os policiais retrucaram: “E, para quem você iria entregar tanta maconha?” Ela disse: “Conheço não. Ia conhecer quando chegasse lá em Barreiras”. Mas, nem a menor, nem a carga de maconha seguiram viagem. Foram parar na delegacia de polícia.

Autor(a): Nilton Pereira

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