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Casos de Polícia - Ed.519

Causos de Polícia Comentários 14 de maio de 2015


Roubada na rua


Onze da manhã e a vendedora Marcella trafegava sem qualquer preocupação pelas proximidades da Estação Rodoviária. Foi quando ouviu uma voz dizendo bem alto: “Larga tudo no chão, corre e não olha para trás, se não, eu estouro a sua cabeça com um tiro”. Ela arrepiou-se de medo e viu uma moto vermelha encostar-se devagar. Sem questionar, a Marcella soltou a bolsa e saiu na maior carreira. Na bolsa estavam 120 reais em dinheiro, seu celular e os documentos pessoais. O bandido apanhou tudo e saiu tranquilamente. A Marcella, refeita do susto, registrou a ocorrência.


 


Estranha abordagem


O Bruno contou aos policiais que trafegava pela região dos motéis (Bairro Calixtolândia) quando foi abordado por uma mulher que lhe ofereceu serviços sexuais. Ele disse que não estava a fim, mas que ela insistiu e, para tanto, sacou de uma faca, apontando-a para o seu pescoço. Nisso, segundo o Bruno, se aproximou outra mulher e, em seguida, dois homens. O quarteto o obrigou a entrar no porta-malas e saiu, com o carro sendo dirigido por uma das mulheres. Bruno disse que, logo depois, foi abandonado nas proximidades de um milharal e pediu socorro a um chacareiro que mora nas proximidades. Mais tarde, seu carro, um Gol azul foi encontrado pela PM no estacionamento de um motel, que ele não soube dizer o nome.


 


Orelha arrancada


O Flávio foi cercado por dois bandidos em uma moto. Eles queriam seu carro. Tentou fugir e os marginais atiraram sem dó nem piedade, furando a lataria do veículo. Mesmo assim, ele partiu para cima dos assaltantes e um deles, o Wallison, deu-lhe uma mordida arrancando a metade de sua orelha. Populares que passavam pelo local ajudaram o Flavio e prenderam o agressor até a chegada da PM, sob o comando do Cabo Célio. O outro marginal conseguiu fugir e escondeu-se em uma mata. A moto foi apreendida. Tudo isto aconteceu no Residencial Flamboyant.


 


Ladrões impiedosos


Alexandre estava com dois filhos menores e mais um garoto em seu carro, por volta de sete e meia da noite, em uma rua do Bairro Maracanã. De repente, parou ao seu lado uma moto de grande porte, cuja marca e modelo ele não soube detalhar. O motoqueiro, ou melhor, o assaltante, foi logo dizendo o que queria: dinheiro, celular, e o que tivesse de valor. “Amigo, estou com três crianças aqui dentro do carro”, ponderou. ”Eu sei e não tenho nada com isso. Passa logo os objetos ou você vai sair daqui direto para o IML”, justificou o ladrão. O Alexandre, sem ter como reagir, obedeceu e entregou o celular, a aliança e outros bens. O ladrão acelerou a moto e sumiu no mundo.


 


Almirante assaltado


O Almirante (o nome é esse mesmo) estava conversando com uma amiga, dona de um pequeno comércio no Residencial Jibran. De repente, chegaram dois elementos, à pé e se apresentaram: “A gente somos ladrão... Nóis qué a grana toda, minha senhora”.  E, foram, logo, abrindo o caixa onde tinha uma merreca. Eles pegaram, até, as moedinhas e quando já se preparavam para ir embora, viram o celular do Almirante. Um dos bandidos disse: “Gente fina, há tempos que eu estou atrás de um telefone destes. Passa ele pra cá...”. O Almirante entregou e os bandidos foram embora na boa.


 


Trio terrível


Dez da noite e policias da CPE (homens de preto) abordaram o menor de inicial O, no Residencial Jibran. “Fazendo o quê aqui, menino? E, essa moto, de quem é?”, perguntaram os agentes da lei. O menor enrolou-se todo e disse que estava esperando por um amigo. E, este amigo era o Eudson, que chegou a bordo de um Gol branco. Feita a abordagem e ele estava com um pouco de dinheiro e vários documentos de terceiros. Aí, o caldo engrossou e os policiais quiseram saber o restante da história. Os dois abriram o bico e confessaram que haviam assaltado um posto de gasolina próximo dali. “Cadê a arma?”, quis saber o policial. “Nós trocamos por esta moto aqui com o Juscelino”, respondeu o menor. Então, foram à casa do tal Juscelino e este, a princípio, negou tudo. Mas, quando viu o menor de inicial O, resolveu colaborar e contou a história detalhadamente. Inclusive, mostrou a arma e um simulacro de pistola. Foi todo mundo para o xilindró.


 


Deu sorte


A Jussara parou seu Renault Sandero perto do Feirão do Jundiaí, oito e pouco da noite e foi visitar uma amiga. Quando voltou, só viu o espaço onde deixara o carro novinho. Entrou em pânico e chamou a polícia. Deu tanta sorte que seu veículo foi localizado e recolhido pela PM durante uma abordagem de rotina. Dentro do carro estava o assaltante e duas garotas, uma delas menor de idade. Quando notou a presença da viatura, o bandido fugiu e, na primeira oportunidade, entrou em um matagal, deixando as garotas dentro do carro. Elas foram levadas ao Plantão para prestarem esclarecimentos e o carro devolvido à Jussara.


 


Adeus, moto


Laryssa ia para a faculdade pilotando sua moto, uma Honda Biz, de cor cinza. O sinal fechou na Avenida Presidente Kennedy e ela parou. Quando parou, sentiu que alguém subiu na garupa. Era um assaltante que foi logo mandando que ela não gritasse, que descesse e deixasse a moto funcionando. Ah... mandou que ela deixasse, também, o capacete. Ela, surpreendida pelo alto, não teve como reagir. Desceu da moto e quando o sinal abriu, o bandido saiu na maior calma. Isto por volta de sete e pouco da noite.

Autor(a): Nilton Pereira

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