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Casos de Polícia - Ed. 598

Causos de Polícia Comentários 25 de novembro de 2016

Notas Gerais


Venda frustrada
O Thiago estava de porta em porta, na Avenida Presidente Vargas, tentando vender uma caixa de ferramentas e uma furadeira. “Estou mudando de profissão e não vou mais precisar dessas coisas”, dizia. Mas, ninguém quis comprar. Aliás, fizeram foi ligar para a Polícia. Logo chegaram a Cabo Francielle e o Soldado Veiga. O Thiago tremeu todo. “Tem documento disso aí?” perguntou o policial. “Tenho não senhora”, respondeu o Thiago. No meio da conversa ele resolveu abrir o bico. Havia furtado as ferramentas em uma residência próxima. Logo, o dono apareceu. O Thiago foi embora, de carona, na

viatura da PM.
Mercadoria proibida
Edson e Mariel estavam na Vila Jaiara dando um tempo e esperando não se sabia o quê. Mas, o que apareceu foi uma viatura da PM e os integrantes foram logo querendo saber o que a dupla fazia naquele local, naquela hora. A resposta foi vaga, motivo pelo qual, os agentes da lei resolveram aprofundar a conversa. E, não é que os dois estavam com um monte de maconha? Mariel disse que era do Edson. Edson disse que era de Mariel. Resultado: todo mundo para a delegacia.

A casa caiu
Mais folgado do que o Thiago que queria vender ferramentas furtadas é o seu xará, o Thiago, este morador da Jaiara. O Thiago da Jaiara andava pelos comércios de lá tirando onda de policial. “Sou da CPE. Sou da farda preta!” arrotava ele. E, estava tão manso que comprou vários quilos de ração em uma loja, dizendo que era para os cães da Polícia Militar. A princípio as pessoas acreditaram, mas como ele nunca aparecia fardado, desconfiaram. Alguém teve a brilhante ideia de ligar para o 190. Em poucos minutos o Thiago já estava em cana.

Vacilou na feira
O Eliseu deixou seu carro perto do Feirão da Vila Santa Izabel. Dentro do porta-luvas estavam vários cheques de alto valor e mais 1.800 reais em dinheiro vivo. Ele ligou o alarme e saiu despreocupado. Mas, quando voltou, veio a surpresa. O carro estava aberto e os cheques, com o dinheiro e seus documentos não se encontravam mais no porta-luvas. Sem suspeitas e sem ter o que fazer, o Eliseu registrou queixa na Polícia e disse que iria tentar, pelo menos, sustar os cheques.

Bateu, dançou
Depois de tomar umas e outras, o Henrique pegou sua Saveiro e saiu dando um rolé. Vai daqui, vai dali e, na Avenida Universitária, bateu na traseira do Voyage do Murilo. O Voyage do Murilo bateu na moto do Ycaro. Armou-se a confusão até que chegou a PM. Os três foram convidados a soprarem o bafômetro e aceitaram. O Ycaro e o Murilo estavam limpos. Mas, para o Henrique não teve jeito. O aparelho mostrou que ele estava mais tonto do que cachorro caído de mudança. Foi levado para o Plantão.

Briga de bar
A Rosângela estava no Bar do Márcio, na Vila Santa Maria de Nazareth. De repente, arrumou uma discussão com o proprietário. Elogios de ambas as partes, até que apareceu o Dennys, filho do dono do bar. O Dennys, esquentado que só ele, falou todos os palavrões que aprendera nos últimos seis anos. No que foi rebatido pela Rosângela que, igualmente, conhecia vários impropérios. Aí o Dennys falou: “Peraí... jazinho eu volto”. Saiu e voltou mesmo. E, voltou com uma espingarda na mão. Apontou e atirou para cima. A Rosângela saiu na maior carreira e ligou para o 190. Minutos depois estava todo mundo no Plantão Policial.

Fora de circulação
A delegada Carla de Bem Monteiro recepcionou, em seu gabinete, os patrulheiros rodoviários federais Carlos Alberto e Faheina. Eles se faziam acompanhar do Júnio. (não é Júnior, é Júnio, mesmo). O Júnio seguia pela BR 414 perto do Recanto do Sol e só por milagre não causou uma tragédia, pois estava mais bêbado do que sanfoneiro de pouso de folia. Para evitar um mal maior, o carro do Júnio, um Gol, foi recolhido.

Caiu do cavalo
Outro que visitou a Delegada Carla de Bem Monteiro foi o Nilton. Ele mora na Jaiara e chegou acompanhado do Sargento Marco Aurélio. O militar disse que fazia um patrulhamento na região, quando alguém bateu pra ele que em determinada casa funcionaria uma boca de fumo. Ou seja, eram comercializadas drogas. Ele rumou para lá. Em chegando, foi atendido pela Ludmilla. Esta, muito educada, permitiu que o policial adentrasse e não demorou muito para ele achar algumas porções de maconha. “Tenho nada com isso não. É de meu irmão”, disse ela. De repente, ouviram o barulho de uma moto. Era o Nilton, irmão da Ludmilla. Sem ter como negar, ele assumiu ser o dono da droga e mostrou outras porções, inclusive de cocaína. A delegada ditou algumas palavras à escrivã e emitiu uma autorização para que o Nilton se hospedasse no hotel do Governo, mais conhecido por Centro de Inserção “Monsenhor Luiz Ilc”, também conhecido por Cadeia Pública de Anápolis, no Jardim das Américas III Etapa.

Mulheres do tráfico
Os cabos Andrygo e Flávio Henrique estavam patrulhando o centro da Cidade, quando decidiram ver o que estava acontecendo na Praça Americano do Brasil. O relógio marcava nove e vinte da noite. De longe, viram duas mulheres e acharam estranho elas estarem ali, desacompanhadas àquela hora. Resolveram abordá-las. “Boa noite, amigas. Tudo bem?” perguntou o Cabo Andrygo. “Sem alteração”, disse uma delas. “Peraí... parece que eu conheço vocês”, disse o Cabo Flávio. “Conhece não, moço! Não somos daqui não!”, respondeu ela. “Conheço sim!”, retrucou o PM. E, conhecia mesmo. Eram a Patrícia e a Nara. Ambas são velhas frequentadoras de delegacias e têm como ofício vender droga. Era o que estavam fazendo naquele momento, pois em poder da dupla foram encontradas várias trouxinhas de maconha e outras substâncias tóxicas. Foram presas. No Plantão um policial civil ainda disse: “Daqui a alguns dias estão na rua de novo”. Será? (Colaborou Evaristo Pereira).

Autor(a): Nilton Pereira

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