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Casos de Polícia - Ed. 595

Causos de Polícia Comentários 03 de novembro de 2016

Notas Gerais


Caso estranho
O Carlos tem um comércio no centro de Anápolis. O comércio do Carlos foi arrombado e levaram cerca de três mil reais em mercadorias. A câmara de segurança filmou o suspeito. O suspeito era o Paulo, que foi abordado pelo Carlos, na Praça Dom Emanuel. O Paulo negou, mas o Carlos disse que ele estava com as mesmas roupas da pessoa que aparece na filmagem. E, com a ajuda de um amigo, amarrou o Paulo pelos pés e pelas mãos, até a chegada da Polícia. Foi todo mundo para o Plantão. Isto, à uma hora da manhã.

Última viagem
A Maria e o Marco Antônio trabalham na Urban. Ela cobradora, ele motorista. Esta semana, já na última viagem, linha Vila Esperança, eles receberam um passageiro. Passageiro, não... Um assaltante malvado. O assaltante malvado enfiou a mão sob a fralda da camisa e gritou: “Estou armado, já matei um monte de gente e não me importo de matar vocês dois. Passem a grana pra cá e andem logo!”, esbravejou. Os dois trabalhadores, sem ter como reagir, entregaram 63 reais do caixa, mais o celular do Marco Antônio. O bandido desceu e foi embora. Certamente à procura de novas vítimas.

Sandálias da discórdia
Influenciada pela propaganda de uma famosa marca de sandálias, a Eleusa sentiu uma vontade imensa de adquirir alguns pares do produto. Foi a um supermercado da Avenida Universitária, entrou na loja, escolheu logo seis pares, colocou dentro da bolsa e foi saindo. Já do lado de fora ela foi interceptada pelos seguranças: “Dona, a senhora se esqueceu de passar no caixa”, disse um deles. “Que caixa? Não comprei nada, estava só fazendo uma pesquisa de preços”, disse ela. “A senhora não se incomoda se a gente visse o que está dentro dessa bolsa?”, retrucou o segurança. Ela resistiu, mas os funcionários, com a certeza do delito, abriram. Não deu outra: seis pares de sandálias novinhos. As sandálias voltaram para a prateleira e a Eleusa foi embora com o pessoal da PM.

Namoro fatal
Fim de semana e o Thiago foi ver a namorada que mora no Setor Giovanni Braga. Havia acabado de lavar o carro, um Renault branco muito bonito. E, quando lá estava, viu que uma moto Titan se aproximou com dois marmanjos em cima. “Esse carro é seu, chefia?”, perguntou um deles. “É sim senhor. Algum problema?”, respondeu o Thiago. “Problemão, parceiro. Eu vou levar sua máquina. Fica frio, não dá escândalo, caso contrário, sua namorada vai ficar viúva antes de casar. Você decide. Esse negócio aqui na minha mão se chama revólver e eu estou com o dedo coçando de vontade de apertar o gatilho dele. E, se eu apertar, sai uma bala que vai entrar bem no meio da sua testa”, disse o bandido. O Thiago, desarmado, temendo pela vida, não teve alternativa que não fosse entregar o carro. Um dos assaltantes foi embora nele. O outro foi na moto. Era pouco mais de dez e meia da noite.

Assalto frustrado
O David, em companhia de um comparsa, que ele diz não saber o nome, nem o endereço, embora a Polícia acredite que ele saiba, assaltou o Marcelo, tomando-lhe o carro Vectra, na Avenida Tiradentes. Seguiram para o Jundiaí, e perto da Rodoviária resolveram assaltar o Geraldo. O Sargento Freitas, com o Sargento Marra e o Cabo Carlos Ivan saíram no encalço da dupla. Não demorou muito e a encontrou na Vila Santa Maria de Nazareth. Quando viram a viatura, os dois correram, cada qual para um lado. O David foi alcançado e levado para o Plantão, onde foi reconhecido pelas vítimas. Lá, agendaram uma estadia para ele no Condomínio “Monsenhor Luiz Ilc”, que também é conhecido por Cadeia Pública de Anápolis.

Briga em família
Já de algum tempo a Helisângela e o Pedro não se entendem mais. Esta semana o caldo entornou e ele, com um canivete na mão, disse que iria abrir a barriga dela. E foi pra cima. Corre pra cá, corre pra lá e alguém chamou a Polícia. Quando esta chegou, encontrou a Helisângela com um profundo corte no braço, toda ensanguentada. O Pedro havia desaparecido. Ela disse que tem medo que ele volte e consuma a ameaça de assassiná-la.

O caso do botijão
Pouco mais de sete da manhã e o Luiz vinha pelas proximidades da Praça Americano do Brasil, com um botijão de gás no ombro. O Cabo Miguel e seu parceiro Lucas acharam meio estranho e resolveram abordá-lo. “Vai aonde com esse botijão, gente fina?”, perguntou o PM. Ao que o Luiz respondeu: “Pois é, seu guarda... Eu ia passando e vi esse botijão dentro de um container de lixo e resolvi levar pra mim”. “Será que o senhor não se importaria de nos levar lá onde está esse container?”, falou o policial. Aí, o Luiz se enrolou todo. Puxaram sua ficha e viram que ele tem várias passagens por furto; roubo, tráfico e outros delitos. Foi mais uma ocorrência para sua longa folha criminal.

Abordagem maldita
A Suzilayne andava pelas ruas do Bairro Jundiaí, quando uma moto com um casal se aproximou dela. “Tá boa, miga?”, disse a mulher. A Suzilayne, que não a conhecia, continuou andando. Mas, o casal a seguiu. “Lembra de mim não, sumida?”, voltou a falar a ocupante da moto. “Lembro não. Sei quem são vocês não”, respondeu ela, apressando o passo. “De agora em diante você vai se lembrar, sempre, da gente. Passa pra cá esse celular e fica de bico fechado se não quiser morrer aqui no meio da rua!”, disse o condutor da moto. Diante de tal argumento, Suzilayne decidiu encerrar o assunto ali mesmo e entregou o aparelho. O casal agradeceu e foi embora. Isto, às duas e meia da tarde. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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