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Casos de Polícia - Ed. 594

Causos de Polícia Comentários 27 de outubro de 2016

Notas Gerais


Negócio frustrado
O Lucas não estava satisfeito com o seu celular e queria trocá-lo. Entrou em um site de negócios e conheceu uma garota que, também, não gostava do dela. “Vamos trocar?”, sugeriu. “Na hora”, disse a garota. Marcaram encontro às 09 da noite, em frente a uma grande loja no trevo de saída para Brasília. O Lucas foi com a Leonor, sua amiga. Mas, quando esperavam o primo da tal garota que iria levar o aparelho para a troca, quem apareceu foi uma dupla em um Corsa branco e, sem maiores delongas, deu voz de assalto. Lucas ficou sem a mochila, onde estava o tal celular da maldita troca.

Roubaram, dançaram
O Gustavo e o Jefferson estavam de bobeira nas proximidades da Praça do Ancião. De repente, chegou uma moto azul com dois elementos em cima. Os dois elementos, no caso, eram dois assaltantes. Levaram os celulares dos amigos. Eles chamaram a Polícia e o Cabo Bruno entrou em ação. Com os dados da moto e as características dos bandidos, o militar não demorou a encontrá-los na Rua Silva Pinto, no Bairro Jundiaí. “Parem aí, garotos... vamos bater um papo”, disse ele. Os dois esboçaram uma fuga, mas viram que era fria. Com eles, foram encontrados os aparelhos roubados. Carlos e David foram convidados a baterem um papo com o delegado Ariel Oliveira. E, assim se fez.

Favor fatal
A Nádia estava no serviço, quando um colega de trabalho a advertiu: “Seu carro está em cima da faixa de pedestres. Você pode ser multada”, falou o amigo. “Tira lá pra mim,” disse ela. O colega, na maior das boas vontades, pegou as chaves e quando ia entrar no Peugeot preto da Nadia, foi abordado por dois elementos. “Dá a chave aí, camarada e não grita. Se gritar, vai ser seu último grito nesta terra”, disse um dos bandidos. Ato contínuo, saíram com o carro dizendo que precisariam dele para fazerem “uns serviços” naquela noite. E, levaram o veículo. A Nádia não acreditou quando ficou sabendo. Mas, era a pura verdade. E, foi esta a história que ela contou no Plantão Policial.

Honestidade do João
João e Cláudio, amigos de longa data, estavam a bordo de um Vectra preto. O Cabo Leonardo e o Soldado S. Oliveira iam passando e notaram algo estranho. Resolveram seguir o veículo. Feita a abordagem, os dois foram revistados, não sendo encontrado nada de irregular com eles. Mas, o João confessou que tinha um revólver debaixo do banco. E, tinha mesmo. Os policiais, então, foram à casa do João e, lá, encontraram algumas balas intactas. O João Disse que comprou a arma há poucos dias para se defender, pois teria sido vítima de roubo recentemente. Mas, como não possui autorização para porte, nem para posse de arma de fogo, foi autuado, de conformidade com a lei.

Comerciante
Na Vila Esperança, policiais da 31ª Companhia de PM avistaram o Guilherme. Ele ficou meio sem jeito e saiu em desabalada carreira. Os militares acharam estranho e resolveram ir atrás dele. Fizeram o adentramento à casa onde ele se escondeu. Dentro da casa, foram encontradas várias porções de drogas, uma espingarda de pressão adaptada para calçar munição com pólvora e vários celulares. “De quem é essa droga?”, perguntou o policial “É minha, seu policial”, respondeu o Guilherme. “É usuário?”, disse outro PM. “Não, sou comerciante. Vendo drogas”, disse o rapaz. “Então, o senhor vai ter de nos acompanhar até o Plantão”. replicou o agente da lei. “Bora lá ...” respondeu o Guilherme. E, foram.

Caso estranho
O Alessandro é (ou era) funcionário do Idelci. Os dois moram (ou moravam) na mesma casa, no Residencial Morumbi. Esta semana aconteceu um caso muito estranho. O Idelci procurou a Polícia e disse que o Alessandro o amarrou, amordaçou e apanhou vários aparelhos eletroeletrônicos como note book, três televisores, roupas, e jóias da casa, colocou tudo dentro do carro Fiesta, de sua propriedade (do Idelci) e foi embora. A Polícia vai investigar o caso direito.

Na Avenida
Um grupo de estudantes aguardava o ônibus na Avenida Universitária, quando apareceu um GM Corsa. Dele desceram quatro elementos e deram voz de assalto, roubando celulares, bolsas e outros objetos. O quarteto estava muito agressivo. O Sargento Florisval, que estava na porta de uma lanchonete nas proximidades, viu o movimento e correu para lá. Os quatro fugiram, mas foram perseguidos e detidos, já na Vila Santa Maria de Nazareth. Eram o Matheus e o Eduardo, acompanhados dos menores de iniciais E. e R. As vítimas, a maioria senhoritas, reconheceram os assaltantes na hora.

O telefone de Larissa
Larissa vinha pela Rua Engenheiro Portella falando ao celular com uma amiga. De repente, só sentiu um puxão. Ficou sem o aparelho. E, começou a gritar o tradicional “pega ladrão”. O ladrão, no caso, era o Wanderson. Ele deu tanto azar que bateu de frente com o PM Patrick que, mesmo estando de folga, não se furtou ao dever e agarrou o bandido pelo pescoço. No que foi ajudado pelo agente prisional Weber, que, coincidentemente, também, estava de folga. Logo, chegou a Larissa e reconheceu o Wanderson. Este foi devidamente escoltado para conversar com o pessoal do Plantão. A Larissa agradeceu aos policiais: “Gente, valeu mesmo. Vocês são dez”, disse ela. (Colaborou Richardson de Bastos)

Autor(a): Nilton Pereira

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