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Casos de Polícia - Ed. 592

Causos de Polícia Comentários 14 de outubro de 2016

Notas Gerais


Na rodovia
O Rafael vinha com algumas amigas pela GO 437 (Anápolis/Gameleira) em sua reluzente caminhonete. Estavam na maior alegria, contando casos e causos, rindo à beça. De repente, surgiu uma motocicleta. Na motocicleta, dois elementos. A princípio, não chamaram a atenção. Mas, quando se aproximaram, apresentaram seus cartões de visita: dois enormes 38 cheinhos de bala. O Rafael gelou dos pés à cabeça. “Mãos pro alto, passa a chave da caminhoneta!” disse o bandido mais falante. O Rafa, coitado, sem armas, temendo pela sua vida e as de suas amigas, entregou. Ficaram sentados à beira do caminho. A caminhonete foi embora com um dos bandidos.

Furto frustrado
Policiais que estavam na Viatura 7458 do 28º BPM patrulhavam as ruas do Bairro Maracanã, quando receberam uma denúncia anônima: “Lá no Adriana Parque tem um mocó cheio de bagulhos”. Então, rumaram para o endereço fornecido. Em lá chegando, depararam com o Emival. “E, aê, chefia... tá limpo?”, indagou um PM. “Sem crise, doutor”, respondeu o Emival. “Podemos dar uma geral?”, voltou a falar o policial. “Pode sim”, disse o Emival. Foi o seu erro... Dentro da casa estavam vários objetos furtados na casa de um sargento do Exército. Furadeira; espingarda, bebedouro etc. “Tem nota fiscal do bagulho aí?”, perguntou o PM. “Tem não, comprei isso do Erivelton”, disse o Emival. Foram atrás do tal Erivelton e encontraram mais coisas. Ele confessou tudo e as vítimas dos furtos reconheceram seus objetos. A dupla foi levada à presença do delegado de plantão.

Donos da rua
Na madrugada de quarta-feira, véspera de feriado, um grupo de amigos resolveu botar pra quebrar em um bar da Avenida Universitária. Para tanto, cercaram a rua com os cones de sinalização de trânsito em uma obra que ali se desenvolve. E, desandaram a gritar, tocar música com som altíssimo e outras algazarras. Não demorou muito e a PM chegou. Eram várias viaturas. Os carros que estavam sobre o canteiro central foram levados para o Pátio Municipal. Os envolvidos foram para o Plantão onde assinaram termos.

Ordem cumprida
Cumprindo um mandado emitido pelo Judiciário, policiais do GENARC foram à captura do Cristiano. Procura daqui, procura dali, até que o localizaram. Na casa dele os agentes da lei encontraram várias armas de fogo, como pistola, espingarda, munição e outros objetos. Ele foi levado à presença do delegado de plantão. Além disso, pesa contra ele uma acusação de homicídio.

Foragido capturado
Patrulheiros que estavam na viatura 8428, do 28º Batalhão, seguiam pela Vila Brasil policiando a Cidade. De repente passou por eles uma moto que parecia estar participando de uma prova de velocidade. “Tem alguma coisa errada nisso aí”, disse um policial. “Vamos ver”, respondeu o outro. E, foram. Bem à frente cercaram o motociclista. Era o Giliard, xará de um famoso cantor. Só que este exercia outra atividade no estado do Espírito Santo. Era comerciante de drogas. Estava foragido em Anápolis. Foi levado para o Plantão onde o delegado tomou as devidas providências.

Moto misteriosa
O Sargento Marques e o Cabo Oliveira depararam com uma moto Yamaha estacionada. Olharam a placa e acharam-na estranha. Não parecia original. Esperaram o dono chegar. Ele chegou e disse que havia adquirido o veículo em uma oficina de moto e que o vendedor disse-lhe que havia comprado através de leilão. Mas, como o número do chassi estava danificado e o número do motor raspado, os policiais convidaram o dono da moto, o Isaque, a dar uma chegadinha ao Plantão. “Acho melhor o senhor explicar isso pro delegado. Se estiver tudo em ordem, o senhor será liberado”, disse o Sargento. E assim se fez. O Isaque foi para a Praça do Expedicionário, com moto e tudo.

Celular cagueta
Policiais militares foram atender a uma ocorrência de roubo de celular na Rua Portugal, Bairro Boa Vista. Abordaram um Gol amarelo e dentro dele estava o Lucas. O Lucas, espertamente, jogou alguma coisa em um terreno baldio, mas como estava muito escuro, os policiais não acharam nada. Só que, para seu azar, um celular começou a tocar no meio do mato. Correram até lá e atenderam. Era o dono do aparelho que compareceu ao local e reconheceu o Lucas. Sem ter como negar, ele falou que participou do assalto por influência de um sujeito apelidado de Goiano e mais duas garotas. “Cadê esse pessoal?”, perguntou o PM. “Sei não”, respondeu o Lucas. Então, foi levado para depor no Plantão Policial. O telefone foi devolvido ao dono.

Casal perigoso
O Pablo e a Joyce formam um casal barra pesada. Os dois têm experiência em subtrair objetos, dinheiro e outros bens com o emprego de armas. Ou seja: são assaltantes. Esta semana eles roubaram um Pálio no Setor Bougainville e a PM foi acionada. O carro foi visto no Jardim das Américas III Etapa. Quando viram a viatura, os dois fugiram à pé, pulando muros e invadindo domicílios. O Pablo foi preso a Joyce conseguiu escapar. Mais tarde, o Pablo levou os policiais à casa da parceira, já velha conhecida da Polícia em Anápolis. O casal foi em cana.

Autor(a): Nilton Pereira

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