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Casos de Polícia - Ed. 590

Causos de Polícia Comentários 30 de setembro de 2016

Notas Gerais


Pura maconha
O Tenente Arthur chegou ao Plantão Policial conduzindo o Warlas. Ele disse ao delegado Thiago Amorim que patrulhava as ruas do Residencial das Flores e viu dois homens em atitude suspeita. Os dois homens correram e entraram em uma casa. O militar achou estranho e foi atrás. Chamou um deles para conversar. Era o Warlas. “Escondendo alguma coisa aí no bolso, chefia?”, indagou o policial. “Tem nada não, seu polícia. Tô limpo”, respondeu o Warlas. “Posso dar uma checada?”, retrucou o Tenente que enfiou a mão no bolso do suspeito. E não é que encontrou cinco papelotes de maconha? E o celular do Warlas não parava dc tocar. Era sua clientela querendo o produto. Levado para sua casa no Bairro Boa Vista, o Warlas entregou quase 30 quilos de maconha, um pouco de cocaína e outras drogas. Foi preso na hora.

Deu sorte
Antes das quatro da tarde o Marcos vinha em sua moto Yamaha, com baú, conduzindo peças de informática. No Jardim Nações Unidas foi cercado por um Corsa de cor prata com quatro elementos em seu interior. Um deles desceu com o revolver na mão e deu voz de assalto. Levaram a moto do Marcos. Ele chamou a Polícia e militares do Quarto BPM viram um carro semelhante circulando no Bairro Paraíso. Mandaram parar, mas o motorista fez foi acelerar. A PM foi pra cima e cercou o veículo. Nele estavam o Josimar e os dois ‘Guilhermes’ (Rodrigues e Augusto). O quarto elemento havia sumido com a moto que foi encontrada minutos depois no Jardim Santa Cecília.

Aventura frustrada
O Gabriel, em companhia do menor de inicial J resolveu tocar o terror na noite anapolina. Os dois pegaram uma moto e saíram assaltando as pessoas aleatoriamente. Foram vítimas o Luiz Alberto; o Marcelo, o Jonathan, o Erik e o Adilson. Mas, a noite de aventuras criminosas da dupla foi curta. O Sargento Valdeci e o Cabo Flávio atravessaram na frente dos aventureiros e interceptaram sua audácia em uma das ruas do Parque Residencial das Flores. Foram à casa do Marcelo e encontram um simulacro de arma de fogo. Eles tentaram negar a autoria, mas foram reconhecidos pelas vítimas.

No ponto de ônibus
Começava a escurecer e a Ana saiu do trabalho, no Bairro Bougainville e foi para o ponto esperar o ônibus. Foi quando, do nada, apareceram dois representantes do inferno e a abordaram. Queriam sua bolsa e seu celular. O mais afoito estava com uma faca na mão e disse que estava a fim de ver sangue e, sangue de mulher. A Ana tremeu toda e pediu clemência. Foi obrigada a entregar o celular e a maleta. O que havia dentro da maleta? Equipamentos de enfermagem, como termômetro, aparelhos de aferir pressão arterial, um relógio e uma lanterna. Maldade pura!

Celulares por atacado
Meio dia. Sol de rachar mamona e a Maria, acompanhada de alguns colegas, estava em frente ao Colégio Carlos de Pina, Boa Vista. Batiam o maior papo; falavam de música; futebol, namoro, essas coisa de jovem. De repente, surgiram dois intrusos. Um, com uma faca. Outro, com um revólver. “Bom dia, galera. A gente está recolhendo doações, de preferência telefones celulares. E como estamos vendo alguns exemplares belíssimos, decidimos parar e pedir, gentilmente, que os amigos nos entregassem os referidos aparelhos. Gostaríamos, ainda, que ninguém gritasse ou fizesse qualquer sinal, caso não queira partir deste mundo agora mesmo”. Foi mais ou menos assim a conversa e a dupla não levou muito tempo para recolher todos os celulares. Depois, os bandidos saíram apressadamente e pediram para que a turma ficasse quieta, pois poderiam dar meia volta e mandar bala. Ninguém quis se arriscar.

No salão de beleza
Vila Formosa IV Etapa, seis da tarde. A Jurany estava trabalhando no salão de beleza. Lá estavam algumas clientes, dentre elas uma policial militar. Foi quando entrou um bandido de arma na mão e anunciou o assalto. “Passa tudo. Dinheiro celular, documentos”, gritou ele. E foi obedecido. Ia saindo quando a policial que, também, teve o celular levado, tentou anotar a placa da moto. "Entra... Se não, morre” gritou ele. A policial se escondeu para não ser alvejada. Mais tarde o celular dela deu sinal de rastreamento na região da Vila Esperança.

Perto do shopping
A Maria estava no ponto de ônibus da Avenida Fayad Hanna. Ela havia acabado de sair do serviço em um shopping das proximidades. De repente, surgiram duas mulheres de aparência bem jovem, segundo ela. Com as mulheres, um homem mal encarado. O homem mal encarado tinha um revólver na mão e foi logo dizendo que queria a bolsa da Maria. Nove e 20 da noite. Sem qualquer chance de reação, ela entregou a bolsa com dinheiro, documentos, uniforme do serviço e objetos de uso pessoal. Depois, ela disse no Plantão que pegou uma moto e saiu em perseguição aos bandidos, mas viu que eles entraram em um Gol de cor prata. Ela anotou o número da placa e passou para a Polícia.

Desespero total
A Loide caminhava com seu filho e um sobrinho, ambos de sete anos, perto do Cemitério Parque. Aproximou-se um homem montado em uma bicicleta modelo feminino e perguntou se as crianças eram dela. Ela respondeu afirmativamente. Foi quando o elemento levantou a camisa e mostrou uma faca. “Ou passa o celular, ou eu mato os meninos!”. disse o bandido. E rumou em direção às crianças. A Loide ficou sem ação, mas, logo começou a gritar. Mandou que os meninos corressem e jogou o celular para o homem. Este saiu em disparada. A Loide foi em casa, pegou o carro e saiu pela ruas do setor à procura do marginal. Foi batata... Deu de cara com ele. Era o Thiago. A Loide chamou a PM que chegou em dois segundos. O Thiago foi reconhecido e levado para o Plantão Policial. O telefone sumiu.

Autor(a): Nilton Pereira

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