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Casos de Polícia - Ed. 589

Causos de Polícia Comentários 22 de setembro de 2016

Notas Gerais


Mercadoria proibida
Passava de duas e meia da manhã quando o Delegado Cleiton Lobo recebeu os soldados Jhonathan e Alex que chegaram com um casal. Eram o Arino e a Dilma. Os dois foram levados para uma entrevista pelo motivo de estarem portando mais de 20 quilos de maconha. O caso começou quando a RP interceptou o Arino, no Bairro Calixtolândia, com duas porções da erva maldita. Sem ter como negar, ele foi logo entregando o jogo: “Comprei da Dilma...”, disse aos policiais. Foram à casa da Dilma e, com a autorização da mesma, fizeram o adentramento no imóvel. Era verdade. Ela tinha um volumoso estoque da erva para abastecer o mercado da região. Desta vez não deu.

Perto de casa
A Sílvia ia chegando em casa, no Polocentro, quando ouviu um barulho infernal. Era uma moto bem velha, com dois marmanjos em cima. Ela nem ligou. Mas, quando eles chegaram mais perto, pararam e foram logo apontando uma arma para a cabeça da mulher. Ela ficou gelada e estática: “Que é isso, moço?”, perguntou. “Nada não, tia... Fica quieta e passa a bolsa”, disse um dos bandidos. Ela respondeu: “Menino, eu sou pobre, vivo trabalhando não tenho nada não”. Ele retrucou: “Então, vai morrer pra deixar de andar sem dinheiro”. Foi quando Sílvia entregou a bolsa com o celular, documentos, cartões de banco e objetos de uso pessoal. Não era nem oito da noite.

Casal problema
O telefone da CPE (polícia especial) tocou e, do outro lado, uma voz denunciava: “Tem uma boca de fumo bem aqui na Rua 9, Jardim Bandeirantes”. O Tenente Rafael Feitosa foi ver de perto o que estava acontecendo. E, em lá chegando, deu de cara com o Marcel e a Jailma. Abordagem de costume e os dois não demoraram muito a entregarem o jogo. Estavam, sim, com vários tabletes de maconha prontos para a comercialização. Diante do flagrante delito, não houve alternativa a não ser levar os dois para uma conversa com o delegado Cleiton Lobo. Hora do fato? Três e meia da tarde.

Menor roubada
Quatro horas da tarde e a menor de inicial A vinha caminhando nas proximidades do Parque “Onofre Quinan”, quando um carro preto parou à sua frente. Dele desceu um homem já com uma faca na mão: “Gatinha, seguinte... não vou te fazer mal nenhum. Só quero o seu celular”. “Moço, pelo amor de Deus, eu não tenho celular não...”, disse ela desesperada. O bandido, então, mandou que ela entregasse a bolsa. Ela entregou. Dentro da bolsa estavam objetos de uso pessoal e 150 reais em dinheiro vivo. O marginal pegou tudo e entrou no carro onde outra pessoa o esperava. Saíram na maior disparada.

Três mulheres e um bandido
O Yago se deu mal. Ele é acostumado a assaltar mulheres, mas esta semana, ao abordar a garota de inicial L, que estava com a amiga de inicial H e a mãe desta, a senhora Elizabeth, sob forte ameaça, tomou delas os objetos pessoais e os telefones celulares. Crime ocorrido no Calixtolândia. Mas, o Yago não contava que o Cabo Zeuxis e o Soldado Rubens estivessem por perto. COPOM acionado e os dois saíram para atenderem à ocorrência. O tino policial falou mais alto e com a descrição das roupas do bandido, logo depararam com ele nas proximidades. “Mão na cabeça!”, gritou o policial. O Yago, acuado, não reagiu. Com ele foram encontrados os produtos do roubo que acabara de fazer.

Boca de fumo
Uma equipe da CIPM foi acionada para verificar a denúncia de uma boca de fumo no Parque das Nações. Lá chegando, os policiais encontraram o Pedro, que segurava um galo pelos pés. Ele conversava com o Marcelo e os policiais entraram no papo. Vai daqui, vai dali, e o Marcelo não aguentou o arrocho e acabou mostrando um pacote de drogas. “Tem mais aí, chefia?”, indagou o policial. “Tem não doutor...” respondeu ele. “Podemos dar uma geral aí na casa?”, perguntou o PM. “Pode sim...” disse o Marcelo. Os policiais entraram e não demoraram muito a encontrar 83 porções de maconha, papel laminado para a embalagem de drogas, um simulacro de arma de fogo e outra arma de fabricação caseira. Marcelo negou ser o dono da droga, mas seu celular tocou e o Sargento Luiz atendeu a uma chamada. Era um “cliente” encomendando drogas. E, ainda por cima, fiado. O Marcelo foi convidado a contar a história com maiores detalhes ao delegado de plantão.

Reincidência perigosa
Dez e meia da noite e o Sargento Joel, em companhia do Soldado Pena foi acionado para atender a uma ocorrência de acidente de trânsito no Vale do Sol. Chegando ao local, viram que um carro Fox, de cor prata, havia batido em um Corsa branco. Quem dirigia o Fox era a Simone. Quando estavam lavrando a ocorrência os policiais notaram que a Simone apresentava uma voz arrastada, desconexa, parecendo estar bêbada. Teste do bafômetro e o resultado: 0.71 decigramas de álcool por litro de sangue. Ou seja: estava sem condições de dirigir. Levada à presença do delegado Willian Martins, este descobriu que a Simone era reincidente e que já respondia, também, por um homicídio culposo por acidente no trânsito. O delegado adotou as providências cabíveis.

Mulher corajosa
A Marcilene conversava com um amigo na porta de casa, na Avenida Tiradentes, nove e pouco da noite. Nisto, parou uma moto. O garupa desceu com uma arma na mão e deu voz de assalto. Ela correu para dentro de casa. O bandido correu atrás. Ela entrou em luta corporal com ele e começou a gritar. O bandido, assustado, tentou fugir, mas a mãe da Marcilene havia fechado o portão. Nova luta corporal. E a Marcilene se agarrou com o marginal tentando reaver seu celular. Não conseguiu. Ele era mais forte e pulou o muro. Levando o celular da Marcilene. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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