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Casos de Polícia - Ed. 588

Causos de Polícia Comentários 15 de setembro de 2016

Notas Gerais


Confusão na farmácia
O Eliomar estava em sua farmácia, no Parque Calixtópolis, quase na hora do almoço. Foi quando entrou um sujeito de camiseta vermelha, calça jeans e um par de óculos levantado à altura da testa. “Bom dia, pessoal. Eu sou ladrão e vim roubar de vocês”, disse. E, de fato, roubou. Levou o dinheiro do caixa e o celular de uma funcionária. O Eliomar saiu atrás do assaltante sem chamar a atenção. Viu quando ele entrou em um Ford Fiesta de cor prata, logo adiante. Anotou a placa e ligou para a Polícia. Esta encontrou o carro no Vivian Park. Dentro do carro estava o Adean. O Adean disse que havia dado uma carona a um amigo de nome Clayton. Clayton havia sumido. Viram a camiseta e os óculos dentro do carro. Chamaram o Eliomar e ele disse que eram os mesmos usados pelo assaltante, mas não reconheceu o Adean. Este, disse que havia trocado as camisetas com o amigo Clayton. Todo mundo ouvido e liberado no plantão.

Dupla desativada
Gefferson cercou a viatura dirigida pelo Sargento Duarte e disse que havia sido assaltado por dois elementos que estavam em um Chevette preto. Os policiais da guarnição saíram à procura do tal veículo e o localizaram nas proximidades do Conjunto Nações Unidas. Dentro, estavam o Júlio César e o Paulo Henrique. Abordagem de sempre e não demorou muito para a casa cair. Eram eles mesmos e, o pior: já havia outra denúncia de assalto praticado por uma dupla em um Chevette preto. O Gefferson reconheceu os dois na hora. E, ainda descreveu a função de cada um: Júlio César era o motorista e o Paulo Henrique o assaltante. Só que, eles utilizavam um simulacro (imitação) de pistola. Mesmo assim, foram presos. O celular foi devolvido ao dono.

Carreta roubada
Seis da tarde e o caminhoneiro Fernando vinha com sua carreta carregada com 34 mil quilos de secos e molhados, procedentes de Conceição do Araguaia. Na Rua Floriano Peixoto, centro da Cidade, foi cercado por uma caminhonete Hilux preta e dela desceu um homem armado. O bandido mandou que ele entrasse na caminhoneta, Seguiram para a região de Interlândia e entraram numa estrada vicinal. O telefone do Fernando tocou. Era sua esposa. Ele foi obrigado a dizer que estava tudo bem e que estaria trocando um pneu da carreta. Foi orientado a ficar no local até escurecer. Depois, foi a um posto de combustíveis nas proximidades e ligou para a família e para a Polícia.

Assalto no ônibus
O Déric tomou o ônibus no Terminal Urbano. Iria descer perto da Vila dos Sargentos. Ficou no último banco. No meio do caminho, viu que um sujeito que estava na frente, se dirigiu para os fundos do coletivo. E, não ficou só nisso. O estranho levantou a camisa e mostrou um revólver em sua cintura. “Passa o celular pra cá. Não grite, não banque o valentão. Se não, você vai parar no IML agora mesmo”, esbravejou o bandido. O Déric, que não é bobo nem nada, entregou o telefone. Depois, foi ao Plantão Policial dar queixa. “Já vi esse cara no Terminal muitas vezes. Ele falou que se eu o denunciasse iria me pegar”, disse aos agentes. “Pega nada. A gente é que vai pegá-lo”, disse o PM.

Mordido e preso
O Evaldo entrou na clínica veterinária do Rafael e começou a furtar objetos. Colocou um notebook e um telefone celular dentro de uma mochila. O Rafael viu e partiu pra cima do Evaldo. E, contou com a ajuda valiosa de um cão de guarda que mantém na clínica. O Evaldo recebeu algumas mordidas do cachorro e alguns sopapos do Rafael e saiu na maior correria. O Rafael chamou a Polícia e o Cabo Zeuxis o socorreu. Deram uma volta pelas ruas centrais e viram o Evaldo andando tranquilamente de bicicleta na Rua 15 de Dezembro. “Paraí, sujeito!” disse o policial O Evaldo saiu correndo, mas foi pego. Com ele, a Polícia encontrou vários objetos que seriam produtos de outros furtos.

Bandidos malvados
Mariele estava com o esposo Adalberto no comércio deles, no Bairro Santo André, onde vendem caldos. Quase dez e meia da noite. Nisto, chegou um elemento e perguntou quais os sabores de caldos que poderiam ser servidos. Ela explicou e o elemento saiu. Mariele, também, ia saindo, quando viu que o elemento estava de volta, na companhia de um comparsa. Eram assaltantes e tocaram o terror. Colocaram uma arma na cabeça do Adalberto. Ameaçaram matar o casal, disseram que não tinham medo de polícia e que eram bandidos perigosos. Queriam dinheiro. Dinheiro não tinha. Eles pegaram os celulares. Foi quando encostou um carro. Era a cunhada de Mariele. Ela disse aos bandidos que estava chegando gente e eles se assustaram. Saíram correndo.

Churrasco frustrado
O Samuel estava com uma vontade danada de fazer um churrasco. Mas, não tinha o dinheiro para comprar a carne. Resolveu roubar. Foi ao açougue do Willian, em companhia de um elemento conhecido por “Neguinho” e deu voz de assalto. Levou 20 quilos de carne de primeira, uma bacia, mais 300 reais que estavam no caixa. Seria para comprar a cerveja. Mas, antes de acender a churrasqueira ele já estava preso. A Polícia, de posse dos dados do carro utilizado pela dupla, agiu rápido e localizou o veículo no Setor Sul. O “Neguinho” virou um risco na escuridão. O Samuel foi preso. A arma; a carne, a bacia e o dinheiro foram levados como prova.

Caminhada fatal
João Batista caminhava pela Avenida Brasil, perto do Estádio “Jonas Duarte”, oito e pouco da noite. Uma moto parou bem pertinho dele. Na moto estavam dois elementos. Os dois eram ladrões. Apontaram uma arma para o João e mandaram que ele entregasse tudo de valor que possuía. Ele entregou documentos, carteira, cartões de banco e todo o dinheiro. Todo o dinheiro eram 12 reais. O João Batista, refeito do susto, foi ao Plantão Policial se queixar.

Autor(a): Nilton Pereira

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