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Casos de Polícia - Ed. 587

Causos de Polícia Comentários 09 de setembro de 2016

Notas Gerais


Idosa assaltada
Aos 74 anos, Dona Anelita ainda trabalha. Ela tem um pequeno comércio no Bairro Maracanã, onde ganha a vida honestamente. Mas quem não levou isto em consideração foi o Arlindo, de 21 anos. Ele entrou no estabelecimento e, apontando uma arma para a comerciante, pediu o celular de Dona Anelita. Ela disse que não tinha. Ele, então, pegou as moedas do caixa e sumiu. Mas, Dona Anelita descreveu as roupas usadas pelo assaltante para os policiais e não demorou muito para o elemento ser encontrado. Estava com um simulacro de arma de fogo e com as moedas. Foi preso.

O caso do botijão
O Jadson vinha pelas ruas do Residencial Reny Cury levando um botijão de gás nos ombros. De repente, avistou uma viatura da Polícia Militar. E, apressou o passo. Os policiais desconfiaram e foram em sua direção. Ele, então, começou a correr com o botijão. Mas, como este era muito pesado, o Jadson jogou o dito cujo no chão e... pernas pra que te quero. Os agentes da lei foram atrás do Jadson e o agarraram. Depois, descobriram que o botijão era do Paulo Henrique, vizinho do Jadson. Cansado, ofegante todo suado, Jadson aceitou uma carona até a Central de flagrantes, onde recebeu calorosa recepção.

Motoqueiro fantasma
Cinco e meia da tarde e a Leila estava no ponto de ônibus perto de um supermercado no Vivian Park. Pensou que estivesse segura, mas estava enganada. Uma moto Titan vermelha parou ao seu lado e o ocupante, sem maiores delongas, disse que era ladrão, que não tinha medo de nada, nem da morte e que queria a mochila da Leila. Ela, coitada, entregou. O bandido acelerou a moto e foi embora levando documentos; celular; dinheiro, objetos de uso pessoal e, até, o uniforme da empresa onde a Leila trabalha.

Na porta da escola
Fábio, 20 anos, ia para a escola no Setor Tropical. Ele estuda à noite e trabalha de dia. Quer se formar em um curso superior para melhorar de vida. Mas, esta semana, ele foi interceptado quando chegava para assistir as aulas. Eram três elementos em um Corsa de cor prata. Achou que fossem amigos ou conhecidos que iriam lhe oferecer uma carona. Que nada! Eram bandidos mesmo e foram logo apontando um baita revólver em direção à sua cabeça. Levaram documentos, celular, e 400 reais em dinheiro vivo que estavam no bolso do Fábio. Ocorrência registrada no Plantão Policial.

Roubado na farmácia
Dez e meia da manhã, sol de rachar mamona e o Eduardo estava em seu local de trabalho, uma farmácia na Rua Firmo de Velasco. De repente, chegaram dois elementos em uma moto. “Bom dia, moço”, disse um deles. “Bom dia, gente fina. Precisam de alguma coisa?”, perguntou o Eduardo educadamente. “Ah, bem lembrado... precisamos sim. Queremos seu dinheiro, seu celular, seus documentos, tudo o mais que o senhor puder nos entregar”, respondeu um dos assaltantes. O Eduardo ainda tentou negociar e pediu que deixassem, pelo menos, os documentos da moto. Não foi atendido.

Furtou, dançou
Wesley, velho conhecido da Polícia na região Norte, foi preso mais uma vez. Ele aproveitou que o portão da casa do Josinei estava destrancado, entrou como um gato e retirou parte do equipamento de som do carro dele. Mas, antes de ganhar distância foi interceptado. O dono do carro, com a ajuda do Welismar, imobilizou o Wesley e chamou a PM. Num instante, a RP comandada pelo Sargento Lindomar chegou e tomou conta da situação. O Wesley estava com um arranhão no pescoço e um machucado no braço. Mas, negou que os ferimentos haviam sido causados pela vítima ou pela testemunha. “Machuquei à toa por aí”, disse ele, na quase certeza de que não ficaria muito tempo preso. E, disse que quando saísse da cadeia iria tocar fogo na casa da vítima. Pode?

Réptil perigoso
O Antônio Francisco levou duas facadas na altura das axilas, crime ocorrido na Praça Bom Jesus, duas e meia da tarde. A Polícia chegou na hora e providenciou sua remoção para atendimento médico. “Quem foi”, perguntaram os policiais. “Foi o Jacaré. Ele vive ferindo as pessoas aqui na Praça”, disse um comerciante do local. Então, os policiais saíram à caça do Jacaré e logo o encontraram na Rua General Joaquim Inácio. Ele, ainda, estava com a faca. “Por que o senhor esfaqueou o homem?” indagou o PM. “É que ele me chamou de Jacaré e eu não gosto que me chamem desse nome”, respondeu o Valdivino. Agora está avisado... Quem cruzar com este senhor e chamá-lo pelo nome do citado réptil pode estar encrencado.

Picanha da discórdia
O delegado Willian Martins recepcionou, em seu gabinete, o Wagner, que se fazia acompanhar do Cabo Andrygo. Motivo: o Wagner entrou em um supermercado na Avenida Senador Ramos Caiado e pegou 15 quilos de picanha maturada, da melhor qualidade, pois queria fazer um churrasco para impressionar os convidados. E, já ia saindo, quando foi abordado pelos seguranças Adriano e Nelson, no estacionamento. “Gente fina, o senhor se esqueceu de passar no caixa”, disseram. O Wagner fingiu que não era com ele e, ainda, ficou bravo. Então, os seguranças chamaram a PM, motivo pelo qual o Wagner estava na presença do bacharel Willian Martins. Este arbitrou uma fiança de 500 reais para que Wagner respondesse em liberdade. “Estou durinho, doutor”, disse ele. Resultado: foi mandado para passar uns dias no hotel estadual que fica no Jardim das Américas III Etapa, mais conhecido por Centro de Inserção Social “Monsenhor Luiz Ilc”. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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