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Casos de Polícia - Ed. 585

Causos de Polícia Comentários 26 de agosto de 2016

Notas Gerais


Visita indesejada
Juliana é uma cidadã do bem. Juliana mora na Vila Jaiara. Juliana saiu para resolver algumas coisas e voltou antes das sete da noite. Juliana chegou e viu o portão arrombado. Juliana entrou e viu a porta a arrombada. Julian entrou em casa e notou o sumiço de um fogão; um climatizador; uma caixa com semijoias; um notebook, uma churrasqueira elétrica e outros objetos que ela adquiriu honestamente. Juliana disse que não tem ideia de quem fez esta covardia com ela. Juliana foi à polícia e registrou a ocorrência.

Ciúme danado
A mulher de iniciais M.E.A. foi companheira do Jean. Mas, o amor esfriou e ela resolveu sair do relacionamento. O Jean, segundo ela, não aceita a separação e vive a importuná-la. Agora, ele deu para ir ao seu local de trabalho e fazer ameaças. Além disso, envia mensagens pelo celular dizendo que vai ter troco. E, pior: A M.E.A. fez amizade com um colega de trabalho, o Gleisson. Foi aí que o Jean ficou irado mesmo. Disse que vai pegar os dois. Os dois, no caso, Gleisson e M.E.A., resolveram procurar a Polícia.

Amigas assaltadas
Danubia e Ana Paula estavam no ônibus da linha Filostro. Perto delas, dois elementos batendo o maior papo, falando sobre um roubo que haviam acabado de praticar. “Miga... vamos descer. Esses carinhas aqui parecem malas”, disse a Ana Paula. As duas desceram. Só que, a dupla, também, desceu no mesmo ponto. Mais adiante, as garotas foram surpreendias por dois marmanjos em uma motocicleta. Os marmanjos, no caso, eram assaltantes. E, um deles fazia parte da dupla que estava perto delas no ônibus. Não deu outra: Levaram bolsas, documentos, celulares e outros objetos de uso pessoal. O relógio marcava 10 e 40 da noite.

Assaltou, dançou
Carlos Alberto achou que seria fácil assaltar o Sérgio. E, foi mesmo. Uma e pouco da tarde, no Parque dos Pirineus. O bandido, com uma arma de fogo, rendeu a vítima e tomou seu celular. Saiu igual a um doido correndo. O Sérgio deu o alarme e chamaram a polícia. Só que, quando a viatura chegou ao local, o Carlos Alberto já estava dominando. Populares correram em socorro ao Sérgio, pegaram o Carlos Alberto e fizeram algumas “carícias” nele. O assaltante estava todo esfolado, com inchaços pelo corpo. Foi levado, primeiro, ao Hospital e, depois, ao Plantão de Polícia. Gemendo de dor.

Encomenda fatal
Ligaram para a pizzaria onde o Wanderson trabalha, na Vila Alexandrina e pediram duas pizzas a serem entregues no setor Aldeia dos Sonhos. “Traz troco para 100 reais”, disse o ‘cliente’. O Wanderson saiu como um raio para fazer a entrega. Passava de dez da noite. Quando chegou ao endereço, ele foi ‘recepcionado’ por três elementos. Um dos elementos tinha uma faca peixeira e disse que, além das pizzas, queria o dinheiro do troco. O Wanderson, sozinho, contra três armados de faca, entregou. E zarpou de volta para chamar a polícia. Militares do 28º Batalhão foram destacados para a ocorrência. Em poucos minutos chegaram ao paradeiro do Mateus Henrique. De pronto, ele foi reconhecido pela vítima. Mas, disse que era inocente, que não tinha nada a ver com a história. “E essas caixas de pizza aí?”, perguntou o soldado. “Sei não”, disse ele. “E essa faca aí?” perguntou o outro militar. Ele ficou calado. E, como quem cala consente, Mateus Henrique foi convidado a conceder uma entrevista ao delegado de plantão. Os dois comparsas, depois de degustarem as pizzas, haviam sumido na escuridão da noite.

Na porta da padaria
Seis da manhã e o Lindemberg saiu para comprar pão. Ele gosta de pegar a primeira fornada. Mas, a panificadora estava fechada ainda. Lindemberg decidiu esperar. Quem não esperou foi uma dupla que estava em uma moto e o abordou, dando voz de assalto. Os bandidos levaram seu celular. O Lindemberg nem ligou, pois sabia que não iria recuperar o aparelho mesmo. Mas, alguns minutos depois, os bandidos voltaram dizendo que iriam matá-lo. E, sem piedade, o agrediram ferindo-o. Além disso, levaram sua carteira com documentos e uma pequena quantia em dinheiro. Aconteceu no Bairro Santo André.

Na porta da escola
O Erick foi buscar a esposa que saía da aula, no Parque dos Pirineus. “Está muito perigoso aqui, principalmente para mulheres”, disse. Mas, não contava que ele seria vítima de assalto, bem na porta da escola. Dois elementos chegaram e falaram o que queriam: celular, dinheiro e tudo o mais que valesse alguma coisa. O Erick fingiu que não era com ele, pois havia um grupo de outras pessoas no local. Foi quando um dos bandidos se irritou e sacou um tremendo revólver. Apontou bem para a testa do Erick e disse “Finge de surdo agora, finge...”. O Erick ficou amarelo e entregou tudo o que os bandidos queriam. Falou aos policiais que não se lembra da fisionomia dos marginais. “Graças Deus estou vivo”, comemorou.

Até churrasquinho
Pouco antes das oito da noite o Luiz Gustavo saiu do serviço e resolveu passar em um churrasquinho. Parou, comprou um de vaca e um de porco. “Vou comer lá em casa, sossegado”, disse. Mas, no caminho deu de cara com dois bandidos em uma moto de cor prata. Eles assaltaram o pobre do Luiz e levaram seu celular, 400 reais em dinheiro, documentos e, claro, os dois churrasquinhos. A vítima disse, no Plantão, que, no mesmo dia, viu um dos assaltantes em um posto de combustíveis, perto do Brasil Park Shopping, oferecendo o celular para vender e que deixara o aparelho com um dos frentistas. A Polícia ficou de tomar providências.

Autor(a): Nilton Pereira

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