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Casos de Polícia - Ed. 584

Causos de Polícia Comentários 19 de agosto de 2016

Notas Gerais


Na porta de casa I
A Ana Maria, moradora no Frei Eustáquio, estava com algumas pessoas na porta de sua casa, quando chegou um elemento pilotando uma moto vermelha. O sujeito, sem qualquer cerimônia, encostou um objeto em suas costas e disse que era um assalto. Ela tremeu dos pés à cabeça e pensou que iria se despedir do mundo naquele momento. Mas, o bandido levou, apenas, sua bolsa, com as chaves da casa, documentos, dinheiro e celular. Ela disse estar com medo, pois antes de ir embora, o assaltante fitou-a demoradamente nos olhos.

Na porta de casa II
Matheus, morador no Recanto do Sol, ia saindo de casa no seu Cross Fox, quando apareceram dois elementos, um deles com um revólver na mão. “Perdeu, perdeu. Desce, entrega as chaves do carro e fica de bico calado, se não, morre!”, gritou o bandido que estava à pé. O Matheus, sem poder de reação, obedeceu e os bandidos foram embora levando o carro, documentos, 200 reais em dinheiro e outros objetos. Matheus procurou a polícia e se disse sentido porque, além de tudo, um dos marginais o chamou de vagabundo e o feriu em de seus braços. Fato ocorrido às 10 e 20 da noite.

Deu sorte
Sete e meia e a Eulânia foi cercada por um sujeito na Praça das Mães. Era o Diogo. O Diogo é assaltante e levou a bolsa da Eulânia, com celular dinheiro, um par de brincos e outros objetos de uso pessoal. Mas, o assalto foi filmado pelas câmeras de videomonitoramento e não demorou muito para os policiais do 28º Batalhão encontrarem o bandido. Ele estava na Praça Dom Emanuel, já querendo negociar o telefone que roubara da vítima. Esta o reconheceu de pronto e o assunto foi parar no Plantão Policial. A Eulânia ficou toda agradecida pelo empenho dos policiais.

Susto danado
Fabiany, moradora no Jardim Alexandrina, estava chegando do trabalho, pouco antes de sete da noite. Ela foi abordada por um elemento armado de revólver. O elemento apontou a arma para a cabeça da Fabiany e mandou que ela rezasse todas as rezas que sabia, porque iria morrer se não entregasse a bolsa. Na bolsa estavam celular, 350 reais em dinheiro, cartões bancários e outros objetos de valor. A Fabiany disse que rezou todas as rezas de uma só vez e, em dez segundos, com medo de morrer. O bandido ainda mandou que ela começasse a caminhar sem chamar a atenção e, ainda, bateu com os pés no chão para apressá-la. Ela disse que, em seguida, ouviu o som de partida em um veículo, um barulho de porta batendo e o tal veículo se afastando. Mas, não sabe a cor, o modelo nem a marca do dito cujo. “Na hora não pensei em mais nada. Só em salvar minha vida”, disse ela no Plantão.

Surpresa ao chegar
Cláudia mora no Conjunto Filostro Machado e trabalha fora. Esta semana, ao chegar do serviço, cansada, com vontade de tomar um banho, jantar e assistir televisão, ela foi surpreendida por ver que a porta dos fundos estava aberta. Aberta, não, arrombada. Ela sentiu um calafrio. Entrou pela cozinha e viu que o forno microondas não estava no lugar de costume. Foi ao quarto, viu tudo revirado e sentiu a falta de várias semijoias. Foi à sala e não viu o DVD em que assistia a seus filmes e clipes preferidos. Da mesma forma, o aparelho de som havia desparecido. Então, a ficha caiu. A casa fora arrombada e os bandidos fizeram um limpa. Desconsolada, a Cláudia registrou queixa no Plantão, mas disse não desconfiar de ninguém.

Em frente ao Quartel
Meia noite e pouco e o José Aparecido ia pela Avenida Brasil, pertinho do Quartel do 4º BPM. Ele pensou: “Aqui não tem perigo, pois tem polícia pra todo lado”. Mas, estava redondamente enganado. Ao parar no semáforo, foi abordado por dois jovens, aparentando não terem mais de 20 anos. “E, aê, tio... tudo em cima?”, perguntou um dos jovens. “Tudo bem”, respondeu o José Aparecido secamente. Mas, o outro jovem disse: “Seguinte, chefia. Está muito tarde e não tem mais ônibus, Então, o jeito é o senhor nos emprestar o seu carro pra gente acabar de chegar em casa”. O José Aparecido, ainda, tentou desconversar: “Olha aqui, garoto, esse carro nem é meu. Se fosse, eu emprestaria com o maior prazer”. Ao que o outro jovem retrucou: “Amigão, você não está entendendo... Você tem duas escolhas: emprestar o carro ou morrer. Vai escolher qual?”. Nem é preciso dizer o que o José Aparecido escolheu.

Religiosos assaltados
A Júlia acabara de sair da igreja na noite de domingo, em companhia de amigos e familiares. Iam pela Rua Floriano Peixoto, no centro da Cidade, conversando sobre o sermão do pregador, sobre o trabalho do dia seguinte e outras coisas triviais. E, nem perceberam que parou uma moto perto do grupo. Na moto, estava um sujeito mal encarado. O sujeito mal encarado era assaltante a assaltou a todo mundo. Levou três bolsas com dinheiro, documentos, celulares e outros pertences. A Júlia só sabe que a moto é branca e que o bandido estava de camiseta azul claro. “Louvei a Deus porque foi só coisa material. Ele podia ter matado um de nós”, disse ela.

Papo furado
“Muito prazer, sou o Fabiano”. “Prazer é meu, sou a Laís”. Foi esse o início de uma conversa perto do SESI do Jundiaí. Mas, o cara, moreno alto, cabelos longos, e bem falante, era um tremendo bandido. Ele queria era assaltar a moça que esperava pela mãe. E assaltou mesmo. Tomou seu celular na marra e saiu na maior carreira. Ela disse que tentou registrar a ocorrência pela internet, mas não conseguiu. Por isso, foi ao Plantão Policial pessoalmente. (Colaborou Richardson de Bastos).

Autor(a): Nilton Pereira

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