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Casos de Polícia - Ed. 583

Causos de Polícia Comentários 12 de agosto de 2016

Notas Gerais


Roubo de celular. Mais um...
Já virou rotina... A Luana vinha pelas ruas da Vila Formosa, quando parou um carro Peugeot de cor cinza, cheio de marmanjos bem do lado dela. Um dos ocupantes do veículo desceu, de arma em punho, e disse a ela que estava procurando pessoas para assaltar e que se fosse preciso, até, mataria. A Luana tremeu dos pés à cabeça e entregou seu celular novinho. Ela disse que a fisionomia do bandido não é estranha, mas não sabe o nome e nem onde ele mora. Disse que se soubesse, falaria.

Pequeno e valente
O garoto de inicial P, que mora no Copacabana, só tem 13 anos. Mas, é valente como um pit-bull treinado para atacar. Esta semana ele se desentendeu com o Alessandro. Tudo por conta de uma mobilete. Ameaça de cá, ameaça de lá, e o garoto não teve dúvida: pegou uma tesoura e aplicou dois golpes certeiros na barriga do rival. Ele foi encontrado pela PM e levado à presença da autoridade competente. Uma testemunha ainda lamentou: “Daqui a pouco vai estar solto de novo”.

Entregas perigosas
O Emerson estava vivendo de fazer entregas em Pirenópolis. Mas, entregava maconha, coisa que é crime previsto em lei. Esta semana ele foi descoberto pelos sargentos Arthur e Agnaldo, mais o Cabo Leonardo. Os militares souberam que o Emerson, em companhia da namorada de inicial D (17 anos), estava levando mais uma partida da encomenda para a bela cidade turística. Foram atrás e localizaram o casal em uma pousada. Flagrante.... De volta a Anápolis foram à casa do Emerson e lá encontraram uma arma calibre 38, sem documentação. Diante do exposto, o casal foi levado à presença do Doutor Thiago Amorim, delegado de polícia que tomou as devidas providências.

Carro da mãe
O relógio estava para marcar uma da manhã, quando o COPOM acionou o Sargento Maciel e o Soldado Fábio Oliveira para atenderem a uma ocorrência de acidente de trânsito nas proximidades do Terminal Urbano. Em dois segundos os policiais já estavam no local. Lá encontraram um Ford Eco Sport de cor vermelha, avariado, por haver batido em um painel luminoso da Prefeitura. Não tinha ninguém no carro, mas bateram para os policiais que o condutor estaria escondido nas proximidades. E, este condutor era o Lucas. Ele, a princípio, negou tudo. Mas, quando o Sargento viu o documento do carro, descobriu que o nome da proprietária era o mesmo nome da mãe do Lucas. Aí, não teve como negar. Convidado a entrar no camburão, ele engrossou o caldo e disse que não entraria. Os policiais disseram que ele iria entrar. E, ele acabou entrando. Ficou nervoso e quebrou alguns acessórios da viatura. Estava, aparentemente, alcoolizado e foi levado à presença do delegado de plantão.

Botijão da discórdia
O Josivan e o Leonardo moram na Nova Vila Jaiara. O Leonardo disse que o Josivan furtou seu botijão de gás. O Josivan disse que não furtou. Então, chamaram a Polícia para dirimir as dúvidas. Todo mundo levado para a delegacia. Lá, o Josivan continuou negando que havia praticado o furto. “Ainda juntaram uns caras lá e me bateram, doutor”, disse ele. “Quem são esses caras” indagou o delegado. “Sei não, doutor. Só sei que apanhei sem saber o porquê. Estou todo dolorido”, justificou o Josivan. Como não havia testemunhas, ele foi ouvido e liberado. O botijão continua sumido. O Leonardo disse que vai ter de comprar outro, mas só quando receber o pagamento.

Celular sem dono
Douglas e Rodrigo iam pela Avenida Universitária a bordo de um Gol de cor prata. Policiais em patrulhamento suspeitaram da dupla e foram atrás. Ao ver viatura, o Douglas acelerou. O policial também acelerou. No caminho, os policiais da viatura viram algo ser jogado pela janela do passageiro, onde estava o Rodrigo. A dupla foi alcançada e na companhia dos policiais, foi obrigada a retornar ao local, onde foi encontrado um telefone celular sem chip. “Né nosso não, autoridade!”, disse o Douglas. E, como não havia chip nem queixa de furto ou roubo, o aparelho foi entregue no Plantão Policial. “A partir de agora, é com o doutor delgado”, disseram os policiais militares.

Adeus, motinha
A Daniele estava chegando em casa, no Residencial Veneza e diminuiu a velocidade da moto Honda de cor vermelha, para entrar pelo portão. Foi quando outra moto, com dois elementos, parou ao seu lado e um dos ocupantes lhe disse: “Senhorita, desculpe o incômodo, mas a gente está precisando de sua moto para fazer uns servicinhos esta noite”. Ela entendeu que estava prestes a ser assaltada, mas, ainda quis conversar. “Olha aqui, esta moto não está muito legal não... o motor está falhando e está sem gasolina”. Mas o bandido, gentilmente disse; “Preocupa não, simpatia... a gente dá um jeito”. E, como não tinha mais nada a fazer, diante de um revólver apontado para sua testa, a Daniele entregou a moto, a bolsa, o celular, tudo. Ela foi ao Plantão e registrou a queixa.

O fujão
Wallace era apelidado de “Homem Aranha”, quando estava preso no Centro de Inserção Social “Monsenhor Luiz Ilc”, mas conhecido por Presídio Municipal ou, Cadeia Pública de Anápolis. Quando estava preso, pois, não está mais. Esta semana, durante o banho de sol, ele aproveitou um ligeiro descuido da guarda e, como um papagaio, escalou a tela. E, como uma lagartixa, subiu pelo muro e saltou para a liberdade, ainda que de forma ilegal. Wallace fez jus ao apelido, pois somente deram por sua falta quando se fazia a contagem dos presos. A PM está à sua procura.

Autor(a): Nilton Pereira

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